<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226</id><updated>2011-07-07T17:19:17.233-07:00</updated><category term='Contradição'/><category term='Maria de Lourdes Alba'/><category term='Poesia'/><category term='Lógica'/><category term='Paradoxo do Zero'/><category term='Filosofia brasileira'/><category term='Literatura'/><category term='Correspondências'/><title type='text'>Diário de um rapsodo - Contos, poemas, filosofia e outros</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>143</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-505468232853817573</id><published>2010-09-07T11:22:00.001-07:00</published><updated>2010-09-07T11:22:45.461-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O CIRCO E AS NOSSAS FANTASIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, fui ao circo com a minha esposa, os meus cunhados e os meus sobrinhos. É evidente que temos aquela coisa felliniana em nós -- e compará-lo, o circo atual, à minha fantasia felliniana seria um nonsense. O circo é uma magia. O circo, não obstante a modernidade ou a pós-modernidade, ainda resiste com seus funâmbulos, com seus clowns nem sempre tão engraçados, mas que nos fazem rir, porque sentimos a obrigação de rir num circo ou de um palhaço, mesmo que as pantomimas não justifiquem um riso de gioconda. Percebi alguma mudanças, talvez pela inserção do fator segurança: as cadeiras são de plásticos e perfiladas, portanto não há mais as arquibancadas; o globo da morte fica afastado, talvez uma prestigitação no escopo de evitar uma agucidade de nosso olhar mais atento. A equilibrista equilibra-se de modo estorvado e inseguro --, não há mais leões famintos nem onças ou quaisquer outros animais, muito menos o elefante elefante; a pipoca e o algodão doce estão o olho da cara, uma espécie de mcdonaldização. Mas o lúdico ainda permanece, notadamente para o olhar pueril de meus sobrinhos, ou para o meu olhar tão pueril ainda. A foto com pouca luminosidade e desfocada torna o nosso circo de periferia um cirque de soleil. E nós retornamos como se tivéssemos dado uma volta pela nossa infânica -- e o nosso sonho amplia-se na medida em que nos projetamos além da realidade. E quem de nós que ainda vivemos e sonhamos aquela criança ousaria em dizer o contrário? Quem?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-505468232853817573?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/505468232853817573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=505468232853817573' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/505468232853817573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/505468232853817573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/09/o-circo-e-as-nossas-fantasias-ontem-fui.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-8969302455737490592</id><published>2010-09-05T18:03:00.001-07:00</published><updated>2010-09-05T18:03:15.447-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sentado num café em Sampa, um dia desses, veio-me a ideia de relatar o meu diário; melho; de relatar os diários de um rapsodo.  Não sei, com efeito, qual é a linha tênue entre o real e a literatura; sei que somos atores de uma peça cujo autor se esconde para alguns e se mostra para outros; ou será que encenamos a nossa própria história nesse palco da vida... Relato aqui os meus dias; as minhas confidências e minhas inconfidências. Tenho acordado tarde e dormido tarde. E quando menos espero o dia se foi. Não tenho tido tempo para postar. Ontem estive na Paulista pela manhã e passei pelas lojas da livraria cultura; mas retornei cedo, por conta das chuvas torrenciais que vem caindo em sampa. Andei folheando uns livros do Instituto Moreira Sales com fotos antigas de Sampa. Lá na livraria Cultura folheei também um livro de poesia com alguns poetas brasileiros e confesso que não me empolguei. Tem de Ferreira Gullar a Arnaldo Antunes, passando por Francisco Alvim etc; depois folheei um livro do Nelson Ascher, mas também não me empolguei. Acho o Nelson Ascher um grande tradutor e gosto até do seu modo poético que tem um certo discurso mesoclítico que lhe dá um certo sabor, mas não me parece um poeta na acepção bruta da palavra -- ou melhor, um poeta vocacionado ou destinado. Mas um homo tecnicus oui. E isso não é demérito nenhum, muito pelo contrário. Quando digo poeta, digo daquilo que falou Tristão de Athaíde sobre Manuel Bandeira, que vocês já devem saber. Mas eu mesmo estou longe da poesia. O meu irmão me presenteou com um livro de Fernando Pessoa que ainda não li. Mas eu só escrevo poesia na tristeza ou na raiva ou quando leio poemas, tentando fazer melhor ou pior do que li e isso é para o conto também -- uma espécie de diálogo que elaboro em contrapelo com os outros escritos - que julgo insuficientes para estarem enfeixados em livros, mas que estão não sei porquê -- um tipo de corretivo que nem sempre me é benfazejo também. Ocupei-me nesse início do ano também com o livro da editora 34, que reli e releio sempre, Conversas com Filósofos Brasileiros. É, de fato, um livro interessante, mas com um discurso bastante e muitas vezes abstruso. Sinceramente, não vejo nada de novo no sentido de um filosofar autêntico; e nisso estão de acordo quase todos os entrevistados quando se posicionam quanto a uma filosofia original e brasileira. Sinceramente, eu não tenho condição nenhuma de suportar uma conversa com esses professores nem se me forem dados ao menos uns cinco minutos de palestra com eles -- estou, creio, vários tons abaixo; mas seus discursos ecoam sempre como que elaborados em cima de conceituações fisgadas nos rios de paris, rennes, berlim etc; com uma espécie de falta de criatividade no estrito sentido de uma problematização original como eu, acredito, fiz -- com os meus parcos e outsiders escritos e mananciais com os quais engendrei. E nisso eu acredito que todos esses professores falharam: em não nos deixar não uma filosofia brasileira, pois não acredito em filosofias pátrias, mas sim uma problematização universal que fosse além de Marx, Kant, Hegel, Espinosa etc. Ou seja, fomos retóricos demais, quando, na verdade, poderíamos ser mais minimalistas e muito mais originais e pontuais.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lecionando em 2009 ensino religioso para o ensino fundamental, eu me deparei  com uma situação bastante peculiar: duas alunas bondosas alocaram num trabalho escolar o nome de um aluno que provavelmente não participou do trabalho. Naquele dia, eu tive a grande oportunidade de dizer-lhes que antes de sermos bondosos devemos ser justos -- no que se fizeram compreender sem maiores delongas. E é justamente isso que desejo para todos nós nesse 2010 que principia: Justiça antes da graciosa bondade que nem sempre se faz justa, sobretudo se a pusilânime bondade vier antes da justificada justiça.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Passando certo dia pela alameda B. aventou-me um tipo de poesia; imaginei esse momento, quando o amor escorre no tempo e dizima as ilusões; hoje talvez vejo materializada aquela intuição. ´As primaveras já adentram os pórticos de setembro com as mais lindas flores, mas no alto - sobre o velho prédio gótico, ali, onde as pombas vêem: [nossas dores -  calada, há uma mulher que os meus amores desprezou. Hoje, ela não tem mais os típicos sentimentos de uma época inocente nem amores de inverno ou raios eróticos reminiscentes dos idos momentos da vida, quando suas dores também eram as minhas dores...  Muito além: seus pensamentos; os meus pensamentos... seu lábio...seu semblante...seu cabelo... seu amor...seu sonho... sua pele e o seu apelo...´&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  Não tenho escrito muita coisa ultimamente. E isso se deve à minha inapetência em escrever algo plausível. Toda escrita tem um télos: um registro, uma leitura imediata ou mediata, um entendimento do que se escreve. E pelo que me parece eu não escrevo coisas que estão na ordem do dia. Escrever sobre um outro possível modelo atômico, escrever sobre a ideia de tempo explicitada num triângulo retângulo, escrever sobre o princípio da identidade negativa ou sobre a contradição matemática, ou ainda escrever uma crítica fundamentada na lógica sobre o conceito de verdade em Descartes... De fato, seria mesmo como não escrever. Por isso, por ora, o silêncio -- talvez mais eloquente do que quem escreve ou fala. Voltemos às nossas coisas mais comezinhas. Tudo é uma questão de escolha. E nós não podemos escolher os nossos leitores, como convenientemente escolhemos os nossos autores. Só podemos escolher e colher os frutos que estão às nossas alturas. As copas das árvores tocam-se mais juntinhas, junto às grandes tempestades. Quem será o furacão daí a detonar a decisiva fagulha?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Já faz mais de um ano que eu me iniciei nos rudimentos do hebraico bíblico. Posso dizer que eu pouco evoluí. Não consigo ler, nem me aventuro, um texto completo ainda. Já domino um pouco a gramática. Mas eu não tenho pressa. Ontem mesmo estudei mais um pouco. Hoje também. Não obstante o atulhamento de diários do que sou circundado. Tenho 26 diários. Sem falar nos conselhos de classe. Mas é a minha profissão que exige uma certa burocracia. E eu gosto da burocracia, porque trabalhei anos a fio numa seguradora. E eu adoro trabalhar. O trabalho é salutar aos homens no que Voltaire estava certo em suas máximas. Não é raro vermos pessoas adoecerem após a aposentadoria. Eu quero trabalhar a vida inteira. Quero pensar a vida também e nisso a filosofia muito pode contribuir. Sei que as minhas ideias não tem uma caixa de ressonância devida e adequada, não obstante chatear todos aqui com panegíricos de pessoas que entendem do babado. Mas eu vou escrevendo no blog, dialogando com as pessoas. As pessoas me perguntam como penso dessa forma. Nem eu sei. É porque sou muito problematizador. Eu consigo captar as filigranas. É um dom meu. Mas tudo vem de muito estudo. Por isso é importante estudar muito. Eu leio sobre tudo. E é por isso que eu consigo amarrar  os conceitos e articulá-los.  Não acredito nessa coisa de gênio. E vejam: não estou falando de mim. E nem sou tão metido assim como pareço. Eu sou muito brincalhão, irônico e bem humorado. Mas no blog eu passo esse meu lado gauche que não tenho. Quanto ao grego, venho estudando também. É incrível como domino menos os textos do que a gramática. Mas fazer o que, se esse é o meu vício ou vezo?   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho tido muita vontade de postar ultimamente. Quem escreve, julga importante aquilo que escreve. Eu já julguei tembém importante registrar um poema, um conto, um pensamento crítico filosófico. Mas eu não tenho tido mais vontade de escrever contos, poemas, poesia, filosofia. Ando meio blasé com a escrita. Também não acho importante escrever e muito menos quem escreve. Não que a pessoa não seja importante. Convenhamos: aquela aura de escritor perdeu-se há muito com a nova pós-modernidade. A escrita vale tanto quanto a fala ou como o próprio silêncio.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho autorização para apresentar os e-mails recebidos sobre os meus estudos. Como esses escritores estão ainda vivos e com muita saúde, graças a Deus, dou a devida oportunidade de denegarem o que escreveram ou disseram. Não quero ser passado por mentiroso. Abro democraticamente esse espaço para que se esclareçam quaisquer dúvidas a respeito. Quanto aos meus estudos filosóficos, só rasgarei os e-mails, que estão guardados a sete chaves, se provarem que digo algo sem sentido. Caso contrário, vão ficar para a próxima geração esquentar a cabeça. Pelo menos não morrerão de tédio  nem ficarão sem projetos filosóficos para os próximos cem anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já ouvi falar - ou se não me engano é o meu daímon que vive me perturbando - que eu pareço ser um cara arrogante. Às vezes, até penso que as pessoas têm um pouco de razão. Mas se querem saber: se eu fosse escolher um amigo para a toda vida, eu, sem dúvida, me escolheria. E olha a boca pequena já dizendo: vai ser narciso assim... Não é... É porque me conheço. Sou amigo. Não traio. Mulheres traí muitas. Mas não traio o amigo, o colega de serviço, o professor etc. De maneira que só as mulheres comigo que correm grandes riscos, mas isso para não falar que é algo que se compensa, porque as trairei evidentemente com outras belas mulheres. De modo que se equilibra a Dow Jones. Mas aquilo que as pessoas pensam que é arrogância é na verdade o meu lado exacerbadamente crítico de um mundo que vem se despencando aos poucos e que está entrando num tremendo colapso. As pessoas não percebem que repetem o que abominam. Exemplo:detestam jogos escusos de determinados políticos ou abominam o preconceito e criticam, só que agem da mesma maneira na literatura, poesia, filosofia e por aí vai...então alguém tem que chutar esse balde e eu então empresto a minha destra, porque de canhota sempre fui meio grosso...Outra coisa: não tenho padrinhos midiáticos, portanto a minha fala é quase que inócua, mas mesmo assim tento. Quem, se não for eu, poderá testemunhar que já fui chamado de gênio pelos meus estudos de filosofia, por escritor de renome no Brasil? Quem guardará os e-mails que recebi de intelectual brasileiro dizendo que os meus estudos são valiosos e interessantes? É isso que é arrogância? Se não me dão nem uma bolsa de estudo - eu que quase destruí a minha vida para estudar - enquanto que meros puxa-sacos (que não criaram absolutamente nada na vida) viveram e vivem viajando pra lá e pra cá tudo a soldo de nossos impostos...? Alguém tem que falar por mim, por isso nasci com os meus próprios dedos afiados... Saibam que eu nunca serei um esmoler... &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Mestres e Doutores: a mais nova classe proletária do Brasil; abastece com o seu exécito de desempregados a indústria do ensino do Brasil. Deverá surgir, em breve, o mais novo sindicalista do Brasil. Será um antípoda de LULA. O sistema capitalista deu o maior nó jamais dado em toda a sua história: escravizou o intelectual, tornando-o um refém da indústria cultural. Com isso, matou vários coelhos numa só talagada. Depois dizem que é no sistema capitalista que encontramos burros....! Ó Deus...livrai-nos dos ignorantes....! &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Há muita discussão acerca da técnica – sobre os seus benefícios e malefícios. A filosofia contemporânea é testemunha disso. Se escrever é uma técnica, antes de ser um registro, ou - como querem alguns, uma expansão da memória, o certo é que o Homo pluralis (coetâneo dessas tão variadas formas de técnicas) caracterizou-se pelo pleno domínio das mesmas, querendo se apoderar ou esvaziar também outras formas de possibilidade. O Homo pluralis, de forma sumária, é o epítome desse domínio da técnica, a técnica como destruição exemplar (de apoderamento.) É impossível para o Homo pluralis o não domínio de quaisquer técnicas que sejam. E sob o Homo pluralis, subjaz uma outra categoria, que seria denominada de Homo pluralis artium. O Homo pluralis artium aponta os seus cinco sentidos, e, por que não dizer, o seu sexto sentido - porque está sempre à espreita – para a música, para a poesia, para a pintura e para toda forma de literatura. Onde possa emergir um pensamento, o Homo pluralis artium tenta lançar a sua canga. Não que isso fosse pernicioso em sua tentativa. &lt;br /&gt;É de pleno direito do Homo pluralis exercer o seu livre arbítrio. Mas o Homo pluralis, às vezes, ultrapassa os limites de sua capacidade. Porque quanto mais toca, mais pinta; porque quanto mais pinta, mais escreve; porque quanto mais escreve, mais se perde em seu livre arbítrio, tangenciando por vezes um livre arbítrio mais meticuloso. O Homo pluralis parece-se, por vezes, com um rei tântalo afoito, que se livrou das duras algemas dos tártaros, impostas por júpiter, o pai e o soberano dos deuses. Esse rei tântalo liberto e libertino, perdido, agora precisa devorar tudo que se lhe apresenta e o que não se lhe apresenta também. Não lhe apraz o acoitamento reflexivo de um Epimênides cretense. Não, ele quer mostrar as suas artes, os seus manejos: ars artibus tão somente. O Homo pluralis artium assemelha-se mais a um autonarciso, que confunde e se confunde num lago poluído de escrituras e de suportes mal-acondicionados. O Homo pluralis contamina o jardim de adônis de Platão, plantando sementes em demasia. O Homo pluralis distorce o enunciado de amor fati de Nietzsche, ou não compreende deveras. Mas se é na minudência que encontraremos o nosso centro, forçoso será, pois, engendrar um Homo minimus? Será que na minudência que encontraremos o nosso centro, o nosso ponto arquimédico? Será mister, de vez, restabelecer esse velho embate: Homo pluralis versus Homo minimus? Antes de ser um neo-renascentista o Homo pluralis faz morrer toda tentativa de renascimento. Mais uma vez: o Homo pluralis antes confunde do que ilumina. Vivemos na verdade numa era trevas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como eu gostaria que o mundo fosse feito de sábados e domingos. Não porque eu seja um divino vagabundo, muito pelo contrário. Porque enqüanto alguns, aqui em Sampa, assistem ao péssimo jogo entre Corinthians e Inter, eu conectado estou no meu velho toshiba 2060cds - que nem sei bem como o adquiri. De sorte que se eu estivesse, neste exato momento, escrevendo para alguma coluna de jornal ou revista, eu estaria trabalhando no conceito nonsense da sociedade capitalista. Mas o que quero dizer com tudo isso? Quero dizer que nos sábados e domingos há praticamente um afrouxamento da vigilância do sistema: as cobranças, tanto físicas como pecuniárias, diminuem em um percentual que eu não saberia explicar. Há, parece, um tipo de perdão universal. Em determinadas casas - só em determinadas casas - mas a proporção pode-se aplicar para todos, come-se com fartura, as dívidas dos irmãos e parentes são momentaneamente esquecidas ou olvidadas. No campo de terra ou no society o patrão não briga com o seu subordinado, às vezes até, muito pelo contrário, inverte-se a relação, e ainda lhe pede um passe bem articulado e que lhe lance de trivela... Mas é só se anunciar a face mórbida da segunda-feira para que tornemos a ouvir no rádio, na tv ou na internet, sobre a pizza do mensalão, ou da cassação deste ou daquele deputado. Agora pergunto: haveria tanta necessidade de tantos colóquios e congressos para o bem-estar da humanidade? Não vemos, por que não queremos enxergar? Ou enxergamos, porque vemos? Já se disse alguma vez que precisamos ter um certo equilíbrio de nosso centro - um tipo de desafio - senão o barco vira e caímos naquilo que Heidegger chamava &lt;br /&gt;de um ser-para-a-morte. A angústia primordial... Bem...não quero entrar nessas de Dasein, onto, ôntico... Acho tudo isso uma grande besteira... &lt;br /&gt;O mundo é muito, muito mais simples do que imaginamos... &lt;br /&gt;E eu como um mágico, tento aplicar todos os meus velhos truques...&lt;br /&gt;Guardo ainda comigo uma porção deles todos...&lt;br /&gt;Até que um dia eu resolva mesmo não mais brincar &lt;br /&gt;de louco prestigitador barato...    &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Dias desses, vagando no emaranhado da solidão da cidade,&lt;br /&gt;vi um filósofo perdido solicitando uma simples informação&lt;br /&gt;a um fílax raso maleducado. Naquele momento, senti&lt;br /&gt;o embate que se estabelece, quando se cruzam dois seres&lt;br /&gt;de prosápias bem distinatas. O primeiro: taciturno, educado,&lt;br /&gt;consciente do malogro da vida, piedoso e meio perdido em&lt;br /&gt;seu labirinto de idéias. O segundo: olhar falso, olhos esgazeados,&lt;br /&gt;como alguém que tivesse tomado um susto ao ver tão sublime figura&lt;br /&gt;à sua frente -- e ainda por cima -- como se não bastasse: &lt;br /&gt;truculento e pedante... Como poderia haver um diálogo &lt;br /&gt;entre ambos? Coisa quase impossível&lt;br /&gt;de acontecer, mas aconteceu... Havia, na verdade, ali,&lt;br /&gt;naquele momento, uma inversão de valores... &lt;br /&gt;Quem pedia a informação era o filósofo ao fílax e não o fílax&lt;br /&gt;ao filósofo... Isso, em si, já denota de forma cabal e evidente&lt;br /&gt;a decadência de uma cidade já em frangalhos... &lt;br /&gt;Quando é a soldadesca e não o filósofo que dá as &lt;br /&gt;respostas e as diretrizes para a cidade, &lt;br /&gt;já é hora também de se declarar guerra &lt;br /&gt;à imbecilização do mundo... &lt;br /&gt;Mas a massa inastuta, como naquela caverna de Platão, &lt;br /&gt;continua a seguir os passos da soldadesca ignara...&lt;br /&gt;É como se bem diz naquele sábio e antigo refrão irlandês: &lt;br /&gt;'coitados do filósofo e da filosofia que tentam &lt;br /&gt;ingenuamente sobreviver &lt;br /&gt;sozinhos &lt;br /&gt;na cidade &lt;br /&gt;dos semibárbaros...' &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Literatura e os quatro segredos de Palene&lt;br /&gt;Sinceramente, quando me perguntam o que é literatura,&lt;br /&gt;eu fico embaraçado, dou volteios, explico, indago-me,&lt;br /&gt;reexplico, tento convencer-me, desconvencendo-me daquilo&lt;br /&gt;que eu tinha como certo, recoloco uma outra questão,&lt;br /&gt;e saio com mais dúvidas do que tinha antes.&lt;br /&gt; Na realidade, às vezes, seria muito mais fácil explicar o que não seria literatura. &lt;br /&gt;Quando não conseguimos explicar o que é uma coisa,&lt;br /&gt;é melhor julgá-la pela sua extrema polaridade ou por aquilo &lt;br /&gt;que ela não é. E aí tento ir ao seu extremo: uma notícia de &lt;br /&gt;jornal seria literatura? Depende... Seria e não seria... &lt;br /&gt;Não seria pela sua intenção primária, mas poderia &lt;br /&gt;vir a ser (in fieri)  -- giginéstai -- &lt;br /&gt;em sua forma secundária...&lt;br /&gt;Já ouvi muito falar sobre a intencionalidade&lt;br /&gt;do poeta -- na estesia intencionada -- &lt;br /&gt;o que lhe daria foros literários...&lt;br /&gt;Mas mesmo assim coloco as minhas madeixas de molho... &lt;br /&gt;Não me estou muito disso convencido...  &lt;br /&gt;A pergunta-chave, ao que me parece, seria, sob o meu ponto&lt;br /&gt;de vista, sobre o que é boa e má literatura... &lt;br /&gt;Mas aí também poderíamos circundar num fio de navalha &lt;br /&gt;tênue, fino e arriscado... &lt;br /&gt;Opondo Platão a Aristóteles, eu imaginaria a literatura &lt;br /&gt;menos como mimesis e mais como mundo&lt;br /&gt;das idéias... &lt;br /&gt;Um universo paralelo, particularizado, com&lt;br /&gt;seu demiurgo próprio... &lt;br /&gt;Um protoDeus imaginário..&lt;br /&gt;De modo que literatura seria, de uma certa maneira,&lt;br /&gt;uma vávula de escape para o seu autor, ou a recriação &lt;br /&gt;de um mundo dado... &lt;br /&gt;Polifuncional é a literatura: recria um mundo, &lt;br /&gt;prenuncia uma chegada, distorce o já vivido, &lt;br /&gt;contesta o tido como aceitável...&lt;br /&gt;Literatura é tudo, menos realidade...(!?)&lt;br /&gt;E realidade...(?!)&lt;br /&gt;Tudo depende de seu criador... &lt;br /&gt;Quem agora duvidaria que seríamos meros personagens&lt;br /&gt;de um autor alucinado?...&lt;br /&gt;Eu cá para mim tento cumprir o meu papel...&lt;br /&gt;Vivemos na verdade num mundo ficcionado... &lt;br /&gt;Uma verdadeira ficção...&lt;br /&gt;E não sabemos mesmo muito bem &lt;br /&gt;como tudo isso se acabará... &lt;br /&gt;Espero que não seja como aquela antiga frase &lt;br /&gt;de Churcill ou como um dos perosnagens de Kafka: &lt;br /&gt;sangue, suor e lágrimas, nos equilibrando&lt;br /&gt;em cima de um arriscado trapézio...&lt;br /&gt;Só sei que nossa história está sendo muito bem escrita...&lt;br /&gt;E ele poderá se chamar -- o seu autor -- um dia &lt;br /&gt;-- Proteu -- o guardador dos quatro &lt;br /&gt;segredos de Palene... &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;BAILE DE MÁSCARAS&lt;br /&gt;Homens atropelam-me vindos dos seus bailes de máscaras&lt;br /&gt;Ponho o meu sapato mocassim damasco&lt;br /&gt;E caminho pelas alamedas pensando em Tessália&lt;br /&gt;Halicarnasso, Éfeso e Esmirna&lt;br /&gt;A menina do outro lado da calçada é minha&lt;br /&gt;Cólquida perdida&lt;br /&gt;Seus cabelos de cor sépia lembram-me oxidados&lt;br /&gt;Astrolábios&lt;br /&gt;Há muito naufrago neste mar imenso e revolto&lt;br /&gt;Ó Zeus &lt;br /&gt;Dá-me já as tuas argos e deixa-me partir para Bizâncio&lt;br /&gt;guerra civil ou guerra entre civis &lt;br /&gt;Ouço muito falar que estamos numa guerra civil. Isso se dá mais&lt;br /&gt;por uma falta de análise dos conceitos. Eu, a meu modo, julgo&lt;br /&gt;que vivemos uma pequena (quiçá) guerra entre civis, do que &lt;br /&gt;propriamente uma guerra civil. Se eu fosse um desses filósofos,&lt;br /&gt;que andam fazendo palestras por aí, eu diria que se trata mesmo&lt;br /&gt;daquilo que se denomina de senso comum da nação. Antes de serem&lt;br /&gt;conceitos que se cruzam e que se interligam, esses dois conceitos&lt;br /&gt;são antes antípodas do que qualquer outra coisa. A saber:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# se estivéssemos numa guerra civil, os nossos cidadãos não&lt;br /&gt;estariam se automutilando uns aos outros pelas ruas da pólis;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# haveria uma maior organização e conscientização dos cidadãos, &lt;br /&gt;ou o que poderíamos chamar de uma iluminação da caverna platônica;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# o alvo em si não seria o concidadão, mas sim o estado;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# o estado sabe que enquanto houver guerra entre civis,&lt;br /&gt;não haverá em hipótese alguma uma guerra civil;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# ou seja: a guerra entre civis torna-se um anteparo de&lt;br /&gt;um estado inepto, inapto e impotente -- mas que se quer&lt;br /&gt;perene no poder;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# guerra civil implica organização dos cidadãos (bonus sensus);&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# guerra entre civis (comunis sensus);&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# na guerra civil cai o estado;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# na guerra entre civis caem os cidadãos;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# na guerra entre civis -- interesse por bens do sistema capitalista;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# na guerra civil -- valorizam-se o cidadão, a ética e um certo tipo de moral;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# na guerra entre civis -- livre mercado e livre concorrência;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# na guerra entre civis -- controle de preços;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# na guerra civil valoriza-se o todo;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Princípio da Identificação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julgo, a meu ver, que há um erro, quando se tenta chamar&lt;br /&gt;A é A de Princípio da Identidade. Penso que seria&lt;br /&gt;muito mais adequado chamá-lo, neste caso, de Princípio&lt;br /&gt;da Identificação. Pois vejamos: com efeito, se chamarmos&lt;br /&gt;(A)1  sujeito e (A)2 predicado, não poderemos&lt;br /&gt;ter identidade, mas sim identificação de (A)2 com (A)1.&lt;br /&gt;(A)2 sendo predicado de (A)1 -- portanto menos &lt;br /&gt;universal que (A)1.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O tempo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saio para dar uma volta. Passo pela padaria. Tudo fechado ou quase tudo.&lt;br /&gt;A farmácia com aquela interiorana indolência. Escritores em férias. A angústia&lt;br /&gt;tem dias marcados (calendários). A angústia precisa de férias. Angústia: a serviço &lt;br /&gt;da alma despedaçada. Não há o que reclamar. A megalópole trabalha com um terço &lt;br /&gt;de sua capacidade. Ou quase um terço. Para quê poetas? Ensaístas? &lt;br /&gt;Descansam em suas belas praias. Quem iremos atacar? Poetas e escritores &lt;br /&gt;que escrevem uma litetratura diferente da nossa? O mensalão que está também &lt;br /&gt;em férias? Resta-nos recostados no espaldar da cadeira. Fazer novos projetos.&lt;br /&gt;Agradecer a Deus o ano que passou. Nas ruas o tempo chumbo, plúmbeo&lt;br /&gt;de sampa. Nas estantes os livros com suas largas lombadas. A floresta&lt;br /&gt;negra de Heidegger nos visita. Estamos em férias. O tempo se dilata no&lt;br /&gt;relógio. A folha seca a rolar na calçada. Os meninos brincando de mãe-da-rua.&lt;br /&gt;Ruas tépidas. Silenciosas. Silêncio do tempo. Jornais com manchetes amanhecidas &lt;br /&gt;e reinventadas. O tempo estanca na memória. De quê me serve Nietzsche &lt;br /&gt;se não há nenhum ressentido à espera de uma farpa? O desespero de quem &lt;br /&gt;se vê só. O tempo se dilata. O corpo carpe diem. Dois inimigos se afrontam:&lt;br /&gt;corpo e alma. Preâmbulo de uma sonata anunciada com os seus labirintos. &lt;br /&gt;Quem nos dera de novo a fissura dos tempos com os seus relógios... &lt;br /&gt;Tempo que se esvai...corre...nos escapa... &lt;br /&gt;Balas, molotovs, granadas, perfídias... &lt;br /&gt;É assim que essa cidade pulsa, avança, destrói, se destrói, recomeça&lt;br /&gt;e se reinventa...&lt;br /&gt;Tempo... leitmotiv de nossas desesperanças perdidas...   &lt;br /&gt;O que seria de nós sem esse descompasso com o futuro, &lt;br /&gt;somente esse silencioso tempo sobre as nossas cabeças desprotegidas&lt;br /&gt;de inveja e maldade perniciosas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ao contrário de Cioran que parou de escrever por ter se cansado de caluniar o universo; eu ainda, pelo meu lado, continuarei escrevendo - enquanto o universo insistir em me caluniar. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Às vezes me sinto como quem perdeu uma batalha. Um soldado perdido que não foi á guerra. Um sujeito desamparado. Monólogo ensimesmado. Conversas fora de escala. Soldado B2 do terceiro distrito. Adstrito ao meu registro. Memorandos para mim mesmo. E no entanto sinto que a guerra ainda não me foi perdida.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;John Cage: empresário. Duzentos e vinte e quatro mil dólares mensais. Freqüentador do Banana Café, nas noites de quintas a domingos. Na Wall Street brasileira,ouvimos passos  apressados. Cuidado! Iminência de novos assaltos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No princípio bem no princípio havia o silêncio de Pascal o buraco negro havia havia estrelas estelares magnificências tudo prelúdio de um nada hoje nesse princípio-precipício sentados harmoniosamente no prepúcio de um míssil ereto-eréctil-erosivo aqui nos encontramos no princípio bem no princípio havia o silêncio não esse silêncio no princípio havia o silêncio silêncio de Pascal magma da magnânima estrela. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O homem estético de Kierkegaard é o primeiro da tríade numa leitura ascendente. Para não o rebaixarmos e dizermos ser o último. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ontem li um pequeno ensaio de Edward Said sobre os intelectuais. São 4, 5 ou 6 que compõem o livro. É da Cia das Letras. Traduzido pelo M. Hatoum. Gostei da leveza do ensaio. E concordo em gênero, número e grau no que ele diz. Estamos nos ressentindo de intelectuais desse naipe, que falam o que todos querem ouvir. Uma voz de passarinho. Li o ensaio em duas partes. A primeira foi logo após a programação da cultura que julguei boa ontem - (Um documentário sobre Barbosa Sobrinho, e lá vemos Hélio Fernandes, Montuello, Brizola e Darcy Ribeiro. Nunca li nada de Darcy Ribeiro. Tenho os seus dois livros ainda lá nas minhas estantes parados. Sei que tem gente do meio que desgosta um pouco dele. Eu só o conheci por entrevistas, e achava-o genial. Aquela coisa das mulheres, fugir do câncer para escrever um livro, as índias e esse ufanismo que de uma certa forma se faz necessário -- depois Hermínio Belo de Carvalho). A segunda foi para aplacar uma insônia lá pelas três e pouco de la matina. E não quero entrar aqui em maniqueísmos tolos. Precisamos antes ver as sínteses do que as contradições. Eu que tanto aqui falo nessa contradição do Paradoxo do Zero. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Todo homem se vende, quando não; é porque está remarcando o seu preço. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O homem sadio é racional; o homem doente é cordial; só não o é com a sua própria morte.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No hospital o homem doente vê o seu destino cavalgar sobre os outros ombros dos outros homens doentes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O homem sadio aspira à eternidade; já o homem doente a rejeita mesmo estando junto a ela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-8969302455737490592?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/8969302455737490592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=8969302455737490592' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/8969302455737490592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/8969302455737490592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/09/sentado-num-cafe-em-sampa-um-dia-desses.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-6563196167292913576</id><published>2010-09-05T17:58:00.001-07:00</published><updated>2010-09-05T17:58:30.611-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>28/08/2007 &lt;br /&gt;ESTUDOS PARTICULARES SOBRE A VONTADE DA CAUSA EFICIENTE &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero tomar aqui o sentido estrito de pragmatismo que via de regra é confundido com intencionalidades particulares de interesses, quando não de interesses de grupos também. Sendo verdade, portanto, aquilo que é útil, mas não no sentido geral – mas útil aos esotéricos pragmatistas com seus téloi políticos. Mas queria aqui raciocinar, e não saberia usar uma palavra para substituir a própria palavra pragmatismo, senão pragmatismo mesmo. Então vejamos: será que todo nosso escopo filosófico - e aqui estou falando tão somente da teoria do conhecimento - não teria de per si a vontade de conhecer com uma vontade prática?  Uma colher serve para quê? Muitos dirão, talvez, que serve para tomar algum líquido, algum remédio, raspar o tacho de um arroz etc...Ou seja: teria numa relação de respostas numa certa hierarquia culminando até na sua total inutilidade. Mas por que respondemos que a colher serve para essas coisas? Resposta: porque provavelmente tivemos uma relação prática ou de utilidade com ela, como seres cognoscentes do objeto colher. Todavia, se também perguntarmos ao fazedor da colher sobre os téloi da colher, obteremos provavelmente quase que a mesma hierarquia de respostas – obviamente não como arroladas aqui – mas quase numa perfeita conjunção e intersecção entre sujeito, objeto e causa eficiente. Posto que a verdade, nesse sentido, está estabelecida pela sua primeiridade ou ousía primeira. De modo que ter relação de conhecimento com objetos em que a sua causa eficiente está aí para ratificar não seria de todo um problema quanto à obtenção de sua verdade. É mais óbvio ainda que poderíamos nos dispor a elucubrar sobre a colher naquilo que ela tem de especificidade e de sutilezas, sobre a sua forma etc. Mas estaríamos, não obstante ou apesar disso, negando a sua intenção de ser colher. Posto que se trata de uma causa final ou vontade da causa eficiente. Já problemas conceituais e metafísicos como Deus, alma, etc tornar-se-iam um pouco mais difíceis de se resolver. Portanto, dentro desse escopo e dessa lógica, tudo que há, há pela razão da causa suficiente. Mas qual seria a causa eficiente então de Deus? Nesse sentido teríamos, então, que dizer que o problema não só passa pelo sujeito cognoscente nem somente pelo objeto em si, mas pela vontade da causa eficiente de Deus, que nesse caso poderia ser Deus-mesmo e a sua vontade de ser causa, forma, matéria e fim de si mesmo. Posto que quando perguntamos por Deus, como seres cognoscentes, sabemos - mesmo que intuitivamente e seriam nesse sentido vários saberes distintos – por qual Deus perguntamos, senão não perguntaríamos sobre Deus. Ainda, nesse sentido, queremos explanar que o problema deixa de ser um problema dicotômico entre sujeito e objeto, podendo sem dúvida também estar presente em ambos, mas o objeto só terá a verdade em si, e o mesmo ocorrendo com o sujeito, quando tivermos o devido conhecimento da vontade de sua causa eficiente. Ou seja, para resumir, a verdade está na vontade da causa eficiente, podendo estar no objeto e no sujeito também. Já no caso do primeiro motor de Aristóteles, eu diria que a vontade se encerra em si mesma. Mas a pergunta ainda é: se todos tivéssemos um dia o pleno e verdadeiro conhecimento de Deus, será que nesse mesmo dia não O utilizaríamos para as nossas não menos particulares verdades? A verdade que queremos conhecer para melhor usá-la e dela nos atribuirmos? Se, ainda, porém, não temos a verdade primordial, assim vivendo vamos com as nossas particularidades de verdades. Sendo o nosso propósito uma segunda causa eficiente de uma primeira vontade ainda desconhecida. Mas não é por isso que eu chamaria isso de pragmatismo, mas de solução particular e momentânea de um problema, não menos ainda que particular. E sabendo-nos sabedores da verdade-primeira da causa eficiente, quem nos garantiria, também, que não a usaríamos em nossas particulares e secundárias intenções, só para o mero pretexto de nos ajudar a nos justificar em nossos particulares intentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WILSON LUQUES COSTA&lt;br /&gt;Sem revisão final.&lt;br /&gt;SÃO PAULO, 31 DE JULHO DE 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-6563196167292913576?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/6563196167292913576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=6563196167292913576' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6563196167292913576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6563196167292913576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/09/28082007-estudos-particulares-sobre.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-6453788835526167844</id><published>2010-09-05T17:53:00.000-07:00</published><updated>2010-09-05T17:54:05.445-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Cassirer – o poeta de Davos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diz Cassirer na introdução do seu belíssimo ensaio: O mundo humano do espaço e do tempo, “o espaço e o tempo são a estrutura em que toda a realidade está contida.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com efeito, onde situar então o poeta , esse ser com infinitos apodos? É-se poeta quando querem achincalhar; é-se poeta quando querem destituir toda e qualquer argumentação filosófica; é-se poeta quando querem, de forma sub-reptícia, alijar de toda e qualquer escola ou confraria, na qual são estimulados e desenvolvidos - até quase o seu esgotamento, todos os argumentos físicos e metafísicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de se supor que ao poeta cabe então o espanto ao se deparar com conceitos estranhos à sua arte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta, de repente, entra numa aporia. O poeta mal sabe, mas já está fazendo filosofia, na pura acepção da palavra. Ele que é destituído de toda racionalidade. Passa então a ser um puro fato, uma facticidade. O poeta e a sua derrelição. &lt;br /&gt;Nesse sentido, onde a possibilidade do real do poeta, se já não tem nem mesmo no mundo fenomenológico condições de conceber o seu espaço e tempo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será por que o poeta com a sua largueza excede as medidas e as limitações espaciais e temporais? Por isso considerado por quase todos como um nefelibata que nada resolve? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será por que, como Cassirrer situa no texto sobre as crianças, tem de aprender ainda “muitos talentos.” De modo que o poeta seria, por conseguinte, uma mera criança no universo filosófico, caber-lhe-iam apenas os jogos de devaneio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devaneio não no sentido de delírio, mas sim no seu sentido mais literal, pensar nas coisas vãs. Ao poeta não cabe pensar no universal. Seria pura tautologia; um jogo de metáforas, catacreses, metonímias, oximoros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um Proteu, lhe cabe a transfiguração, a prestidigitação. Por isso o poeta, muitas vezes, comparado ao gato, melindroso felino. Mas o gato não é constituído de palavras. Ao gato não cabe a nomeação. Gato não aspira a ser um demiurgo e muito menos os que levam a chalaça de poeta. Não é o poeta que se intitula poeta; antes muito pelo contrário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raras são as vezes em que isso ocorre, e quando ocorre, creiam ou creia, não passa de lídimo cabotinismo, lídimo narcisismo mal resolvido. Onde então a linha tênue entre poeta e filósofo; filósofo e poeta? Não seria também o filósofo um meio fio? Para os poetas não passa de um cientista; para os cientistas não passa de um poeta fracassado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá vai o filósofo trabalhar as suas antinomias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Platão, na certa, o salvou: “uma lei estabelece que no primeiro nascimento, a alma não entra no corpo de um animal; aquela que mais contemplou gerará um filósofo.” Muitos deturpam e desconsideram o filósofo, como deturpam e desconsideram os poetas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Platão, em Fedro, dizia dos poetas, referindo-se aos graus ou cânones: “a do sexto terá a existência de um poeta ou qualquer outro produtor de imitações.”- e Platão vai além: “nenhum poeta ainda cantou nem cantará a região que se situa acima dos céus.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resta ao poeta então o chão, mas onde pousar as suas asas aladas, as suas asas de gigante nos versos de Baudelaire. Um albatroz é desengonçado, chega mesmo a ser ridículo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se pergunta: quem cantará? Quem poderá melhor falar dos universais do que um ser universal? Poderiam responder que Nietzsche, pois estudado na cátedra como filósofo respeitado por muitos; mas Nietzsche já dava a sua réplica em Ecce Homo: “Deus”, “imortalidade da alma”, ‘redenção”, “além”, todos esses são conceitos que nunca levei em conta; nunca com eles sacrifiquei o meu tempo, nem mesmo em criança.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que Nietzsche comparava os filósofos às crianças? Se assim for, o poeta não estaria isolado. E lá vem Nietzsche de novo: “nem mesmo em criança; talvez nunca fosse bastante ingênuo para fazê-lo.” Assim o poeta e o filósofo numa aporia absoluta se confundem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Davos, Suíça, em 1929, por ocasião dos encontros universitários ocorridos naquele país, o filósofo judeu, Ernst Cassirer, foi vítima das lancinantes palavras de Heidegger que defendia a “necessidade de uma destruição daquilo que foi até agora o fundamento da metafísica ocidental ( o Espírito, o Logos, a Razão)”. Naquela ciclópica luta, quem o filósofo; quem o poeta? Quem o dono da verdade? Seria essa violência já um estofo de um espírito maior? Mesmo os mais sagazes filósofos, atribuem-se de ferramentas poéticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A metáfora, não inconsequentemente, torna-se um baldrame bem seguro nas mãos dos filósofos. Às vezes para se falar de Estado, fala-se de Espírito. Mas como, se o que não se pode dizer deve-se calar? Mas e as metáforas dos poetas? Por que não falar como se deve? Por que o discurso que se faz por meandros? Por que o discurso que serpenteia nas encostas da dissimulação, fazendo, assim, tropeçar nos tropos? Para instaurar.... um sistema...ou qualquer coisa que o valha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o poeta fala por metáforas, porque pretende recriar um mundo que não lhe cabe. Nesse sentido o poeta torna-se o antípoda do filósofo, pois já carrega o espírito destruído. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caímos novamente na filosofia: Qual espírito? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta não quer fazer um mundo. O poeta não cabe, mas também não quer caber. O poeta é pura contingência. Ele está aí no mundo. Dasein? Também não! Ele habita um mundo inóspito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos que opõem o poeta à ciência. Chega a ser excludente tal relação. O poeta não é inimigo da ciência. O poeta se pergunta, tal como o filósofo. A diferença é que o poeta responde, ou tenta responder, mesmo que errado. Dizer que o poeta não pergunta sobre os universais, seria como dizer uma falácia. &lt;br /&gt;Dizer também que a poesia nada resolve, como se a ciência viesse dar conta de tudo, é outro erro crasso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar em juízos sintéticos a priori como se fossem a panacéia é uma quimera. Parece que todos correm tresloucadamente no intuito de descobrir o primeiro juízo sintético a priori. &lt;br /&gt;Sabe-se que na literatura, James Joyce, autor irlandês, que escreveu Ulisses, dizia que deixaria os pósteros enlouquecidos e parece que Kant, antes, o mesmo fez também &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kant, com a sua benevolência e com a sua revolução copernicana, quis dar uma sobrevida à metafísica, afirmando, na Crítica da Razão Pura, que a matemática ou a física é a que lhe daria uma última dose de alento, assim como se aviam remédios de tarja preta a doentes terminais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí todos a correr em busca dos cálculos exponenciais e excepcionais. Muito se afirma aqui e acolá da universalidade da matemática e da sua não contradição, dos axiomas perfeitos. Como se se pudesse falar daquilo de que não se conhece. Desolado e deprimido, o poeta põe a cabeça entre os joelhos, ergue as mãos para os céus e invoca Deus. E por qual Deus? Nada de filosofia ao poeta. Esse Deus, que ele próprio concebeu para si, lhe basta, sem maiores elucubrações. Deixa de ser filósofo. Aliás, nunca o fora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kant na sua sobeja experiência não se furtava entretanto de dar à arte um último suspiro e, de uma forma ou de outra, lhe dava também uma certa dignidade. Kant além de gênio era astuto, ludibriou os exatos, para que o zéfiro soprasse livremente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kant talvez tenha percebido que o poeta fora o primeiro a priori, algo que não se dá como experiência; mas o poeta é um axioma contraditório; o poeta chega a ser mesmo uma inconsistência - seria como uma tal multiplicação: [1 X 0 = 0] que nada resolve - seria equiparado àquele matemático, quando afirma que [ 0 X 1 =0 ]; outra inconsistência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos, nesse sentido, dois poetas. O poeta e o matemático: o poeta das metáforas; o matemático; poeta dos números anódinos que só dão conta do real, dessas coisas comezinhas: duas pêras mais duas pêras são quatro pêras, sem atentar para o fato de um mundo de não-pêras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso tautologias em cima de tautologias. Por isso esses banquetes do saber. Por isso essas ágapes filosóficas, seja em Davos, onde também esteve Hans Castorp. &lt;br /&gt;Ao menos, Hans Castorp tentava se curar de sua maladia mais real, mas curvou-se à doença filosófica, relegando seus pulmões a um segundo plano. Seus brônquios aspiraram um oxigênio puro, é verdade. Aspirou também um pouco do sutil filosofar de Naphta “que não tinha fé na ciência – visto o homem ter plena liberdade de crer nela....a própria palavra “ciência” era a expressão do mais estúpido realismo que não se envergonhava de aceitar e gastar como moeda sonante os reflexos mais que duvidosos que os objetos sofriam do intelecto humano, e de preparar com eles a mais lamentável e a mais insossa doutrina que já se impingiu à humanidade.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com efeito, qualquer pessoa que soubesse pensar logicamente seria levada a experiências curiosas e a resultados divertidos com esse dogma do espaço infinitos reais; obteria precisamente o resultado: “nada.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que seriam todos: poetas, filósofos e quejandos dotados de certas doenças. E se descobríssemos o primeiro motor aristotélico? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o poeta verdadeiro isso nada significaria - porque “o maior perigo de quem escreve é fazer da pena ou pensamento um ídolo. Ou um título. Quando nos devíamos até envergonhar de ser homens de letras, tal o peso dos venenos morais e outros que elas carregam consigo por nossa culpa.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há poetas que filosofam? Talvez: “uma vez senhor Pi saiu por uma tangente de sua sólida casa redonda e penetrou no futuro antes que os demais. Pálido retornou e exclamou: “Estive no futuro.” E como é?, lhe perguntaram. “Não sei, o futuro é escuro. Não se vê nada porque o sol não sai no futuro, os relógios não marcam todavia a hora e, mesmo se a marcassem, nada se veria porque tudo é terrível como a noite. Não vi nada no futuro e me assustei.” Desde então, o senhor Pi limitou as suas saídas ao estritamente indispensável, sempre dentro de seu raio, e nunca mais saiu de casa sem antes consultar seu horóscopo.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito se fala de : “esse é um esquema.” “Deus está morto.” “As estrelas no céu.” “Conhecimento puro conduz a juízos universais e necessários.” “7 + 5 = 12.” “Duas linhas paralelas jamais se encontram no espaço.” “Absoluto de: Descartes; Kant; Hegel; Bergson.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí vem H.L Mencken, um irônico safardana apunhalando: ”um metafísico é alguém que, quando você lhe diz que dois vezes dois são quatro, ele quer saber o que você entende por “vezes”, o que significa “dois”, e o que quer dizer “são” e por que isto dá quatro. Por fazerem tais perguntas, os metafísicos desfrutam um luxo oriental nas universidades e são respeitados como homens educados e inteligentes.” Mas Schopenhauer já avisava:” o verdadeiro filósofo deverá suportar as intrigas tecidas pela inveja.” Motivo para se ficar com os filósofos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora poesia não tem só o belo. O poeta não é uma ânfora de cristal. Não é algo quebrantável de porcelana. Um poeta é um ser que pensa na sua finitude; não é também um mimético. Larguemos mãos de nos apoiar em colunas porque foram colunas. Todos os ensaios falam de um poeta, aquilo que ele efetivamente não é e pronto. Quem quiser acreditar que acredite. O monturo estaria cheio a esta hora de ensaios maravilhosos. Estiagem em plena primavera. Um dos problemas cruciais do poeta é a morte. &lt;br /&gt;Bem entendido, a sua morte. O poeta pensa para dentro. Poeta não pensa para fora. É apenas um simulacro. Não obstante Galileu, o poeta não deixou de ser o centro de seu universo. A revolução copernicana não se deu com o poeta. Para o poeta o futuro dura muito tempo; ou “o futuro cansa e põe de mau humor. &lt;br /&gt;Dá gana de fumar. Como o cigarro, o futuro também é anacrônico e prejudicial à saúde.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa maneira, poderíamos falar como Cassirer “a poesia é uma forma pela qual um homem pode passar veredicto sobre si mesmo e sua vida”, pode até se dizer que dá para falar de universalidade quando Cassirer afirma: “mas a poesia não é a única forma, e talvez não seja a mais característica, de memória simbólica” e vai mais longe: “Agostinho não relata os eventos de sua própria vida, que para ele mal valiam a pena ser lembrados ou registrados. O drama contado por Agostinho é o drama religioso da humanidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua própria conversão não é mais que a repetição e o reflexo do processo religioso universal – da queda e da redenção do homem.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se ainda dizer que quando ri do poeta, a humanidade está rindo da sua própria queda. O que nos leva a compreender por que “o público de Davos – entre o qual se encontravam Jean Cavaillès, Emmanuel Lévinas, Maurice de Gandillac – não deixaria de sensibilizar-se com a violência contida nos ataques de Heidegger contra o seu colega Cassirer – a quem, no momento da partida, ele recusará estender a mão.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se ataca a poesia, mesmo na figura de filósofos eminentes, já é tempo de se colocar sob alerta. O poeta jamais deixará de ser o farol do mundo. Com Cassirer, em Davos, a filosofia não seria mais a mesma. Cassirer como filósofo saiu derrotado, mas os perjuros lhe lançaram as chamas da poesia. Cassirer se tornou assim o mais recente albatroz da filosofia contemporânea. Nem sempre para se ser poeta é necessária a feitura de versos, às vezes, uma simples ofensa lhe basta. Pode-se concluir então que de Davos puderam-se instaurar um novo olhar e uma nova possibilidade da filosofia contemporânea. Dos inúmeros embates das alturas , às vezes, é mais fácil rir da seta no ar e coxear como o enfermo alado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Albatroz &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, por prazer, os homens da equipagem &lt;br /&gt;Pegam um albatroz, imensa ave dos mares, &lt;br /&gt;Que acompanha, indolente parceiro de viagem, &lt;br /&gt;O navio a singrar por glaucos patamares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão logo o estendem sobre as tábuas do convés, &lt;br /&gt;O monarca do azul, canhestro envergonhado, &lt;br /&gt;Deixa pender, qual par de remos junto aos pés, &lt;br /&gt;As asas em que fulge um branco imaculado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes tão belo, como é feio na desgraça &lt;br /&gt;Esse viajante agora flácido e acanhado! &lt;br /&gt;Um, com o cachimbo, lhe enche o bico de fumaça, &lt;br /&gt;Outro, a coxear, imita o enfermo outrora alado! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta se compara ao príncipe da altura &lt;br /&gt;Que enfrenta os vendavais e ri da seta no ar; &lt;br /&gt;Exilado no chão, em meio à turba obscura, &lt;br /&gt;As asas de gigante impedem-no de andar. &lt;br /&gt;WILSON LUQUES COSTA &lt;br /&gt;2002/SÉCULO XXI &lt;br /&gt;PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-6453788835526167844?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/6453788835526167844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=6453788835526167844' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6453788835526167844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6453788835526167844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/09/cassirer-o-poeta-de-davos.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1645364347798976479</id><published>2010-07-20T14:19:00.000-07:00</published><updated>2010-07-20T14:25:20.357-07:00</updated><title type='text'>CORRESPONDÊNCIAS PARTICULARES</title><content type='html'>&lt;strong&gt;De:  Site Caros Amigos (site@carosamigos.com.br) &lt;br /&gt;Enviada:  quarta-feira, 16 de fevereiro de 2005 13:57:54&lt;br /&gt;Para:  granizosdosdeuses@hotmail.com&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Olá, Wilson&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Obrigada por seu texto. &lt;br /&gt;Ele está pulicado em: &lt;br /&gt;http://carosamigos.terra.com.br/do_site/coluna_leitor.asp no link artigos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Abraços&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tatiana dos Santos&lt;br /&gt;Site - Revista Caros Amigos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----- Original Message ----- &lt;br /&gt;From: Olavo de Carvalho &lt;br /&gt;To: wilsonluques@ig.com.br &lt;br /&gt;Sent: Saturday, April 05, 2003 7:58 PM&lt;br /&gt;Subject: Re: Texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezado amigo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho os seus estudos interessantes e valiosos, mas, no meio da confusão em&lt;br /&gt;que me encontro (v. artigo de hoje no Globo), não me aventuro a examiná-los&lt;br /&gt;como merecem. Aguarde mais um tempo, OK?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olavo de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;From: "Olavo de Carvalho" &lt;br /&gt;To: "Wilson Luques Costa" &lt;br /&gt;Subject: Re: Ensaios&lt;br /&gt;Date: Mon, 22 Sep 2003 15:20:25 -0300&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso fazer nada, a não ser que você queira revisar os textos antes de publicá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezado amigo,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não tenho respondido aos seus e-mails -- e aos de centenas de outras pessoas - por absoluta falta de tempo e sobrecarga de trabalho. O número mesmo de mensagens que me chegam, quinhentas por dia, já basta para explicar a falta de resposta. Se eu conceder cinco minutos para cada e-mail, entre leitura e resposta, o que é um recorde de velocidade, gastarei um expediente integral por dia para responder à quinta parte delas. E não pense que muitas, muitíssimas dentre elas, não sejam tão interessantes quanto a sua e dignas de resposta. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Obrigado pela compreensão,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Olavo de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;From: Olavo de Carvalho &lt;br /&gt;To: wilsonluques@ig.com.br &lt;br /&gt;Sent: Saturday, April 05, 2003 7:58 PM&lt;br /&gt;Subject: Re: Texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezado amigo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho os seus estudos interessantes e valiosos, mas, no meio da confusão em&lt;br /&gt;que me encontro (v. artigo de hoje no Globo), não me aventuro a examiná-los&lt;br /&gt;como merecem. Aguarde mais um tempo, OK?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olavo de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;From: "Olavo de Carvalho" &lt;br /&gt;To: "Wilson Luques Costa" &lt;br /&gt;Subject: Re: ensaio&lt;br /&gt;Date: Sun, 21 Sep 2003 14:45:38 -0300&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então vamos botar os seus ensaios na minha página, OK? Favor confirmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezado amigo,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;´Tenho a maior apreciação pelos seus estudos, e gostaria de ajudá-lo no que&lt;br /&gt;fosse possível...´&lt;br /&gt;precisamente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um abraço do&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Olavo de Carvalho &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poetas invadem a praça &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PublishNews - 23/1/2004 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ocasião dos 450º aniversário da cidade de São Paulo, o projeto O Autor na Praça terá a participação de José Venâncio de Resende, autografando Baronesa de Arary - nobres, pobres, artistas, oportunistas... (Scortecci, 284 pp., R$ 25), e dos poetas Beatriz Helena Ramos Amaral, Betty Vidigal, Carlos Soulier Do Amaral, Cláudio Feldman, Donizete Galvão, Eunice Arruda, Hamilton Faria, Ieda Estergilda de Abreu, Izacyl Ferreira Guimarães, Valdyce Ribeiro e Wilson Luques Costa, em tarde de leituras, autógrafos e textos de Paulo Bonfim, Luís Avelima, Lúcia Ribeiro, Pagú (Patrícia Galvão), Cassiano Ricardo e outros poetas que cantaram a cidade. O evento acontece no dia 24 de janeiro, às 15h, no Espaço Plínio Marcos da Feira de Artes da Praça Benedito Calixto, em Pinheiros. &lt;br /&gt;.................................................................................................................&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1645364347798976479?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1645364347798976479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1645364347798976479' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1645364347798976479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1645364347798976479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/07/correspondencias-particulares.html' title='CORRESPONDÊNCIAS PARTICULARES'/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2537073345246290261</id><published>2010-07-20T14:04:00.000-07:00</published><updated>2010-07-20T14:16:16.163-07:00</updated><title type='text'>A MINHA CRÍTICA SOBRE O LIVRO DE ANTONIO CICERO O MUNDO DESDE O FIM</title><content type='html'>Hoje reli, com caneta e lápis em punho, o primeiro capítulo do livro de Antonio Cicero O MUNDO DESDE O FIM. Abaixo, algumas considerações que faço e que encaminhei via e-mail ao próprio Antonio Cicero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezado Antonio Cicero,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Permita-me colocar algumas ponderações quanto ao primeiro capítulo do seu livro. Gostaria que me respondesse se não for incômodo a você:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 - Logo no início você tenta se apoiar em Platão, Aristóteles, em termos latinos, gregos e germânicos, para tentar persuadir e ao mesmo tempo dissuadir ideias suas e ideias do senso comum´; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2- Você antes de questionar o moderno, já pressupõe que todos saibam o que vem a ser contemporâneo e não questiona o conceito. (Vide o que pensa Agamben acerca do Contemporâneo);&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3 - Com isso, não quero dizer que você deveria saber se Agamben conceitua Contemporâneo do mesmo modo que você;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;4 - Mas é só para ensarmos que poderíamos enveredar pelo conceito contemporâneo, já que se forma pela junção de `con -tempo` -- (qual tempo?); &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;5 - O fato de Platão e Aristóteles fazerem citações, isso não daria uma segurança lógica à argumentação, porque princípio da autoridade;   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;6 - `Quando alguém usa a expressão este instante, está a se referir ao instante em que se encontra´ .  Ante essa afirmação, compreendo que o instante seria uma fragmentação de um tempo universal, que está biunivocamente ligado ao sujeito;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;7 - Posso então dizer que:  AC ----&gt; INSTANTE /  WLC ---&gt; INSTANTE  /  X ---&gt; INSTANTE /  ÔMEGA ---&gt; INSTANTE;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;8 - O instante, nesse sentido, sendo um fragmento (particularidade) de um tempo universal;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;9 -Será que daqui a 200 anos o seu tempo (ac) será o mesmo que de Platão e Aristóteles?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;10 - O instante depende de cada cogito de quantos ichs houver?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;11- Assemelha-se muito ao modus operandi de Descartes, por isso sujeito a críticas que tento elaborar a Descartes ( Não digo mimesis);&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;12 - Quanto às positividades, será que tomando um pouco do conceito ôntico-heideggeriano, seria possível pensar sem o ar e céus ( materiais) ?   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;13 - Ou seja, a razão suficiente só é razão suficiente enquanto o ich pensa ou vive?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;14 - Nesse sentido, poderíamos dizer que a modernidade dar-se-á sempre que houver um ich para conceber o instante?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;15 - Ou seja, a Modernidade é própria dos homens que são e que serão e não mais dos que já foram?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um abraço e o meu muito obrigado&lt;br /&gt;wilson luques costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro Wilson,&lt;br /&gt;1. No livro, digo que Platão elipticamente chamava os homens de sua época de “oi nûn”. “oi nûn” representa “oi nûn anthrwpoi”, sendo “anthrwpoi” elidido. “Nûn” é um advérbio, logo, não é declinável. O sentido de “oi nûn anthrwpoi”, logo, de “oi nûn”, é “os homens de agora”, isto é, “os homens modernos”. Mesmo em Homero já se encontra essa construção, com esse sentido, como se lê no Liddell &amp; Scott. &lt;br /&gt;2. “Agora” significa “neste instante”. No livro, afirmo que “ao dizer (i.e. ao usar a expressão) ‘neste instante’ – ou agora – significo o instante em que ME encontro”. Isso quer dizer simplesmente que a palavra “agora” significa o instante em que eu – seja quem eu for – me encontro. Isso porque a palavra “este” significa algo que está junto a mim, seja quem eu for. &lt;br /&gt;Isso não me autoriza, porém, a dizer que “cada sujeito está biunivocamente ligado ao instante”, de modo que haja tantos instantes quanto sujeitos. Por que? Porque agora é APENAS o instante que está junto a mim, que o penso ou falo, e não o que está junto a outros sujeitos, A MENOS QUE ELES SE ENCONTREM NO MESMO INSTANTE QUE EU. Não há outros instantes que sejam diferentes do meu e, no entanto, sejam ESTE INSTANTE, isto é, sejam AGORA. Se outras pessoas existem agora é porque existem NESTE instante, definido pelo fato de ser o instante em que eu, seja quem eu for, me encontro. Só a primeira pessoa determina o sentido de “este” em cada caso.&lt;br /&gt;Dei um exemplo disso: Sócrates falava “agora”. Mas o “agora” de que ele falava não é mais agora, e sim outrora, pois “agora” se define sempre em relação a mim, que o penso ou falo: enquanto o penso ou falo; e Sócrates não existe mais neste instante. Por outro lado, um contemporâneo meu, como, por exemplo, Wilson, é alguém que existe neste instante: isto é, no instante em que eu também me encontro, logo, alguém que existe agora. &lt;br /&gt;O mesmo, aliás, ocorre com a palavra “aqui”. “Aqui” significa sempre este lugar, isto é, o lugar onde eu me encontro. O lugar onde outros sujeitos, como Wilson, se encontram, não é aqui, a menos que estejam onde eu também me encontro. &lt;br /&gt;3. Sobre a sua observação de que “enquanto for possível cogitar, haverá modernidade”, observo o seguinte. &lt;br /&gt;“Moderno” significa “agoral”, isto é, significa “referente a agora”, isto é, significa “referente ao instante em que me encontro”. De certo modo, portanto, é verdade que sempre há coisas modernas, no sentido de serem coisas referentes ao instante em que me encontro. E sempre algo será tanto mais puramente moderno quanto mais se refira exclusivamente ao instante em que me encontro. Por exemplo, Platão, no trecho citado, estava opondo os homens modernos – os homens do instante em que ele se encontrava – aos homens de antigamente. É em oposição a algo considerado antigo que se determina o moderno, nesse sentido. &lt;br /&gt;É isso que parece justificar a sua afirmação de que "enquanto for possível cogitar, haverá modernidade".&lt;br /&gt;A questão que surge, então, é a seguinte: será, então, que todas as épocas sempre foram, no seu tempo, modernas? Não haverá nada que distinga a época moderna – a modernidade – das demais?&lt;br /&gt;Sim, muitas coisas: em particular, exatamente o fato de se classificar de “moderna”. Outras épocas se denominavam a partir de nomes próprios de lugares, dinastias ou pessoas, ou características políticas ou religiosas. Os romanos, por exemplo, demarcavam o tempo tendo por referência a fundação (mítica ou real, pouco importa) de Roma. Distinguiam a época anterior à fundação de Roma da época posterior a ela. Consideravam viver na época posterior à fundação de Roma. A partir do imperador Augusto, passaram a diferenciar também, na história de Roma, a monarquia, a república e o império: diziam então viver na época do império, ou de tal ou qual imperador. Os chineses e os egípcios usavam os nomes de suas dinastias para diferenciar as épocas, inclusive aquela em que viviam. Já os primeiros cristãos passaram a demarcar o tempo tendo por referência o nascimento (mítico ou real, pouco importa) de Cristo: para eles, sua época era a época cristã.&lt;br /&gt;São quase sempre nomes próprios de lugares, dinastias ou monarcas, ou características políticas ou religiosas, que servem para denominar ou demarcar as diferentes épocas. Foi a redescoberta da antiguidade clássica pelos humanistas que ocasionou um modo diferente de considerar a história. Para os cristãos, como eu disse, a grande divisão era a que separava época posterior ao nascimento do Cristo da época anterior a ele. Fora disso, um homem do século XII, por exemplo, não supunha haver qualquer solução de continuidade entre si próprio e o mundo antigo. É verdade que, como já foi dito, a palavra “modernus” foi usada pelos cristãos, pelo menos a partir de Cassiodoro, no século VI, mas ninguém pensava em falar em “ Época Moderna”. Assim, a palavra “modernus” ainda não tinha sentido epocal. Os “modernos” eram simplesmente os contemporâneos. &lt;br /&gt;Foi em oposição tanto à maneira de pensar e de falar quanto ao gosto dos seus contemporâneos escolásticos, isto é, dos “modernos” de então, que os humanistas ambicionaram emular tanto o modo de pensar e falar quanto o gosto dos antigos. Entre estes e aqueles, porém, se interpunha um período extenso, que tivera início na invasão e destruição do Império Romano pelos bárbaros. A essa longa intermissão, que passaram a considerar uma época de barbárie entre a civilização dos antigos e a sua redescoberta da mesma, os humanistas deram o nome de “medium tempus” ou “media tempestas” e, depois, “medium aevum”, de onde o nosso “medievo”, que também se diz “idade média”. &lt;br /&gt;Com o tempo, os tais escolásticos “modernos” desprezados pelos humanistas passaram a ser considerados remanescentes da Idade Média, e estes passaram a ser os verdadeiros modernos. A partir disso, entre os séculos XVI e XVIII, criou-se o famoso esquema tríplice de divisão da história, que persiste até hoje. Tem-se a Antiguidade, a Idade Média (para onde foram relegados os escolásticos “modernos”) e a Época Moderna ou a Modernidade. &lt;br /&gt;Pela primeira vez, a palavra com a qual uma época se autodenomina é um conceito universal. Com isso, “moderno” não se refere a coisa alguma que possa particularizar a época assim autodenominada. Em princípio, qualquer época poderia ter-se chamado de “moderna”. Entretanto, justamente o fato de que, apesar disso, nenhuma outra época o tenha feito, constitui, para a época que o faz, uma diferença mais radical do que qualquer outra concebível. É como se, enquanto cada uma das demais épocas tivesse escolhido definir-se – o que é perfeitamente compreensível – por aquilo que a distinguia das demais, a época moderna tivesse preferido não se definir; como se tivesse preferido abdicar de escolher uma particularidade que lhe conferisse distinção; como se, no fundo, ela não se considerasse uma época particular entre outras, mas uma época universal, ou, o que dá no mesmo, uma anti-época, isto é, a própria abolição da epocalidade. É como se não se vivesse mais numa época particular, mas, simplesmente, no eterno agora.&lt;br /&gt;Um abraço,&lt;br /&gt;Antonio Cicero&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: http://www.antoniocicero.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezado Antonio Cicero,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Abro o e-mail agora e leio rapidamente a sua explicação que é muito boa, aliás. Faz um tipo de anamnese histórica. Vou reler com mais calma. Por exemplo acerca do oi nûn, você justificou a ausência dos (homines) ok, mas percebo que o advérbio tornou-se um tipo de genitivo ( homines agorae) estou brincando e sacaneando um pouco o latim. Mas, pálin, isso é o que menos importa... Gosto da sua reflexão, se bem entendi, de os homens não tomarem para si o sentido de modernidade, sendo que os, vamos dizer assim, os contemporâneos o fizeram. E pensando dessa forma, eu não vejo porque eu estou errado em meu racocínio (lógico) em apontar a moderninade como um ousía que é movida pelo sujeito. O problema é que os sujeitos de antanho ao moverem o instante não reconheceram a modernidade. Se é assim, poderíamos dizer a contrapelo que o homem ´pós-moderno´- não obstante percebê-la não a reconhece, aliás; a reconhece, mas tenta de uma certa forma transpassá-la, mas agora por uma volição própria do tipo racional. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# Prezado Antonio Cicero, gostaria que percebesse o meu respeito por você e pelos seus textos; não me imiscuo neles com outro propósito, que não seja o de compreendê-los. Como dizia Platão, a oralidade cala mais forte, mesmo que seja por e-mail.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;#  Agora mesmo li Contra Naturam&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;# Ontem li Gemeinschaft e Gesellschaft&lt;br /&gt;Um abraço do wilson luques costa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2537073345246290261?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2537073345246290261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2537073345246290261' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2537073345246290261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2537073345246290261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/07/caro-wilson-1.html' title='A MINHA CRÍTICA SOBRE O LIVRO DE ANTONIO CICERO O MUNDO DESDE O FIM'/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-8438650725959558881</id><published>2010-06-13T09:16:00.000-07:00</published><updated>2010-06-13T09:17:14.519-07:00</updated><title type='text'>Tudo o que pode ser dito</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-8438650725959558881?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/8438650725959558881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=8438650725959558881' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/8438650725959558881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/8438650725959558881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/06/tudo-o-que-pode-ser-dito.html' title='Tudo o que pode ser dito'/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-6452220816346014077</id><published>2010-03-30T06:40:00.001-07:00</published><updated>2010-03-30T06:40:38.472-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Estudos particulares&lt;br /&gt;A ideia de infinito é um absurdo lógico-empírico.&lt;br /&gt;Se Deus é infinito, Deus não poderá ser provado sob o ponto de vista lógico-empírico.&lt;br /&gt;Se Deus é infinito, Deus não é razão.&lt;br /&gt;Deus infinito é fé.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-6452220816346014077?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/6452220816346014077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=6452220816346014077' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6452220816346014077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6452220816346014077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/estudos-particulares-ideia-de-infinito.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-490896470756865784</id><published>2010-03-30T06:39:00.001-07:00</published><updated>2010-03-30T06:39:56.797-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>ferreiro sem bigorna&lt;br /&gt;ou martelo&lt;br /&gt;no branco do papel&lt;br /&gt;                              martelo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-490896470756865784?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/490896470756865784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=490896470756865784' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/490896470756865784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/490896470756865784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/ferreiro-sem-bigorna-ou-martelo-no.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1488696633898148238</id><published>2010-03-20T10:05:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T10:07:52.745-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Curtas e a positividade do Eu movente&lt;br /&gt;Escrevo pouco no blog. Mas esse é meu estilo. Sou sintético. Sou na escrita inversamente proporcional à minha personalidade, notadamente quando estou num estado positivo. Na sala de aula falo muito. Nas rodas de conversas que pouco participo falo muito também. Eu gosto de conversar. Sobretudo de assuntos que me fazem viajar nas ideias. Já escrever, escrevo pouco. E esse é um processo interessante. Notem: alguns grandes escritores foram ou são essencialmente tímidos; a sua verborragia acaba acontecendo mais pela escrita. É interessante notar também que não damos muito crédito à coisa falada. O escrito tem tido muito mais credibilidade do que a fala. A fala parece algo similar às excrescências. Fala-se o que não se pode escrever. Ou melhor: fala-se o dejeto da coisa em si; ou; fala-se o senso comum. O bom senso escreve-se. Grafa-se no lito. Pelo menos é esse o pensamento de nossa sociedade contemporânea. Mas nem sempre foi assim; nem sempre. Por falar em escrever, vocês devem ter notado que eu passei um pensamento muito rapidamente aqui no blog. E eu não pretendo de modo algum me estender sobre ele num ensaio, num livro ou numa dissertação ou aqui mesmo no blog. O que eu tinha que falar, falei aos alunos. Se colou-lhes na alma, não sei. Mas não escrevi mais no blog, porque as teclas estavam invertendo o que eu escrevia. Pois eu escrevia de uma lan house. Por isso os erros e as inversões das frases. Mas o que quero dizer é que o EU é o que move e cria as identidades. Por isso O denominei de EU MOVENTE; no sentido de auto-reconhecer para poder reconhecer o tu, o ele, o nós, o vós e os eles. Ou seja: o eu é o aspecto basilar do reconhecimento das identidades -- pois do contrário seríamos, simplesmente, um arraozado de egoidades monadais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1488696633898148238?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1488696633898148238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1488696633898148238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1488696633898148238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1488696633898148238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/curtas-e-positividade-do-eu-movente.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-4235390777973813238</id><published>2010-03-20T10:04:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T10:04:13.164-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>RESUMO DE MINHAS INSANAS IDÉIAS&lt;br /&gt;1 - O PARADOXO DO ZERO&lt;br /&gt;2 - PRINCÍPIO DA IDENTIDADE NEGATIVA&lt;br /&gt;3- A IDÉIA DE QUE SE OS PLANETAS GIRAM EM TORNO DO SOL NUMA ELIPSE, ENTÃO DEVERIA HAVER UM OUTRO PLANETA, MESMO QUE CONCEITUAL, PARA PODERMOS RATIFICAR AS IDÉIAS DE KEPLER. CASO CONTRÁRIO, TERÍAMOS QUE FAZER UMA RETIFICAÇÃO CONCEITUAL MATEMÁTICA DE ELIPSE.&lt;br /&gt;4 -  A FORMULAÇÃO TEÓRICA DE QUE OS NÊUTRONS SERIAM NADA MAIS NADA MENOS DO QUE UM EQUILÍBRIO NUCLEAR ENTRE PRÓTONS E ELÉTRONS.&lt;br /&gt;5 - A TEORIA DE QUE O COGITO CARTESINAO NÃO É VERDADEIRO, APONDO COMO CONTRADITÓRIA A PRÓPRIA IDÉIA DE VERDADE PARA DESCARTES.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-4235390777973813238?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/4235390777973813238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=4235390777973813238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4235390777973813238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4235390777973813238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/resumo-de-minhas-insanas-ideias-1-o.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-9090330839892842946</id><published>2010-03-20T10:02:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T10:02:24.986-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>ARQUIVO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... Wilson, lembro-me de você, do seu inegável talento para a poesia e de sua(sic) especulações acerca de algum paradoxo lógico-matemático -- o que era exatamente, não me lembro mais... Terminei o mestrado na PUC, onde fomos colegas, no ano passado. Considero o Olavo e o Cicero dois pensadores sérios e criativos. Se eles acham o seu trabalho interessante, é porque algum valor deve ter...&lt;br /&gt;Boa sorte! Abraço do Edson Gil     Prezado amigo,&lt;br /&gt;Tenho a maior apreciação pelos seus estudos, e gostaria de ajudá-lo no que fosse possível...&lt;br /&gt;Um abraço do&lt;br /&gt;Olavo de Carvalho&lt;br /&gt;Caro Wilson, Embora os meus parcos conhecimentos de matemática não me permitam acompanhar inteiramente os seus argumentos, achei muito intrigantes e originais as suas ponderações sobre o princípio de identidade e o paradoxo do zero. Torço para que você aprofunde e torne cada vez mais claras as suas intuições. Um grande abraço,Antonio Cicero&lt;br /&gt;Com a permissão do grande sábio Wilson Luques Costa. Nunca tive o menor respeito para com intelecuais. Na verdade sempre os desprezei. Minhas discussões com os USPianos que conheci, terminam sempre de maneira abrupta, onde volta e e meia eu os mando enfiar a arrogância deles no cu. Tudo o que eles tanto enaltecem em si próprios na verdade pertencem não a eles. Mas sim a Nietzsche, Kant, Karl... enfim, a pensadores do passado. Todos mortos.Não que eu não goste dos mortos. Pelo contrário.Por muito tempo, eu só conversei de verdade com eles...Os USPianos ainda não se deram conta de que o que eles tanto prezam, pode ser conseguido por um mané como eu pelo custo de 3,00$ de multa na biblioteca municipal de Sto. André. Ou na biblioteca Vegueiro. Cada uma com seu charme.E qual a minha surpresa, quando encontro alguém, com o mesmo desprezo pela universidade quanto eu. E ainda por cima, um filósofo.A mim, ele apresentou o que ele mesmo batizou (!!!) de Paradoxo do Zero. Um sistema lógico que não faz nada além de derrubar toda a matemática de Peano. Só isso.Na verdade, eu incluiria aí também entre os derrubados, Gödel, Russel, Poincaré, Cantor, os Bourbakis... e mais um sem número de matemáticos e lógicos que constroem axiomas e proposições considerando o zero.A quem interessar o pensamento de um livre pensador por excelência, visite o Jardim de Adônis. Não vão se arrepender.ruminado por raffa vedder às 11:31 AM----- Original Message -----&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;From: Olavo de Carvalho To: wilsonluques@ig.com.br Sent: Saturday, April 05, 2003 7:58 PMSubject: Re: Texto&lt;br /&gt;Prezado amigo,&lt;br /&gt;Acho os seus estudos interessantes e valiosos, mas, no meio da confusão emque me encontro (v. artigo de hoje no Globo), não me aventuro a examiná-loscomo merecem. Aguarde mais um tempo, OK?&lt;br /&gt;Um abraço do Olavo de Carvalho&lt;br /&gt;From: "Olavo de Carvalho" To: "Wilson Luques Costa" Subject: Re: ensaioDate: Sun, 21 Sep 2003 04:48:26 -0300Prezado Wilson,...Você tem mesmo interesse em divulgar mais o seu trabalho? Posso transcrevê-lo na minha homepage, se você quiser....Não tive tempo de redigir os comentários que gostaria de fazer, mas acho que um bom resumo é o seguinte: Os princípios da dedução lógica, em si mesmos, só se aplicam ao domínio das essências puras, no sentido husserliano. Sua aplicação a qualquer domínio em particular (a qualquer "matéria", diria Aristóteles) requer o acréscimo dos princípios específicos desse domínio, com todas as precauções categoriais correspondentes. Ora, a quantidade é um domínio em particular, e portanto as regras da aritmética só equivalem indiretamente e imperfeitamente às da lógica geral. Daí os paradoxos que você tão certeiramente assinala.Um abraço do Olavo de Carvalho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-9090330839892842946?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/9090330839892842946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=9090330839892842946' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/9090330839892842946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/9090330839892842946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/arquivo.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2529585948477142325</id><published>2010-03-20T10:00:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T10:00:41.136-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>ESSA SERIA UMA MINUTA DE APOIO PARA A PALESTRA PROFERIDA EM 17.04.2004, NO UNICENTRO BELAS ARTES. MAS CREIO QUE O QUE EU DISSE PASSOU MAIS UMA VEZ DESPERCEBIDO.&lt;br /&gt;Para iniciarmos, cabe uma pergunta, sem a qual e sem uma resposta, nada será possível: O que é o Paradoxo do Zero? Começo afirmando que o Paradoxo do Zero é um conceito (Begriff) filosófico, que demonstra a possível contradição que se estabelece, quando da aplicação da seguinte fórmula, tendo o número zero como agente e paciente na operação: A X B = C se e somente se C : B = A Antes de tudo, é preciso explicar que tal fórmula foi devidamente derivada. Entretanto, gostaria de estar apresentando essas derivações, num outro possível registro. Aí sim, poderei demonstrar passo a passo. É forçoso afirmar ainda que a palavra na sua acepção grega (paradoxo) significa inesperado. Isso nos possibilita, de uma certa maneira, evitar os tropeços nos áridos e íngremes campos dos conceitos. Então temos em mente que paradoxo é o inesperado. Então poderemos, a partir de agora, dizer: Paradoxo do Zero e/ou Inesperado do Zero. Claro está que se tomarmos o significado de Paradoxo como Inesperado, nada disso evitará que encontremos contradições no caminho. Depois da conclusão deste pequeno registro, cada qual poderá aceitar o que melhor lhe aprouver:&lt;br /&gt;1 - Inesperado; 2 - Raro; 3 - Chamativo; 4- Incrível; 5 - Etc O que não deixará de ser também cabível. Como não tenho aspiração a colocar verdades inamovíveis, preferi paradoxo à aporia, outra palavra oriunda do grego aporia, que pode significar: Dificuldade; Problema; Situação sem saída; Apuro; Dificuldade insolúvel; Problema de onde não se pode sair; Confrontação sem solução de duas opiniões contrárias. De modo que o tempo, e só o tempo, poderá determinar se se trata de um paradoxo ou de uma aporia ou outra coisa. Então poderíamos também chamar assim: O Embaraço do Zero e/ou O Inesperado do Zero. Como me apraz a sonoridade poética, fico, momentaneamente, com O Paradoxo do Zero. O Paradoxo do Zero insere-se no campo da Filosofia, chamado de Teoria do Conhecimento. A Teoria do Conhecimento é, na maioria das vezes, definida como a investigação acerca das condições do conhecimento verdadeiro. Eis aqui uma das inúmeras definições: 'Teoria do Conhecimento é a reflexão filosófica com o objetivo de investigar as origens, as possibilidades, os fundamentos, a extensão e o valor do conhecimento". Pode ser chamada de Gnosiologia, Epistemologia e Crítica do Conhecimento. Sendo as duas primeiras de origem grega também. Agora vamos ao objeto de nossos estudos: O que, na realidade, quer demonstrar o Paradoxo do Zero? Resposta: São muitos os campos e as implicações; e um dos mais fundamentais é o que se chama de Juízos Sintéticos a priori de Kant. Tudo isso, por afirmar que se tratam de juízos universais e necessários. Ora, se aplicarmos diretamente a fórmula para a operação com o zero, notaremos que a necessidade cede; percebam que necessidade vem do latim: necessarius - que não pode ser cedido; ou num dos conceitos lógicos: não-contradição. No Paradoxo do Zero, fazemos uma leitura de necessário, mais como não-contradição em Kant. Do exposto até aqui, poderemos concluir que a fórmula do Paradoxo do Zero, na certa, estabelece uma das várias contradições na aritmética. A não ser que uma fórmula matemática não seja considerada uma fórmula matemática; mas como, se quando aplicada a alguns números naturais a necessidade não cede? Estaríamos, então nesse caso, numa outra aporia? Então nesse caso seria mais necessário recorrermos à filosofia da linguagem. Que os especialistas me desculpem, mas não digam que eu não pensei uma saída! Como diz um velho brocardo latino: Intelligenti pauca et Gloria victis. Ninguém mandou eu entrar nessa! Mas não se trata, de minha parte, de mais um Casus belli!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2529585948477142325?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2529585948477142325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2529585948477142325' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2529585948477142325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2529585948477142325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/essa-seria-uma-minuta-de-apoio-para.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2735876634228628516</id><published>2010-03-20T09:57:00.003-07:00</published><updated>2010-03-20T09:58:21.948-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sobre os escritores brasileiros: Se era esse o objetivo muitos escritores brasileiros deveriam a partir de agora ter um filho plantar uma árvore e parar de escrever para o bem da humanidade da ecologia e da nossa literatura&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2735876634228628516?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2735876634228628516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2735876634228628516' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2735876634228628516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2735876634228628516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/sobre-os-escritores-brasileiros-se-era.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-3748568171102631698</id><published>2010-03-20T09:57:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T09:57:12.818-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>antes de se tornar um doutor o escritor brasileiro deveria se tornar antesum enfermo do pensamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-3748568171102631698?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/3748568171102631698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=3748568171102631698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3748568171102631698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3748568171102631698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/antes-de-se-tornar-um-doutor-o-escritor.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-8986637818487888416</id><published>2010-03-20T09:56:00.005-07:00</published><updated>2010-03-20T09:56:43.632-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>REFLEXÕES  DE UM HOMEM DOENTE.&lt;br /&gt;A diferença entre um homem doente e um homem sadio é o homem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-8986637818487888416?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/8986637818487888416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=8986637818487888416' title='0 Comentários'/><link rel='edit' 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class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-895347815505086083?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/895347815505086083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=895347815505086083' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/895347815505086083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/895347815505086083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/o-homem-doente-e-aquele-que-tem-uma.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-4861403772417312672</id><published>2010-03-20T09:56:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T09:56:08.577-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A vida só pode ser amada por um homem doente, mas também desprezada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-4861403772417312672?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/4861403772417312672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' 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src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-7903785464052528281</id><published>2010-03-20T09:55:00.003-07:00</published><updated>2010-03-20T09:55:48.935-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Trair-nos com os homens sadios é uma característica das cortesãs, bem como das enfermidades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-7903785464052528281?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/7903785464052528281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=7903785464052528281' title='0 Comentários'/><link rel='edit' 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é um homem sadio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-8703665511207247992?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/8703665511207247992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=8703665511207247992' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/8703665511207247992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/8703665511207247992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/o-homem-sadio-e-um-homem-doente.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-3043476365948769254</id><published>2010-03-20T09:54:00.003-07:00</published><updated>2010-03-20T09:54:52.191-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O futuro do homem doente é o hoje. O homem doente transcende a lei de espaço e tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-3043476365948769254?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/3043476365948769254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=3043476365948769254' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3043476365948769254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3043476365948769254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/o-futuro-do-homem-doente-e-o-hoje.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2719582659097211558</id><published>2010-03-20T09:54:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T09:54:33.734-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Para o homem doente&lt;br /&gt;a vida é&lt;br /&gt;uma&lt;br /&gt;enfermidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2719582659097211558?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2719582659097211558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2719582659097211558' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2719582659097211558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2719582659097211558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/para-o-homem-doente-vida-e-uma.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-4952578878488381141</id><published>2010-03-20T09:53:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T09:53:20.320-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O homem doente não tem&lt;br /&gt;passado nem futuro.&lt;br /&gt;O homem doente é&lt;br /&gt;contemporâneo&lt;br /&gt;da sua própria dor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-4952578878488381141?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/4952578878488381141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=4952578878488381141' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4952578878488381141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4952578878488381141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/o-homem-doente-nao-tem-passado-nem.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2923186324446642066</id><published>2010-03-20T09:52:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T09:52:43.151-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Em terras de cegos&lt;br /&gt;quem tem um olho&lt;br /&gt;é rei&lt;br /&gt;às vezes&lt;br /&gt;caolho...&lt;br /&gt;o que também não seria&lt;br /&gt;o meu caso&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2923186324446642066?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2923186324446642066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2923186324446642066' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2923186324446642066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2923186324446642066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/em-terras-de-cegos-quem-tem-um-olho-e.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-3218205597320611069</id><published>2010-03-20T09:51:00.003-07:00</published><updated>2010-03-20T09:51:52.624-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O único compromisso&lt;br /&gt;que temos com os nossos inimigos&lt;br /&gt;é o compromisso&lt;br /&gt;da verdade&lt;br /&gt;ou da mentira,&lt;br /&gt;sobretudo se&lt;br /&gt;uma ou outra&lt;br /&gt;for destruidora&lt;br /&gt;desses nossos próprios&lt;br /&gt;inimigos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-3218205597320611069?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/3218205597320611069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=3218205597320611069' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3218205597320611069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3218205597320611069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/o-unico-compromisso-que-temos-com-os.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-3877336527754837933</id><published>2010-03-20T09:51:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T09:51:31.808-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Nos olhos dos outros, invariavelmente, julgamos o que&lt;br /&gt;julgamos de nós mesmos. Por isso sempre a condenação.&lt;br /&gt;Há sempre um olhar de autopunição no olhar de quem julga.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-3877336527754837933?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/3877336527754837933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=3877336527754837933' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3877336527754837933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3877336527754837933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/nos-olhos-dos-outros-invariavelmente.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2688040065175156178</id><published>2010-03-20T09:49:00.004-07:00</published><updated>2010-03-20T09:50:00.077-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>MUSA POLISSÊMICA&lt;br /&gt;A poesia&lt;br /&gt;Sei o que ela não é&lt;br /&gt;O que ela é&lt;br /&gt;É o que não sei&lt;br /&gt;O que ela não é&lt;br /&gt;É o que talvez seja&lt;br /&gt;A poesia é aquilo que não é&lt;br /&gt;E não sendo&lt;br /&gt;É o que é&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2688040065175156178?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2688040065175156178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2688040065175156178' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2688040065175156178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2688040065175156178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/musa-polissemica-poesia-sei-o-que-ela.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-7581320365805590689</id><published>2010-03-20T09:49:00.003-07:00</published><updated>2010-03-20T09:49:38.840-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Absoluto silêncio&lt;br /&gt;com os seus versos&lt;br /&gt;quer atingir o ABSOLUTO&lt;br /&gt;SILÊNCIO&lt;br /&gt;silêncio&lt;br /&gt;seus versos são silêncio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-7581320365805590689?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/7581320365805590689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=7581320365805590689' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7581320365805590689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7581320365805590689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/absoluto-silencio-com-os-seus-versos.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' 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title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1259009453470937542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1259009453470937542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/reflexoes-de-um-homem-doente-o-homem_9358.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-628974473343801275</id><published>2010-03-20T09:48:00.004-07:00</published><updated>2010-03-20T09:49:01.250-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>REFLEXÕES DE UM HOMEM DOENTE&lt;br /&gt;o homem doente&lt;br /&gt;caminha lentamente&lt;br /&gt;porque sabe&lt;br /&gt;aonde não quer chegar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-628974473343801275?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/628974473343801275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=628974473343801275' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/628974473343801275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/628974473343801275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/reflexoes-de-um-homem-doente-o-homem_4663.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-129876786869741486</id><published>2010-03-20T09:48:00.003-07:00</published><updated>2010-03-20T09:48:37.671-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>REFLEXÕES DE UM HOMEM DOENTE&lt;br /&gt;o homem sadio é&lt;br /&gt;muitas vezes&lt;br /&gt;solidário&lt;br /&gt;ao solitário homem doente&lt;br /&gt;porque não se deve contrariar&lt;br /&gt;o Princípio da Identidade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-129876786869741486?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/129876786869741486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=129876786869741486' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/129876786869741486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/129876786869741486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/reflexoes-de-um-homem-doente-o-homem_20.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-6363282628851852979</id><published>2010-03-20T09:48:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T09:48:17.033-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>homo ludens&lt;br /&gt;o homo ludens&lt;br /&gt;cria o seu jogo&lt;br /&gt;transgride&lt;br /&gt;agride&lt;br /&gt;perpassa a linha do acinte&lt;br /&gt;enquanto o jogo real não é jogado&lt;br /&gt;o homo ludens&lt;br /&gt;lúdico louco&lt;br /&gt;com regras&lt;br /&gt;sem regras&lt;br /&gt;joga o seu jogo&lt;br /&gt;o homo ludens&lt;br /&gt;vate aedo poeta&lt;br /&gt;recria sempre o seu jogo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-6363282628851852979?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/6363282628851852979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=6363282628851852979' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6363282628851852979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6363282628851852979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/homo-ludens-o-homo-ludens-cria-o-seu.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-515552953166331871</id><published>2010-03-20T09:47:00.005-07:00</published><updated>2010-03-20T09:47:41.243-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>o lábaro de artaud&lt;br /&gt;ser inóspito a sua visita&lt;br /&gt;ser um lábaro de artaud distendido&lt;br /&gt;morrer empunhando o meu sapato&lt;br /&gt;é este o meu anelo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-515552953166331871?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/515552953166331871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=515552953166331871' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/515552953166331871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/515552953166331871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/o-labaro-de-artaud-ser-inospito-sua.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-928574445720475222</id><published>2010-03-20T09:47:00.003-07:00</published><updated>2010-03-20T09:47:23.869-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>ACERCA DA POSTERIDADE&lt;br /&gt;Alguns homens nascem póstumos&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;Por exemplo&lt;br /&gt;Nasci no meu própio tempo&lt;br /&gt;Tempo de horror&lt;br /&gt;Tempo de barbárie&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-928574445720475222?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/928574445720475222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=928574445720475222' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/928574445720475222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/928574445720475222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/acerca-da-posteridade-alguns-homens.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' 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href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=7361743146853098114' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7361743146853098114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7361743146853098114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/sobre-algumas-democracias-em-certas.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' 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href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2952217027296215287' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2952217027296215287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2952217027296215287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/crise-da-poesia-quando-o-mundo-esta-em.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' 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type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4248076701964066245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4248076701964066245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/reflexoes-de-um-homem-doente-quem.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-5985161431055655513</id><published>2010-03-20T09:44:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T09:44:10.479-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>REFLEXÕES DE UM HOMEM DOENTE&lt;br /&gt;O homem sadio inveja&lt;br /&gt;a saúde do homem doente&lt;br /&gt;mas&lt;br /&gt;o homem doente&lt;br /&gt;não inveja&lt;br /&gt;a doença&lt;br /&gt;do homem sadio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-5985161431055655513?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/5985161431055655513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=5985161431055655513' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/5985161431055655513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/5985161431055655513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/reflexoes-de-um-homem-doente-o-homem.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-3988513002240508930</id><published>2010-03-20T09:43:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T09:43:37.280-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>REFLEXÕES DE UM HOMEM DOENTE&lt;br /&gt;Basta de louros!&lt;br /&gt;O homem doente&lt;br /&gt;já é reconhecido&lt;br /&gt;pela sua própria dor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' 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Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-6332310790560633422</id><published>2010-03-20T09:42:00.003-07:00</published><updated>2010-03-20T09:42:53.645-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>SOBRE A JUSTIÇA DOS JORNAIS&lt;br /&gt;Quando os jornais julgam&lt;br /&gt;o provável réu,&lt;br /&gt;antes da oficial justiça julgar,&lt;br /&gt;os jornais criam dois réus:&lt;br /&gt;o réu propriamente dito,&lt;br /&gt;e a própria justiça&lt;br /&gt;que é julgada&lt;br /&gt;antes mesmo de julgar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-6332310790560633422?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/6332310790560633422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=6332310790560633422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6332310790560633422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6332310790560633422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/sobre-justica-dos-jornais-quando-os.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-3779746688038076286</id><published>2010-03-20T09:42:00.001-07:00</published><updated>2010-03-20T09:42:13.465-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>SOBRE A INTENCIONALIDADE&lt;br /&gt;Intencionalidade de justiça,&lt;br /&gt;ainda não é justiça.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-3779746688038076286?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/3779746688038076286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=3779746688038076286' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3779746688038076286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3779746688038076286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/sobre-intencionalidade-intencionalidade.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' 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src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-4377338266252143271?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/4377338266252143271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=4377338266252143271' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4377338266252143271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4377338266252143271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2010/03/sobre-o-critico-literario-um-critico.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-7823943237625944330</id><published>2010-03-20T09:39:00.000-07:00</published><updated>2010-03-20T09:40:10.232-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Prêmios de amigos são&lt;br /&gt;como declarações de amor&lt;br /&gt;de maridos amasiados: valem,&lt;br /&gt;mas não são sinceros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-7823943237625944330?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' 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Não tenho o livro em outra língua. Tenho a edição dos Pensadores, e acredito que esteja bem traduzido. Não sei se conseguiria também ler alemão. Acho que não. Nem com um dicionário. Mas vou procurar encontrar o texto. Não vou dizer que comecei a ler o livro em uma forma linear. Não! Li uma pequena introdução. Depois pulei para o que me interessa no momento. Muitos acham Fichte difícil. É difícil para quem não está acostumado com conceitos primários da lógica. Acho até um pouco chato. Há uma diferença entre chato e difícil. Vou direto na página 27 sobre O CONCEITO DA DOUTRINA-DA-CIÊNCIA. Pensei em convidar algumas pessoas para lermos Fichte step by step longe da academia. Mas depois desisti. Fiz uma leitura bem superficial, enquanto assistia à televisão. Antes quero falar que, pelo que me parece, Fichte tenta subsumir a lógica à Doutrina-da-Ciência. Mas vou ler com mais calma e com mais interesse, antes de me aventurar. Por hoje, vou me ater a um recorte da página 27 dos pensadores: ´...A = A é sem dúvida uma proposição logicamente correta e, na medida em que o é, sua significação é a seguinte: se A está posto, então A está posto...´Agora irei saltar para a página 44 dos pensadores;´1) A proposição A é A (tanto quanto A = A , pois essa é a siginificação da cópula lógica) é aceita por todos e aliás, sem a mínima hesitação; é reconhecida como plenamente certa e estipulada. Se porém alguém exigisse uma prova dela, ninguém se aplicaria a uma tal prova, e sim afirmaria que essa proposição é certa, pura e simplesmente, isto é, sem nenhum outro fundamento; e ao fazê-lo, sem dúvida com assentimento geral, está conferindo a si a faculdade de pôr algo pura e simplesmente.´ Faço notar que coloco o Paradoxo do Zero em colisão ao que diz Fichte acima. Noto que se se fizer a ressalva no PI, por conta da insuficiência da aritmética em justificar por que 1 x 0 = 0 --- Fichte estará em xeque em sua argumentação e todo o sistema superveniente fadado ao fracasso. Já fiz aqui também nesse blogue a distinção que penso existir entre A = A e A é A. Por ora não me estenderei mas vejo fissuras alarmantes na sistematização de sua Doutrina-da-Ciência. Como digo: O PZ é um problema em si e tangencia outros sistemas. É, na verdade, como em belo jogo de xadrez. E eu que jamais joguei xadrez nem coloquei um rei ou´ma rainha em aporia.&lt;br /&gt;posted by wilson luques costa @ &lt;a title="permanent link" href="http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/pequena-nota-sobre-fichte-vou-aqui.html"&gt;3:55 AM&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tuesday, January 23, 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-607028564961383749?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/607028564961383749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=607028564961383749' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/607028564961383749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/607028564961383749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/15052008-pequena-nota-sobre-fichte-vou.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-3929495658591373092</id><published>2009-01-13T09:25:00.001-08:00</published><updated>2009-01-13T09:25:44.568-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>ESTUDOS PARTICULARES SOBRE A VONTADE DA CAUSA EFICIENTE&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não quero tomar aqui o sentido estrito de pragmatismo que via de regra é confundido com intencionalidades particulares de interesses, quando não de interesses de grupos também. Sendo verdade, portanto, aquilo que é útil, mas não no sentido geral – mas útil aos esotéricos pragmatistas com seus téloi políticos. Mas queria aqui raciocinar, e não saberia usar uma palavra para substituir a própria palavra pragmatismo, senão pragmatismo mesmo. Então vejamos: será que todo nosso escopo filosófico - e aqui estou falando tão somente da teoria do conhecimento - não teria de per si a vontade de conhecer com uma vontade prática?  Uma colher serve para quê? Muitos dirão, talvez, que serve para tomar algum líquido, algum remédio, raspar o tacho de um arroz etc...Ou seja: teria numa relação de respostas numa certa hierarquia culminando até na sua total inutilidade. Mas por que respondemos que a colher serve para essas coisas? Resposta: porque provavelmente tivemos uma relação prática ou de utilidade com ela, como seres cognoscentes do objeto colher. Todavia, se também perguntarmos ao fazedor da colher sobre os téloi da colher, obteremos provavelmente quase que a mesma hierarquia de respostas – obviamente não como arroladas aqui – mas quase numa perfeita conjunção e intersecção entre sujeito, objeto e causa eficiente. Posto que a verdade, nesse sentido, está estabelecida pela sua primeiridade ou ousía primeira. De modo que ter relação de conhecimento com objetos em que a sua causa eficiente está aí para ratificar não seria de todo um problema quanto à obtenção de sua verdade. É mais óbvio ainda que poderíamos nos dispor a elucubrar sobre a colher naquilo que ela tem de especificidade e de sutilezas, sobre a sua forma etc. Mas estaríamos, não obstante ou apesar disso, negando a sua intenção de ser colher. Posto que se trata de uma causa final ou vontade da causa eficiente. Já problemas conceituais e metafísicos como Deus, alma, etc tornar-se-iam um pouco mais difíceis de se resolver. Portanto, dentro desse escopo e dessa lógica, tudo que há, há pela razão da causa suficiente. Mas qual seria a causa eficiente então de Deus? Nesse sentido teríamos, então, que dizer que o problema não só passa pelo sujeito cognoscente nem somente pelo objeto em si, mas pela vontade da causa eficiente de Deus, que nesse caso poderia ser Deus-mesmo e a sua vontade de ser causa, forma, matéria e fim de si mesmo. Posto que quando perguntamos por Deus, como seres cognoscentes, sabemos - mesmo que intuitivamente e seriam nesse sentido vários saberes distintos – por qual Deus perguntamos, senão não perguntaríamos sobre Deus. Ainda, nesse sentido, queremos explanar que o problema deixa de ser um problema dicotômico entre sujeito e objeto, podendo sem dúvida também estar presente em ambos, mas o objeto só terá a verdade em si, e o mesmo ocorrendo com o sujeito, quando tivermos o devido conhecimento da vontade de sua causa eficiente. Ou seja, para resumir, a verdade está na vontade da causa eficiente, podendo estar no objeto e no sujeito também. Já no caso do primeiro motor de Aristóteles, eu diria que a vontade se encerra em si mesma. Mas a pergunta ainda é: se todos tivéssemos um dia o pleno e verdadeiro conhecimento de Deus, será que nesse mesmo dia não O utilizaríamos para as nossas não menos particulares verdades? A verdade que queremos conhecer para melhor usá-la e dela nos atribuirmos? Se, ainda, porém, não temos a verdade primordial, assim vivendo vamos com as nossas particularidades de verdades. Sendo o nosso propósito uma segunda causa eficiente de uma primeira vontade ainda desconhecida. Mas não é por isso que eu chamaria isso de pragmatismo, mas de solução particular e momentânea de um problema, não menos ainda que particular. E sabendo-nos sabedores da verdade-primeira da causa eficiente, quem nos garantiria, também, que não a usaríamos em nossas particulares e secundárias intenções, só para o mero pretexto de nos ajudar a nos justificar em nossos particulares intentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WILSON LUQUES COSTA&lt;br /&gt;Sem revisão final.&lt;br /&gt;SÃO PAULO, 31 DE JULHO DE 2007.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-3929495658591373092?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/3929495658591373092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=3929495658591373092' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3929495658591373092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3929495658591373092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/estudos-particulares-sobre-vontade-da.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-5435629738645294396</id><published>2009-01-12T06:38:00.000-08:00</published><updated>2009-01-12T06:42:18.517-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Correspondências'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a name="2007_11-30_11_31_59-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;30/11/2007&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NO JORNAL O MOSSOROENSE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Literatura e arte com inventividade gráfico-editorial&lt;br /&gt;Algumas revistas especializadas de cultura conseguem trilhar um caminho tão ‘independente’ no mercado editorial brasileiro que mais parecem ter vida própria. A revista “Coyote de Literatura e Arte” é uma delas. Chegando ao seu oitavo número e com periodicidade trimestral, a revista mantém neste número suas principais qualidades: a inventividade gráfico-editorial. Por este motivo ela tornou-se marca registrada no Brasil e países da América Latina.&lt;br /&gt;Nesta edição, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Coyote” (ed. Iluminuras&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, 56 pág. R$ 10,00) apresenta para o público brasileiro a obra de Cecília Vicuña, poeta e artista plástica chilena radicada em Nova York — em dossiê com entrevista, fotos e poemas traduzidos —, e poemas inéditos em português do egípcio Edmond Jabès (em tradução de Caio Meira) e do coreano Yi Sang (traduzidos por Yun Jung In). Os três autores, de épocas e continentes diferentes, apresentam poéticas radicais e surpreendentes.&lt;br /&gt;O número traz também uma mini-antologia com o poeta londrinense Carlos Eduardo Zago, morto precocemente no ano passado, deixando um conjunto de poemas dilacerados e intensos, a poesia não menos intensa do carioca Rodrigo Leão e do paulistano Marcelo Tápia, a prosa inconformista de Furio Lonza, Márcia Denser e &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Wilson Luques Costa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e a escrita desconcertante de Sérgio Medeiros, na fronteira da prosa, da poesia e do teatro.&lt;br /&gt;Há ainda as investigações teóricas, extremamente provocantes, do mexicano Heriberto Yépez, traduzidas do blog que mantém na Internet as belíssimas imagens do fotógrafo londrinense Walter Ney e trabalho visual de Sergio Monteiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-5435629738645294396?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/5435629738645294396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=5435629738645294396' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/5435629738645294396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/5435629738645294396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/30112007-no-jornal-o-mossoroense.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-3373794120090764932</id><published>2009-01-12T06:35:00.001-08:00</published><updated>2009-01-12T06:35:28.222-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a name="2008_01-16_16_04_54-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;16/01/2008&lt;br /&gt;MODELO TEÓRICO SOBRE OS NÊUTRONS&lt;br /&gt;Todos que de uma certa forma me acompanham sabem que eu, até duas semanas atrás, era um ignorante em química, aliás, continuo com a mesma ignorância, não obstante a química, aos meus olhos, bela e charmosa. E não é à toa que os grandes Nobel vêm dessa área. E eu quando estou aprendendo sou aquele chato. Em suma: sou chato quando estou aprendendo, e sou mais chato ainda quando domino o assunto. Evidentemente, porque pergunto e pergunto... E quem quer um chato desse ao seu lado... Então a melhor idéia é afastar-se de mim. Sobretudo aquele que não quer ter um ´espalha-roda´ao seu lado. E é por isso, talvez, que eu tenha perdido já dois mestrados. Digam-me, por favor: ´quem agüenta um bobo como este? E na Universidade é assim: ´saibam, meus queridos alunos, que a terra é o centro do universo...` E ai daquele que contestar: fogueira virtual para os nossos dias... Ou seja: estará totalmente queimado. Por isso, aquela gíria no ambiente de trabalho ou na Universidade:´meu, cê viu o cara, ele tá queimado lá com os caras... ´Decerto, uma herança da caça às bruxas de antanho...´ Mas depois desse intróito meio de esguelha, aliás,sumiu-me a palavra sinônima,- não, não é estorvado, é outra, mas vamos lá...-; bem eu estava dizendo sobre a química, e o que eu acho legal é quando também pensamos algo que algum gênio, felizmente para a ciência, e infelizmente para nós, já pensou. E isso demonstra também que estávamos no caminho certo. Estou falando isso, porque eu andei encaminhando uns e-mails para algumas pessoas sobre alguns pensamentos meus, e, evidentemente, não me respondem; ou por acharem uma tolice, ou qualquer outra coisa. Por exemplo: eu tenho pensado um modelo teórico sobre o átomo -- e esse modelo assemelha-se ao que Fermi havia desenvolvido - e o pior é que eu não sabia sobre o pensamento dele; outra coisa: eu penso que a irrradiação se dá pelo desequilíbrio entre prótons e nêutrons-- e não é que é verdade para mim, e não novidade para quem estuda química; mas o problema é que eu advogo um modelo no qual contempla - para aquilo que chamamos de nêutron, um equilíbrio entre prótons e elétrons no interior dos núcleos-, muito diferente do que as pessoas supõem sobre mésons, quarks e outras coisas. O que eu defendo, portanto, é que os nêutrons nada mais são do que o equilíbrio entre elétrons e prótons. Ou seja: no interior do núcleo de um átomo há elétrons, provavelmente migrados por conta de uma força qualquer centrípeta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-3373794120090764932?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/3373794120090764932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=3373794120090764932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3373794120090764932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3373794120090764932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/16012008-modelo-terico-sobre-os-nutrons.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2994855120557110698</id><published>2009-01-12T06:29:00.001-08:00</published><updated>2009-01-12T06:29:51.140-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ontem, estive na Fnac - Paulista e depois na Livraria Cultura. Lá na Livraria Cultura, tive o prazer de reencontrar o Gabriel Perissé, pessoa assaz gentil. Eu que cheguei até ele. Conversamos um bocado. Tive o prazer de receber de suas mãos um livro sobre Filosofia da Educação e um revista da FAAP ambos com a sua dedicatória. Livro que ficará bem guardado na minha estante. Evidentemente que o devorarei antes. Conversamos um pouco também sobre a nossa educação brasileira. Logo depois, encontrei com o Júlio, colega de grego no mosteiro de são Bento, que tem seguido com afinco no idioma do estagirita. Disse-me que está no mestrado da usp e com um curso paralelo na puc-sp. Conversamos sobre os nossos tempos de mosteiro de são bento, no curso de grego do professor Guilherme. Eu lhe disse que dei uma parada. Na verdade, não é parada, é um tipo de afastamento que me concedo. Mas eu não paro nunca. Gosto de evoluir lentamente. O meu negócio é caminhar e não chegar. Porque chegar cansa. O meu problema é que misturo tudo. Eu não gosto de monotema. Eu sempre me interessei por tudo. E não pensem vocês que isso seja maléfico. Claro que não. Por exemplo: ontem conversei sobre educação, literatura, grego, hebraico, latim, futebol, novela, e ainda, por cima, fiz, sem maiores esforços, o meu jogging pela paulista -- e depois em casa, ainda, estudei um pouco do vav consecutivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2994855120557110698?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2994855120557110698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2994855120557110698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2994855120557110698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2994855120557110698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/ontem-estive-na-fnac-paulista-e-depois.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-6247276074089768529</id><published>2009-01-12T06:28:00.002-08:00</published><updated>2009-01-12T06:29:09.726-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O RECRUDESCIMENTO DE UMA NOVA GUERRA FRIA (QUENTE)&lt;br /&gt;שָׁלוֹם&lt;br /&gt;Se é um assunto de que não gosto de falar: é guerra. E parece-me que ninguém dos nossos coetâneos gosta também; e eu não saberia dizer o seu conceito mais apropriado. Mas mais uma vez o poço ferve na faixa de gaza. E de um lado a coisa está mais difícil que o outro. O problema é que cada lado acha que tem razão. E as razões são inúmeras. E as justificativas são invariavelmente irracionais para a guerra. Eu não gostaria de ver crianças morrendo de ambos os lados; nem homens, mulheres, adultos, idosas e idosos. Mas vejo que se a coisa continuar assim, a tendência é o seu agravamento e a inevitável polarização e demarcação de fronteiras. Isso significa dizer que o mundo tende a se bipartir novamente. Isso significa dizer que as coisas tendem a se aguçar. A faixa de gaza é apenas o epicentro de um epifenômeno perigoso que poderá advir. A meu aver, antes de ser uma guerra quente, trata-se, na verdade, da reinstauração de uma nova guerra fria -- que inevitavelmente irá ferver novamente e num caldeirão muito mais perigoso e universal -- se não tomarmos imediatamente os devidos cuidados. Por isso, mundus, cave!  Que caia sobre nós, sem mais nenhuma procrastinação, a devida pax!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-6247276074089768529?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/6247276074089768529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=6247276074089768529' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6247276074089768529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6247276074089768529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/o-recrudescimento-de-uma-nova-guerra.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2416597216492817734</id><published>2009-01-12T06:28:00.001-08:00</published><updated>2009-01-12T06:28:21.473-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O conceito de Crítica de Arte no Romantismo Alemão&lt;br /&gt;Dias atrás, eu pus na mochila e depois o tirei dela, o livro de Walter Benjamin: O conceito de Crítica de Arte no Romantismo Alemão. Vou ser sincero com vocês: não passei do primeiro capítulo. Pelo que percebi, WB envereda pelas obscuras sendas de eu e não-eu de Fichte para fundamentar coisas ligadas à literatura mais na frente. Mas eu pergunto se o prórpio WB entendia o que ele escrevia ali naquele livro; e o próprio Fichte é enrolado para desenvolver a sua teoria. É uma miscelânea chata e paralógica. Gosto do WB -- mas acho que ele ali forçou a barra. Isso porque o livro é traduzido para o nosso grandioso português; imaginem se lermos em alemão então. Eu, a meu modo, fundamentei aquilo que denomino de não-eu de um modo singelo, como deve ser toda filosofia: se a = a então a - a = 0 então -a = -a (que denominei também de princípio da identidade negativa). Com efeito, se Fichte e WB fossem coetâneos meus, desculpe-me por grafá-la novamente - as suas filosofias não seriam tão enroladas assim. Quando não se pode dizer, deve-se calar - assim dizia - novamente -  o nosso velho Wittgenstein&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2416597216492817734?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2416597216492817734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2416597216492817734' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2416597216492817734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2416597216492817734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/o-conceito-de-crtica-de-arte-no.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-7035992251910423705</id><published>2009-01-11T06:16:00.001-08:00</published><updated>2009-01-12T06:18:50.759-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maria de Lourdes Alba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Correspondências'/><title type='text'></title><content type='html'>Tuesday, October 24, 2006&lt;br /&gt;&lt;a name="116170833050524246"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com a permissão da poeta Maria Alba&lt;br /&gt;Em 1 Feb 2004, maria alba escreveu:&lt;br /&gt;Ao poeta Wilson&lt;br /&gt;Achei excelente, muito boa mesmo a sua apresentação no Jornal Separata. Parabéns.Eu não conheço a sua obra, somente alguns poemas que você tem declamado aqui e acolá quando ocasionalmente nos encontramos. Os mini contos me surpreenderam. Estão ótmos e, até a sua foto está bem original.&lt;br /&gt;Parabéns&lt;br /&gt;Beijos&lt;br /&gt;Maria de Lourdes Alba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-7035992251910423705?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/7035992251910423705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=7035992251910423705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7035992251910423705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7035992251910423705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/tuesday-october-24-2006-com-permisso-da.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2158533472278712845</id><published>2009-01-11T06:14:00.003-08:00</published><updated>2009-01-12T06:14:51.110-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Wednesday, October 11, 2006&lt;br /&gt;&lt;a name="116059557187620493"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Considerações acerca dos chamados Princípios da Identidade&lt;br /&gt;É comum, para os que se interessam por filosofia, ouvir muito falar do Princípio da Identidade. E esse princípio dá estofo , ou melhor, acaba permeando outras áreas também, que não são também do campo filosófico. Por exemplo: política, psicologia e outros rebentos. Mesmo no campo filosófico, que mais me parece um emaranhado de conceitos , o cipoal é mui difícil, e chega um pouco a nos confundir. Por exemplo: é comum chamar de A = A de Princípio da Identidade. Não é menos comum também se atribuir a A é A de outro Princípio da Identidade, o mesmo ocorrendo para A implica A. Nota-se que se costuma chamar a todos aqueles de Princípio de Identidade. Por isso, agora, pretendo estabelecer algumas distinções entre tais PIs. Para A = A chamo de PI não universal, porque diante do PZ teria que se fazer uma ressalva para o zero. Assim: A = A diferente de zero - perdendo, portanto, o seu status de universalidade. Para A é A considero não um PI, mas para ´A- predicado´ de categorial. Isso já perpassa um pouco a lógica. Já escrevi sobre isso. Um é A nominativo (sujeito), o outro é A categorial - predicado. Portanto não há identidade, mas sim identificação. Já para o outro A implica A , PI tautológico ou analítico, posto que nada acrescenta ao próprio A. São estudos e considerações, por isso posso atirar a minha pedra numa janela possivelmente indevassável...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2158533472278712845?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2158533472278712845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2158533472278712845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2158533472278712845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2158533472278712845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/wednesday-october-11-2006-consideraes.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-7616230852217602359</id><published>2009-01-11T06:14:00.001-08:00</published><updated>2009-01-12T06:17:17.655-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Saturday, October 07, 2006&lt;br /&gt;&lt;a name="116025374485230026"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estudo - o axioma zero&lt;br /&gt;Pode-se tentar aceitar e advogar que - quando multiplicamos por zero e o produto seja zero- se trata de uma axioma? Desse modo solucionamos os cálculos que já vêm sendo solucionados. Isso seria uma forma de não prosseguir numa investigação científica mais acurada. Isso nos salva de uma certa maneira. Haja vista as possibilidades de aberturas na lógica e nas próprias ciências. Seria como dar um certo fôlego à metafísica e a outros xamanismos. Se está dando certo, por que mudar? Cambiar? No mosteiro de São Bento, na quarta-feira passada, já ouvi falar de Bachelard. Hoje mesmo circulando rapidamente por algumas livrarias vi inúmeros livros de Bachelard, que confesso não conhecer, somente muito de oitiva. Bachelard parece-me que advoga esse tipo de ephoke - ou algo similar. Mas voltando ao meu assunto que rabisquei num bar da Augusta. Poderemos aceitar o Axioma Zero? E tudo como está? Nada se alterando? Poderemos, como já vim rabiscando em alguns cadernos e folhas soltas, pensar numa possibilidade de indeterminaçâo para o produto 1 x 0 = (?) ...? - onde (?) = x. Ou ainda uma não possível aplicação: (1 x 0) não se aplica? Para o caso de 1 x0 = x teremos por exemplo para um caso como: 5 + 1 x 0 a seguinte possiblidade algébrica: 1 x 0 = x se e somente se x = -5.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-7616230852217602359?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/7616230852217602359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=7616230852217602359' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7616230852217602359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7616230852217602359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/saturday-october-07-2006-estudo-o.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-9104433109815704118</id><published>2009-01-11T06:13:00.002-08:00</published><updated>2009-01-12T06:20:36.161-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paradoxo do Zero'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lógica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia brasileira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contradição'/><title type='text'></title><content type='html'>Tuesday, October 31, 2006&lt;br /&gt;&lt;a name="116230046477679346"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estudos - Diálogos de um ignaro com a dedução natural&lt;br /&gt;Sei que é extremamente difícil abordar certos aspectos lógicos. E se deixar, depois de um tempo, até eu tenho dificuldade de compreender o que eu mesmo digo. Por isso esse precário registro. São assomações deambulares. Em sentido aulas de filosofia. Algo meio peri-patético. Mais patético do que perí. Vou tomar como modelo a seguinte exposição aritmética:2 x 3 = 6Assim sendo posso denominar para 2 = A para 3 = B e para C (produto) = 6Ou seja, A x B = CPosso ainda chamar A x B = C de alphaAgora vou para o CTRQuando alpha e não-alpha, logo béthaExemplo para o PZ (Paradoxo do Zero)Quando aplicamos 1 x 0 = 0 temospara 1 = Apara 0 = Bpara 0 (produto) = BOu esse zero produto teria uma outra imagem de zero?Portanto temos A x B = B ou diante do apresentado não-alpha.Seria um zero analítico?Portanto, CONTRADIÇÃO DENTRO DA DEDUÇÃO NATURAL DA LÓGICA. São estudos apenas. Depois falarei sobre o Silogismo Hipotético, Modus Ponens, Modus Tollens etc. Mas sempre como referencial o meu PZ.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-9104433109815704118?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/9104433109815704118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=9104433109815704118' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/9104433109815704118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/9104433109815704118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/tuesday-october-31-2006-estudos-dilogos.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-6084311139964556172</id><published>2009-01-11T06:13:00.001-08:00</published><updated>2009-01-11T06:13:31.812-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Tuesday, October 17, 2006&lt;br /&gt;&lt;a name="116109097194724563"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;‘A essência do filósofo se manifesta e se atua não na dimensão da escritura, mas na da oralidade.PlatãoHypomnemataDenomino de Paradoxo do Zero a contradição que se estabelece quando da aplicação da seguinte fórmula: a x b = c e sendo a sua verdade c : b = aÉ notório que quando aplicamos essa fórmula, incidimos numa contradição aritmética:Ex: 1 x 0 = 0 e só sendo verdade se 0 : 0 = 1Quando perguntamos ao senso comum:quanto é 1 x 0 ?a resposta é : 0Portanto, temos uma contradição ou um erro na matemática.Outro aspecto: se não se pode dividir por zero, por que não efetivar uma ressalva no Princípio da Identidade como: A = A , mas diferente de zero ;Ex: se tomarmos zero para A, teremos o seguinte:para A = O , logo 0 = 0 ou 0 : 0 = 1Nesse caso o princípio da identidade não caberia para o 0 (zero);Fichte em xeque.Obs: Andei encaminhando e-mails para revistas, jornais etc; andei também conversando e demonstrando esse meu estudo para doutores, mestrandos, doutorandos, pessoas simples da cidade, colegas do curso de grego etc.Conclusões da recepção de meus estudos:1 – Ausência de resposta dos e-mails.2 – Conversa com um escritor brasileiro: fui chamado de gênio.3 – Resposta de um filósofo brasileiro (via e-mail): admiração pelos meus estudos.4 – Projeto para a PUC-SP - (projeto ignorado).5 – Resposta de um doutor da PUC-SP (colega): chamou-me de verdadeiro filósofo.6 – Outros:6.1 - Louco;6.2 - Chato;6.3 - Metido;6.4 - Coitado;6.5 – Curioso;6.6 - Desistir e se importar com coisas de maior valor. 6.7 – Não entendem de filosofia ou entendem pouco, dentre os quais estudantes de filosofia ou intelectuais.São Paulo/05.07.2005.wilson luques costaTODOS OS DIREITOS PARA WILSON LUQUES COSTA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-6084311139964556172?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/6084311139964556172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=6084311139964556172' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6084311139964556172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6084311139964556172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/tuesday-october-17-2006-essncia-do.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-3469930326666799734</id><published>2009-01-11T06:11:00.000-08:00</published><updated>2009-01-11T06:12:45.624-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sunday, August 13, 2006&lt;br /&gt;&lt;a name="115548224627694324"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;GARRAFAS JOGADAS AO MAR&lt;br /&gt;Ontem recebi uma notícia, que, para alguns, poderia ser banal. O que seria tudo isso diante de prêmios internacionais? Mas me deu uma das maiores alegrias dos últimos dias. Recebi um telefonema na caixa postal do meu celular, que nunca toca. Ganhei da Raquel para a minha corretorinha da época. Mas me serve mais como relógio. Cronômetro. Mas de vez em quando chama. Ou é a Raquel. Ou o Geraldo que é meu amigo desde a infância, psiquiatra, músico de primeira, não falo mais porque não gosta - ou um e outro. Mas ontem estranhei o número e liguei. Era o Eduardo. Primeiro pensei quer fosse o cordelista metropolitano, aliás, garoto que vai chegar longe - porque tem poesia na veia e uma das coisas que acho magnífica: força de vontade. Deixo em certos momentos transparecer pelo meu olhar que não concordaria de jeito nenhum se pretendesse fama e louros. Mas vejo que segue os mais experientes e, lógico, não sou eu. Há uns caras bons que ele convive e conviveu. Belchior, e pelo que sei, leitor voraz. Théo não sei o quê - compositor. E outros. Mas não era esse Eduardo. Era para a minha grata satisfação o Eduardo Coelho Morgado Rezende. E para quem não o conhece, uma dica: estará lançando um outro livro, que já está disponível na Livraria Cultura. E ainda para quem não sabe: ele é um dos maiores e será, na certa, o maior especialista em necrópoles no Brasil. O cara sabe tudo sobre Vila Formosa. Geógrafo formado na USP, e colega de papo com o Jocenir - mais ou menos em 2002, na Barão de Itapetininga. Mas não é que um conto meu está lá no livro. Com índice remissivo e tudo mais. E tem mais: sei que um grande colégio, onde leciona, um colégio muito tradicional, no parque dom Pedro, fez provas fundamentadas em meus contos. Meu, me fale se isso não é um Nobel ou um Jabuti? Me fale, por favor! Em face das aulas de filosofia, que leciono no estado - provavelmente não estarei lá na Ícone, na quarta-feira. Mas estarei na Cultura para comprar esse livro para a minha galeria. Sou caxias e não falto na escola. Mas estou tentando mudar o meu horário, e se der, estarei lá prestigiando esse meu grande camarada dos Arrabaldes da vida - conhecedor da nossa única e definitiva morada... Salve tanatós... mas longe de mim... Xô, galinha...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-3469930326666799734?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/3469930326666799734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=3469930326666799734' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3469930326666799734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3469930326666799734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/sunday-august-13-2006-garrafas-jogadas.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1464183672035333180</id><published>2009-01-11T06:08:00.002-08:00</published><updated>2009-01-12T06:22:32.847-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Correspondências'/><title type='text'></title><content type='html'>MISSIVAS - COM A PERMISSÃO DO GRANDE PERISSÉ&lt;br /&gt;É ISSO QUE NOS ALEGRA EM VIDA.&lt;br /&gt;Meu amigo Wilson, tudo bem? Estou criando uma revista virtual lítero-filosófica. Veja: &lt;a href="http://www.perisse.com.br/Revista-ambito-editorial-1.html"&gt;http://www.perisse.com.br/Revista-ambito-editorial-1.html&lt;/a&gt; Terá ISSN. Será bem divulgada, espero. Queria pedir autorização para publicar poemas/minicontos seus, posso? Seria uma alegria. Um abraço! Gabriel Perissé _________________ &lt;a href="http://www.perisse.com.br/"&gt;http://www.perisse.com.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1464183672035333180?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1464183672035333180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1464183672035333180' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1464183672035333180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1464183672035333180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/missivas-com-permisso-do-grande-periss.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2061752488959699885</id><published>2009-01-11T06:08:00.001-08:00</published><updated>2009-01-11T06:08:18.369-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Monday, November 06, 2006&lt;br /&gt;&lt;a name="116281823171462578"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena não ler de novo&lt;a name="post_18574295"&gt;29/07/2006 16:49&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ontem tive o prazer de receber uma homenagem do Clube Caiubi. Poxa, que coisa legal e emocionante. Nunca pensei em receber uma homenagem dessas.Mas o Vlado e o Clube devem ter os seus motivos. Faço os meus textos por uma necessidade intrínseca. Mas receber um reconhecimento é sempre legal. Já fui bastante boêmio, mas estou mais caseiro. Sou librorum. De ficar em casa. Não tenho uma missão para pop. Mas só o fato de saber que Sampa está sempre pulsando é demais. Vi o grupo Percepton, que vai dar muito o que falar. Álvaro Cueva que me impressionou deveras. Deveras mesmo. Ayrton Mugnaini, ex-integrante do Língua de Trapo, que chegou na hora a musicar um pequeno texto meu e me chamar de parceiro. A alegria inconteste e chacrinianaunderground do Vlado, que é um cara muito, muito legal mesmo. Até um Schopenhauriano riria com Vlado. Poder abraçar um colega que, vamos falar a verdade, nunca falhou comigo, e que quero ainda ter uma parceria, já deixei umas letras com ele, mas por enquanto está lá de molho, uma que fala do samba de Sampa, que aqui não é o túmulo do samba - e esse compositor é nada mais, nada menos, que Waldir Fonseca, ou Valdir da Fosneca - é que ele é camaleônico. Mas não dá para entender esse total anonimato, pois tem músicas gravadas com Eduardo Gudin, Rosa Maria, Heitorzinho dos Prazeres (o seu grande parceiro) - Leny Andrade, Anna de Holanda, Beth Carvalho, ( Paro por aqui?)... Estive com a Raquel - que depois de nosso casamento, vai atuar como atriz - aliás a sua colega Ju está no Ruth Escobar - mas ela está só esperando e quero dirigi-la num Granizos dos Deuses de tirar o chapéu. Recebi, também, a companhia da Colega Ieda Estergilda. Discursei , só para contrariar o ambiente (unde), numa provocação minha, muito particular, com umas citações em latim e um grego chinfrim-tupiniquim. Por que só na ABL ? O Caiubi merece. Vi também um poeta da periferia, sabe daqueles caras que saem falando por aí...(aedo grego) fazendo uma bricolagem oralis muito...muito.. valde...demais...interessante... Vi os presentes lendo os meus textos. Causando-me uma estranheza. Mas como disse uma colega escritora que estava por lá: ´Wilson, isso já não mais te pertence... E ela tem razão... Depois encerrei a belíssima sexta-feira... E, mano, se você não tiver tutano depois de certas apresentações, o bicho pega... Depois de Percepton, o aedo oralis, Cueva... (sinceramente o cara tem uma sofisticação de Francis Hime)... É para poucos... Falei então (oún): estão conspirando contra mim... Falei: Vlado,não faz isso comigo... Mas acho que dei o meu recado... Dormi lá pela Augusta e ainda dei o meu giro pela manhã... Passei pela Ícone e fucei Variedades de Valèry, e só não levei porque 44,00 pratas estava já um pouco demais para o meu bolso, mas é livro lido e catalogado no meu índex -- e agora é só ressaca de coca-cola light -- das duas que tomei... Mas é isso aí... Estamos plantando mísseis culturais no coração da cidade... O meu muito obrigado a todos... E alea jacta est... Se tudo dependesse de mim, eu juro que eu jogaria flores no coração do Líbano... Tenham a minha certeza: seriam Pulcrae Rosae non Hiroshimae... E tenho dito...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2061752488959699885?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2061752488959699885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2061752488959699885' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2061752488959699885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2061752488959699885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/monday-november-06-2006-vale-pena-no.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-5110141614107240409</id><published>2009-01-11T06:02:00.001-08:00</published><updated>2009-01-11T06:02:23.999-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a name="2005_11-01_19_07_48-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;01/11/2005&lt;br /&gt;guerra civil ou guerra entre civis&lt;br /&gt;Ouço muito falar que estamos numa guerra civil. Isso se dá mais&lt;br /&gt;por uma falta de análise dos conceitos. Eu, a meu modo, julgo&lt;br /&gt;que vivemos uma pequena (quiçá) guerra entre civis, do que&lt;br /&gt;propriamente uma guerra civil. Se eu fosse um desses filósofos,&lt;br /&gt;que andam fazendo palestras por aí, eu diria que se trata mesmo&lt;br /&gt;daquilo que se denomina de senso comum da nação. Antes de serem&lt;br /&gt;conceitos que se cruzam e que se interligam, esses dois conceitos&lt;br /&gt;são antes antípodas do que qualquer outra coisa. A saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# se estivéssemos numa guerra civil, os nossos cidadãos não&lt;br /&gt;estariam se automutilando uns aos outros pelas ruas da pólis;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# haveria uma maior organização e conscientização dos cidadãos,&lt;br /&gt;ou o que poderíamos chamar de uma iluminação da caverna platônica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# o alvo em si não seria o concidadão, mas sim o estado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# o estado sabe que enquanto houver guerra entre civis,&lt;br /&gt;não haverá em hipótese alguma uma guerra civil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# ou seja: a guerra entre civis torna-se um anteparo de&lt;br /&gt;um estado inepto, inapto e impotente -- mas que se quer&lt;br /&gt;perene no poder;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# guerra civil implica organização dos cidadãos (bonus sensus);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# guerra entre civis (comunis sensus);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# na guerra civil cai o estado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# na guerra entre civis caem os cidadãos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# na guerra entre civis -- interesse por bens do sistema capitalista;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# na guerra civil -- valorizam-se o cidadão, a ética e um certo tipo de moral;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# na guerra entre civis -- livre mercado e livre concorrência;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# na guerra entre civis -- controle de preços;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# na guerra civil valoriza-se o todo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# na guerra entre civis valoriza-se a individualidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora não me pergunte se sou favorável a um ou outro,&lt;br /&gt;porque eu apenas com grande equilíbrio eu lhe reponderia&lt;br /&gt;que o meu únco dever é, como sugeria o mestre Platão,&lt;br /&gt;iluminar a vasta escuridão da tua caverna... et légomai...&lt;br /&gt;# obs: toma a palavra guerra não no seu conceito mais universal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-5110141614107240409?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/5110141614107240409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=5110141614107240409' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/5110141614107240409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/5110141614107240409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/01112005-guerra-civil-ou-guerra-entre.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-4102850833248663806</id><published>2009-01-11T05:55:00.001-08:00</published><updated>2009-01-11T05:55:17.905-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>PARTICIPAÇÕES&lt;br /&gt;REVISTA COYOTE&lt;br /&gt;Acaba de ser lançado o oitavo número da Revista Coyote, uma publicação sobre literatura e arte que tem como principal característica a ousadia e inventividade. Editada pelos escritores londrinenses Marcos Losnak, Ademir Assunção e Rodrigo Garcia Lopes, a Coyote ainda conta com o criativo projeto gráfico de Joca Renners Terron e Marcos Losnak.Nesta edição, COYOTE apresenta ao público brasileiro a obra de Cecília Vicuña, poeta e artista plástica chilena radicada em Nova York - em dossiê com entrevista, fotos e poemas traduzidos -, e poemas inéditos em português do egípcio Edmond Jabès (em tradução de Caio Meira) e do coreano Yi Sang (traduzidos por Yun Jung In).O número traz também uma mini-antologia com o poeta londrinense Carlos Eduardo Zago, a poesia do carioca Rodrigo Leão e do paulistano Marcelo Tápia, a prosa inconformista de Furio Lonza, Márcia Denser e Wilson Luques Costa e a escrita desconcertante de Sérgio Medeiros, na fronteira da prosa, da poesia e do teatro.Há ainda as investigações teóricas, extremamente provocantes, do mexicano Heriberto Yépez, traduzidas do blog que mantém na internet, as belíssimas imagens do fotógrafo londrinense Walter Ney, e trabalho visual de Sergio Monteiro. Não perca!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-4102850833248663806?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/4102850833248663806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=4102850833248663806' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4102850833248663806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4102850833248663806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/participaes-revista-coyote-acaba-de-ser.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-4092545950350494149</id><published>2009-01-11T05:54:00.001-08:00</published><updated>2009-01-11T05:54:20.498-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>PARTICIPAÇÕES&lt;br /&gt;.................................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;a href="javascript:ol("&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="javascript:ol("&gt;Poetas invadem a praça &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;PublishNews - 23/1/2004&lt;br /&gt;Por ocasião dos 450º aniversário da cidade de São Paulo, o projeto O Autor na Praça terá a participação de José Venâncio de Resende, autografando Baronesa de Arary - nobres, pobres, artistas, oportunistas... (Scortecci, 284 pp., R$ 25), e dos poetas Beatriz Helena Ramos Amaral, Betty Vidigal, Carlos Soulier Do Amaral, Cláudio Feldman, Donizete Galvão, Eunice Arruda, Hamilton Faria, Ieda Estergilda de Abreu, Izacyl Ferreira Guimarães, Valdyce Ribeiro e Wilson Luques Costa, em tarde de leituras, autógrafos e textos de Paulo Bonfim, Luís Avelima, Lúcia Ribeiro, Pagú (Patrícia Galvão), Cassiano Ricardo e outros poetas que cantaram a cidade. O evento acontece no dia 24 de janeiro, às 15h, no Espaço Plínio Marcos da Feira de Artes da Praça Benedito Calixto, em Pinheiros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-4092545950350494149?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/4092545950350494149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=4092545950350494149' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4092545950350494149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4092545950350494149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/participaes.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-175359204756149555</id><published>2009-01-11T05:52:00.003-08:00</published><updated>2009-01-11T05:52:52.599-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a name="2005_09-13_18_00_06-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;13/09/2005 PARTICIPAÇÕES COMO PALESTRANTE / UNICENTRO BELAS ARTES DE SÃO PAULO - 17 DE ABRIL DE 2004  Fórum&lt;br /&gt;Educação, Competências e Valores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manhã&lt;br /&gt;07:30 - Recepção de estudantes e convidados&lt;br /&gt;08:00 - Violino – Murilo Cruz&lt;br /&gt;08:15 - Abertura Oficial do Evento&lt;br /&gt;08:35 - Prof. Ms. José Camelo Ponte&lt;br /&gt;            Tema: O Evento&lt;br /&gt;08:40 - Prof. Dr. Ênio José da Costa Brito – PUC/SP&lt;br /&gt;          Tema: O DNA da Alma Brasileira&lt;br /&gt;09:20 - Profa. Dra. Ivani Fazenda – PUC/SP&lt;br /&gt;          Tema: Questões Fundamentais da Interdisciplinariedade&lt;br /&gt;10:00 - Profa. Dra. Ecleide Cunico Furlanetto – PUC/SP&lt;br /&gt;          Tema: Como Nasce um Professor&lt;br /&gt;10:15 - Comunicações&lt;br /&gt;            Profa. Ms. Leila Rabello de Oliveira – PUC/Campinas&lt;br /&gt;10:25 - Depoimento&lt;br /&gt;            Daisy Fonseca Rebelo – Jornalista e Ex-aluna do Unicentro Belas Artes&lt;br /&gt;10:30 - Coffee Break – Violino – Murilo Cruz &lt;br /&gt;10:45 - Prof. Dr. José Dias Sobrinho - UNICAMP/SP&lt;br /&gt;          Tema: Avaliação: Políticas Educacionais e Reformas da Educação&lt;br /&gt;11:30 - Prof. Dr. Antonio Joaquim Severino – USP&lt;br /&gt;          Tema: O Papel da Pesquisa na Formação do Professor&lt;br /&gt;12:10 - Encerramento – Profa. Ms. Maria Aparecida Alcântara&lt;br /&gt;Almoço&lt;br /&gt;Tarde&lt;br /&gt;13:35 - Violino – Murilo Cruz&lt;br /&gt;13:40 - Abertura e Composição da Mesa&lt;br /&gt;13:45 - Prof. Dr. Luiz Antonio Ferreira – USP&lt;br /&gt;          Tema: Oralidade e Escrita – Um Diálogo pelo Tempo&lt;br /&gt;14:15 - Profa. Ms. Mônica de Almeida – PUC/SP&lt;br /&gt;          Tema: A Afirmação do Sujeito no Mundo&lt;br /&gt;14:30 - Prof. Doutorando Francis Nunes Pereira – PUC/SP e Scelisul&lt;br /&gt;          Tema: Modelos Cognitivos Globais: uma Amostragem&lt;br /&gt;14:45 - Prof. Doutorando Julio Neves Pereira – UMC/SP e Unicastelo/SP&lt;br /&gt;          Tema: Estratégias Discursivas Aplicadas ao Texto de Auto-Ajuda&lt;br /&gt;15:00 - Coffee Break&lt;br /&gt;15:15 - Comunicações&lt;br /&gt;            D. A. Willy Hoppe / D. A. 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Ms. Maria Aparecida Alcantara&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-175359204756149555?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/175359204756149555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=175359204756149555' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/175359204756149555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/175359204756149555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/13092005-participaes-como-palestrante_11.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-9161356941471734175</id><published>2009-01-11T05:52:00.001-08:00</published><updated>2009-01-11T05:52:44.872-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a name="2005_09-13_18_00_06-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;13/09/2005 PARTICIPAÇÕES COMO PALESTRANTE / UNICENTRO BELAS ARTES DE SÃO PAULO - 17 DE ABRIL DE 2004  Fórum&lt;br /&gt;Educação, Competências e Valores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manhã&lt;br /&gt;07:30 - Recepção de estudantes e convidados&lt;br /&gt;08:00 - Violino – Murilo Cruz&lt;br /&gt;08:15 - Abertura Oficial do Evento&lt;br /&gt;08:35 - Prof. Ms. José Camelo Ponte&lt;br /&gt;            Tema: O Evento&lt;br /&gt;08:40 - Prof. Dr. Ênio José da Costa Brito – PUC/SP&lt;br /&gt;          Tema: O DNA da Alma Brasileira&lt;br /&gt;09:20 - Profa. 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Ms. Maria Aparecida Alcântara&lt;br /&gt;Almoço&lt;br /&gt;Tarde&lt;br /&gt;13:35 - Violino – Murilo Cruz&lt;br /&gt;13:40 - Abertura e Composição da Mesa&lt;br /&gt;13:45 - Prof. Dr. Luiz Antonio Ferreira – USP&lt;br /&gt;          Tema: Oralidade e Escrita – Um Diálogo pelo Tempo&lt;br /&gt;14:15 - Profa. Ms. Mônica de Almeida – PUC/SP&lt;br /&gt;          Tema: A Afirmação do Sujeito no Mundo&lt;br /&gt;14:30 - Prof. Doutorando Francis Nunes Pereira – PUC/SP e Scelisul&lt;br /&gt;          Tema: Modelos Cognitivos Globais: uma Amostragem&lt;br /&gt;14:45 - Prof. Doutorando Julio Neves Pereira – UMC/SP e Unicastelo/SP&lt;br /&gt;          Tema: Estratégias Discursivas Aplicadas ao Texto de Auto-Ajuda&lt;br /&gt;15:00 - Coffee Break&lt;br /&gt;15:15 - Comunicações&lt;br /&gt;            D. A. Willy Hoppe / D. A. 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Ms. Maria Aparecida Alcantara&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-9161356941471734175?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/9161356941471734175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=9161356941471734175' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/9161356941471734175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/9161356941471734175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/13092005-participaes-como-palestrante.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2144546382344531532</id><published>2009-01-11T05:47:00.000-08:00</published><updated>2009-01-11T05:48:05.765-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>FILOSOFIA / ESTUDOS&lt;br /&gt;O Princípio da Identidade diz que A = A e não faz ressalvas se diferente de zero. A matemática por não dar conta da divisão pelo zero, determinou ou fixou uma lei proibitiva, ou se conforma em informar que 1 x 0 = 0. Entretanto, essa lei me parece mais um arbítrio ante um impasse, do que uma lei fundamentada em deduções lógicas. A lei nesse sentido sendo mais uma exceção por impossibilidade; sendo menos uma lei matemática, do que uma lei dos matemáticos. Algo análogo ao direito, quando uma lei menor opõe-se a uma lei maior. Há que se fazer então a devida ressalva no Princípio da Identidade: A = A # 0; o que de certo modo implicaria em mudanças substanciais; por exemplo: no Sistema Fichteano e mesmo no secular Princípio da Identidade já aludido, sem falar na própria matemática.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2144546382344531532?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2144546382344531532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2144546382344531532' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2144546382344531532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2144546382344531532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/filosofia-estudos-o-princpio-da.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-624775108264975219</id><published>2009-01-11T05:42:00.000-08:00</published><updated>2009-01-11T05:43:38.847-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Acerca da greve&lt;br /&gt;Instrumento de mensuração do Sistema Capitalista. Um grevista nos moldes atuais, jamais será um transformador radical da estrutura capitalista. Quem pensa de forma diferente, ilude-se. Um grevista, embora possa ter, em seu íntimo, dissenssões com o seu patrão; não tem, por outro lado, dissenssões com o Sistema Capitalista, onde está inserido. O grevista, quando em estado de greve, está, na verdade, num estado de propugnação de realinhamento de preço de sua mercadoria, que é a sua força de trabalho. Por isso, portanto, que vemos o capitalismo em sua maior essência (ousía), quando vemos um grevista em luta. A greve é, portanto, o Fayol e o Taylor de uma pós-modernidade obsoleta e decadente e se torna a cada dia uma insuficiente comensuradora de meros serviços.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-624775108264975219?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/624775108264975219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=624775108264975219' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/624775108264975219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/624775108264975219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/acerca-da-greveinstrumento-de-mensurao.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-3166304641836641176</id><published>2009-01-11T05:29:00.000-08:00</published><updated>2009-01-11T05:34:17.871-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;DESCARTES &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;CONJUNTO VERDADE DE DESCARTES {(C) CLAREZA; (D) DISTINÇÃO}&lt;br /&gt;CONJUNTO DO PENSO, LOGO EXISTO (PLE) - {(C) CLAREZA}&lt;br /&gt;LOGO:FALTA DISTINÇÃO.&lt;br /&gt;# Não trato nessa redução matemática sobre os aspectos conceituais de Clareza e Distinção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-3166304641836641176?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/3166304641836641176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=3166304641836641176' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3166304641836641176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3166304641836641176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/descartes-conjunto-verdade-de-descartes.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-7933154626998557188</id><published>2009-01-08T05:41:00.000-08:00</published><updated>2009-01-08T05:42:08.685-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Alguns problemas colocados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O princípio da contradição ou não-contradição é um princípio ‘sine qua non’ dos juízos sintéticos a priori. Kant, na Crítica da Razão Pura, define os juízos sintéticos a priori como: ‘não os que ocorrem de modo independente desta ou daquela experiência, mas absolutamente independente de toda a experiência.’ Mas não pretendo, em absoluto, falar de experiência. Kant vai além: ‘em primeiro lugar, portanto, se se encontra uma proposição pensada ao mesmo tempo com sua necessidade, então ela é um juízo a priori.’ Para os mais afoitos ou leigos, essa frase poderia passar despercebida. Primeiro, porque os filósofos têm o péssimo vício de inventar e reinventar termos e conceitos, colaborando de maneira exemplar para o surgimento das valências polissêmicas. É o caso da necessidade. Segundo, porque a filosofia se faz e se comporta, não raras as vezes, por uma tal obscuridade, por algo assim eivado de uma certa nebulosidade, pertencente só mesmo aos semideuses, que chegamos a ficar atônitos diante de certas idiossincrasias.Mas ó pequeno homem. “Mas ó micros antropos”. Temamos a tanatos e ao destino. Bem, necessidade é não-contradição. E o que vem a ser contradição? No livro “A filosofia a partir de seus problemas” temos: Uma contradição se produz quando afirmo e nego a mesma coisa, ou seja, digo:“A é não A” (ou, por exemplo: “Chove e não chove”). O princípio da contradição é um princípio da lógica clássica que diz: nada pode ser e não ser ao mesmo tempo e sob a mesma relação (ou: um juízo não pode ser verdadeiro e falso). Algo é possível quando não implica contradição. Algo é impossível quando implica contradição. Algo é necessário quando sua negação é impossível ou implica contradição. E encontramos ainda: “A lógica não faz outra coisa que explicitar a legalidade da Razão; e continua: “os princípios lógicos não são outros que os princípios da Razão pura, sendo o de contradição um dos fundamentais”. Desenvolve-se o raciocínio de tal forma, que chegamos até a acreditar que estamos diante de algo inabalável. Vejamos mais um pouco: “portanto, apoiando-me exclusivamente na razão pura posso fundar o conhecimento necessário do ponto de vista lógico-formal e, em conseqüência, produzir um certo tipo de saber a priori.” Andares e pilastras vão se construindo de tal modo, que nem aludimos a um possível desmoronamento: “se a ciência físico-matemática tem êxito, isto só pode acontecer porque, de algum modo, ela é capaz de um conhecimento necessário que não se baseia na Razão pura”. Retornemos agora à Crítica da Razão Pura, onde Kant é categórico ao afirmar: “ora, é fácil mostrar que no conhecimento humano realmente há tais juízos necessários e em sentido estrito universais por conseguinte puros a priori. Caso se queira um exemplo das ciências, basta olhar ‘todas’as proposições matemáticas; caso se queira um do uso mais comum do entendimento, poderá servir a proposição de que toda mudança tem que ter uma causa...” Para nós basta a seguinte frase: “todas as proposições matemáticas”.Sendo assim e não de outro modo, ou seja, que os juízos sintéticos a priori são juízos necessários e universais; assim, Kant afirma a validade da ciência e por conseguinte de seus dois mais ferrenhos baluartes a matemática e a física. Mas como se fosse um daqueles aviões de 11 de setembro, ou como se fosse ainda uma terceira revolução copernicana; um Copérnico mudando a rota da filosofia e da matemática; ou da filosofia e da lógica. Ou uma e outra. Ou outra, mas não uma. Ou mais: uma, outra e uma; eu arrosto todos aqueles que crêem em tal irrefutabilidade; ou dizendo melhor de outra maneira: que a matemática é necessária. A não ser que houvesse por parte daqueles que propugnam tais assertivas uma contrição imediata. Mas Kant está morto e Königsberg vive ainda tranqüila. Portanto sonegado o indulto. Se fosse de outra maneira e não essa, daria por acabado e jamais explicitaria o raciocínio que agora empreenderei: Sem lhes demonstrar tal como se deu a fórmula que se segue, afirmo que: A x B = C e sua não-contradição se e somente se C : B = A&lt;br /&gt;Para isso, no entanto, valho-me de algumas exemplificações que numa quantidade razoável pretendem esgotar o assunto. Tomemos primeiro, então, o exemplo da validade ou não-contradição, ou como também passo agora a denominar como um tal tipo de paradoxo; mas fiquemos por enquanto com o que se segue: Se tenho: A x B = C e sendo verdade C : B = A . Então poderei aplicar os seguintes raciocínios:&lt;br /&gt;Para: A = 1&lt;br /&gt;B = 2 C = ?&lt;br /&gt;Aplicando as fórmulas :&lt;br /&gt;1 x 2 = 2&lt;br /&gt;sendo verdade e não-contradição&lt;br /&gt;2 : 2 = 1&lt;br /&gt;Para:&lt;br /&gt;A = 4&lt;br /&gt;B = 5&lt;br /&gt;C= ?&lt;br /&gt;Aplicando as fórmulas:&lt;br /&gt;4 x 5 = 20&lt;br /&gt;sendo verdade e não contradição :&lt;br /&gt;20 : 5 = 4&lt;br /&gt;A fim de lhes evitar um certo cansaço e uma incomensurável lista de demonstrações com tais números,- pois creio que não necessitaríamos, pois despenderíamos o nosso sagrado tempo, bem como as páginas que aqui se apresentam, elucubrando sobre uma infinidade de cálculos, que mais se assemelhariam a um Puzzle, onde sempre encontramos uma saída, depois de extenuadas e cansativas tentativas - essa sumarização. Evidente que posso ainda se houver um outro tipo de dúvida demonstrar mais um ou dois raciocínios, mas antes peço-lhes que pratiquem até a sua exaustão e verão que ficarão extenuados e a não-contradição não se dará. Nesse sentido, perguntar-se-á: mas onde erra Kant nisso tudo? Pelo que se determina e embasado sobre esses raciocínios, Kant mantém-se mais ereto do que as duas torres gêmeas, antes mesmo daquele dia fatídico, e repousa solerte e tranqüilo sobre a sua Crítica da Razão Pura. E a matemática por seu turno dorme ainda um sono tranqüilo e abrasador, mostrando e demonstrando as suas verdades aos perscrutadores da Razão pura. Kant, efetivamente, denota uma segurança extremada ao afirmar: “a matemática dá-nos um esplêndido exemplo de quão longe conseguimos chegar no conhecimento a priori independentemente da experiência.” Mas deixa, como se fosse um ato falho, ou , como se fosse um tipo de premonição, escapar sobre a matemática: “o estímulo para ampliar seus conhecimentos é tão grande que só pode ser detido em seu progresso por uma clara contradição em seu caminho”. Antes de tudo, temos que ter bem claro que quando falamos de matemática, falamos no “conjunto das ciências que têm por objeto o número, a quantidade, a extensão e a ordem”. Poderíamos , desse modo, considerar o zero, como um representante de uma dessas quatro categorias? Se, ao menos, uma dessas categorias satisfaz as mínimas condições para se operar uma construção matemática, estamos, então, em condições, sem correr o risco da precipitação, de afirmar que há contradição nas chamadas operações matemáticas e por conseguinte nos juízos sintéticos a priori. Mas não nos precipitemos! Como diz Kant: “a leve pomba, enquanto no livre vôo fende o ar do qual sente a resistência, poderia imaginar-se que seria ainda muito melhor sucedida no espaço sem ar.” E Kant é benévolo, fornecendo-nos esse colchão macio ou esse céu de brigadeiro da Crítica da Razão Pura. Mas isso não nos força a sermos indulgentes com Kant. Não se esqueçam que Kant era um homem. E por isso com suas falhas. Cournot define assim a matemática: “sob o nome coletivo Matemática, designa-se um sistema de conhecimentos científicos, estreitamente ligados uns aos outros, fundados em noções que se encontram em todos os espíritos, todavia sobre verdades rigorosas que a razão é capaz de descobrir sem o socorro da experiência, e que, não obstante, podem sempre confirmar-se pela experiência, nos limites de aproximação que a experiência comporta”. Seria o caso de se perguntar: Qual seria o resultado de duas pêras somadas a duas pêras? E como se daria isso como experiência num mundo de não-pêras? Mas retornemos a Kant outra vez: “antes de tudo precisa-se observar que proposições matemáticas em sentido próprio são ‘sempre’ juízos a priori e não empíricos porque trazem consigo necessidade.” Quando Kant faz a sua crítica ostensiva à Metafísica, não se pode negar, que a faz de modo a ter na Matemática a sua escora, o seu esteio: “que até hoje a metafísica permaneceu numa situação tão vacilante entre incertezas e contradições, deve atribuir-se apenas à causa de não se ter antes deixado vir à mente esse problema e talvez mesmo a diferença entre juízos analíticos e juízos sintéticos.’ Kant, assim, lança mão de sua admoestação à metafísica, sustendo junto à cintura um farnel dadivoso de axiomas matemáticos. Mas esqueceu-se que as guerras são constituídas de inúmeras batalhas e logo no primeiro capítulo sucumbe, como um boxer inexperiente ao levar um ‘jab’ bem colocado. Kant esqueceu-se que quando a matemática fracassa no seu objeto, ela tende a uma certa metafísica, que só pode falar das coisas universais, ou se querem de outro modo, pretender falar. A matemática, nesse sentido estrito, como metafísica. Kant bem que poderia colocar abaixo os alicerces da matemática, relegando-a a uma metafísica menor. Todavia perdeu tal oportunidade. O que agora pretendo encetar é uma discussão sobre a possibilidade do zero como número; do zero como elemento, do zero como quantidade, do zero como extensão, do zero como ordem; do zero como um arcano. Vou colocar algumas perguntas, porque não pretendo exaurir as respostas. Quero antes perguntar. Perguntar de modo a colocar uma certa contradição entre o princípio da identidade; entre a matemática e a Crítica da Razão Pura de Kant; entre Kant e a lógica clássica, enfim: aporias. Se zero não é um tipo de número natural, por que se define como natural? Se zero não é número por que se comporta em certas situações como número? E outra: que espécie é o zero? Que tipo peculiar de número que responde e não responde? Que tipo de elemento esse, que é uma pedra no meio do caminho da matemática e por conseguinte dos juízos sintéticos a priori? Por que não poderíamos falar do zero como falamos do 1, 2, 3, 5,17,10001 etc? É evidente que já aponto para um certo tipo de contradição na matemática. É evidente também que alguém não sairá incólume. A filosofia já se cansou de respostas evasivas; quando há exceções, não se pode outorgar um ‘status quo’ de irrefutabilidade. Onde então se processa a revolução copernicana? Se a matemática não dá conta de um simples ‘conceito”zero? O que se fazer com o zero? Esta é a grande pergunta posta. Quando se afirma e se tem afirmado com uma contumácia extraordinária que 1 x 0 = 0; ou quando ainda se afirma que 2 x 0 = 0; onde buscar os matemáticos e os próprios leigos as suas fundamentações? Não podemos mais responder: é porque é! Assim fez e faz a metafísica que Kant erodiu. A matemática tem de responder e responder certo dentro dos princípios da identidade e da contradição; não podemos mais falar de Kant e da matemática como falamos sobre Tales de Mileto, Nietzsche, Cioran, Schopenhauer... Kant não disse que Deus está morto. Não disse sobre a água. Não disse sobre o ápeiron. Nesse sentido todos esses metafísicos podem falar.&lt;br /&gt;Mas Kant e a matemática não. Kant colocou a matemática num ‘snooker’ de bico. A matemática tem que provar. As bases dos juízos sintéticos a priori esboroariam sem a matemática. Uma contradição e tudo a perder. Kant mesmo alertou. Restam os princípios da causalidade. Mas essa é outra conversa.&lt;br /&gt;DO PRINCÍPIO DA IDENTIDADE&lt;br /&gt;O princípio da identidade diz por exemplo: a = a ; se concordamos com isso, poderemos então a partir do princípio da identidade fazer algumas considerações: Se digo: 1=1 tenho um princípio de identidade; se digo 2 = 2 tenho outro princípio de identidade; posso seguir indefinidamente; mais um pouco: 3 = 3 ; 4 = 4; 0 = 0; 10=10...agora se digo que todo elemento dividido pela sua própria identidade resulta 1; ou esse princípio está correto ou incorre em erro crasso. Vamos tomar alguns exemplos particulares: A/A = 1 B/B = 1 5/5 = 1 6/6 =1&lt;br /&gt;121/121 =1; percebe-se que trabalhamos com números e o que denomino de não-números ou elementos para facilitar o nosso raciocínio.&lt;br /&gt;Intentemos agora um outro elemento ou número: vamos denominá-lo de zero. 0/0 = 1 pelo modelo, poderíamos inferir que&lt;br /&gt;0/0 = 1 mas como? A matemática até hoje não trabalhou assim?&lt;br /&gt;Então cabe pensar esse paradoxo proveniente do princípio da identidade. Vamos facilitar a visualização dessa frase matemática:&lt;br /&gt;0 : 0 =1.&lt;br /&gt;PARADOXO DO ZERO&lt;br /&gt;A x B = C&lt;br /&gt;se e somente se&lt;br /&gt;C : B = A&lt;br /&gt;chamaremos de A o primeiro elemento da multiplicação; chamaremos de B o segundo elemento da multiplicação; chamaremos de C o produto de A x B ou terceiro elemento da multiplicação; o segundo elemento B se soma na condição de A resultando C;&lt;br /&gt;Exemplo:&lt;br /&gt;A = 5&lt;br /&gt;B = 6&lt;br /&gt;C = ?&lt;br /&gt;Aplicando a fórmula:&lt;br /&gt;A x B = C&lt;br /&gt;5 x 6 = 30&lt;br /&gt;Para a não-contradição:&lt;br /&gt;C : B = A&lt;br /&gt;30 : 6 = 5.&lt;br /&gt;Conclui-se que não há contradição.&lt;br /&gt;Vamos agora para o número , elemento ou o conceito zero:&lt;br /&gt;A = 1&lt;br /&gt;B = 0&lt;br /&gt;C = ?&lt;br /&gt;Aplicando a fórmula:&lt;br /&gt;1 x 0 = 0&lt;br /&gt;porque B somado na condição A resulta zero e só seria verdade se&lt;br /&gt;0 : 0 = 1.&lt;br /&gt;No que se comprova no princípio da identidade que&lt;br /&gt;0 : 0 = 1&lt;br /&gt;Logo não havendo contradição e Kant respirando aliviado.&lt;br /&gt;Mas para Kant sair da UTI, seria necessária uma revolução cabal na matemática. Estamos numa aporia entre Kant e a matemática. Justamente ambos que tinham um enlace quase que perfeito.&lt;br /&gt;Salvando a matemática; Kant estaria errado?&lt;br /&gt;Porque se 1 x 0 = 0 e todos concordam nesse ponto, só seria verdade se&lt;br /&gt;0 : 0 = 1.&lt;br /&gt;Vamos chamá-lo então de primeiro paradoxo?&lt;br /&gt;E quanto ao princípio da identidade?&lt;br /&gt;Salvar então a matemática?&lt;br /&gt;Kant e o princípio da identidade esboroando-se?&lt;br /&gt;Kant e o princípio da identidade certos e a matemática desmoronando como uma das torres gêmeas?&lt;br /&gt;Optemos por salvar Kant então?&lt;br /&gt;Todo filósofo sensato deveria fazê-lo?&lt;br /&gt;Kant agora com a lógica não mais com a matemática?&lt;br /&gt;Então a matemática sucumbiu e&lt;br /&gt;0 : 0 =1&lt;br /&gt;sendo verdade e não contradição&lt;br /&gt;1 x 0 = 0 ?&lt;br /&gt;São possíveis juízos sintéticos a priori na ciência, notadamente na matemática ?&lt;br /&gt;À filosofia sempre couberam certos questionamentos acerca disso, isso e aquilo. Notadamente a partir dos seus problemas. Para respondê-los...só um filósofo poderá fazê-lo?&lt;br /&gt;Mas Kant, lembra Goethe no seu estertor:&lt;br /&gt;“Luz, mais luz!”&lt;br /&gt;É o que os filósofos sensatos deveriam trazer.&lt;br /&gt;Mas Kant agoniza no alvorecer desse século obscuro.&lt;br /&gt;Todos os direitos para Wilson Luques Costa&lt;br /&gt;SP/04/04/2003&lt;br /&gt;Registro na Biblioteca Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;princípio da identidade negativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;se a = a&lt;br /&gt;então a - a = 0&lt;br /&gt;então -a = -a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----- Original Message -----&lt;br /&gt;From: Olavo de Carvalho&lt;br /&gt;To: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="mailto:wilsonluques@ig.com.br" target="_blank"&gt;wilsonluques@ig.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sent: Saturday, April 05, 2003 7:58 PM&lt;br /&gt;Subject: Re: Texto&lt;br /&gt;Prezado amigo,&lt;br /&gt;Acho os seus estudos interessantes e valiosos, mas, no meio da confusão em&lt;br /&gt;que me encontro (v. artigo de hoje no Globo), não me aventuro a examiná-los&lt;br /&gt;como merecem. Aguarde mais um tempo, OK?&lt;br /&gt;Um abraço do&lt;br /&gt;Olavo de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro Wilson,&lt;br /&gt;Embora os meus parcos conhecimentos de matemática não me permitam acompanhar inteiramente os seus argumentos, achei muito intrigantes e originais as suas ponderações sobre o princípio de identidade e o paradoxo do zero. Torço para que você aprofunde e torne cada vez mais claras as suas intuições.&lt;br /&gt;Um grande abraço,&lt;br /&gt;Antonio Cicero&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-7933154626998557188?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/7933154626998557188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=7933154626998557188' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7933154626998557188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7933154626998557188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/alguns-problemas-colocados.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1854908331045064313</id><published>2009-01-08T05:19:00.001-08:00</published><updated>2009-01-08T05:19:38.050-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A INTUIÇÃO E A SUA RELAÇÃO COM O SILOGISMO CLÁSSICO&lt;br /&gt;Imaginemos que você está dirigindo um carro e de repente se depara com uma viela escura e numa fração de segundos  a sua intuição o faz retornar e não seguir adiante. Esse seria um caso, a meu ver, de intuição. E suponha agora que aquele lugar era realmente perigoso. Pronto, a sua intuição o salvou. Nesse caso, julgo que a sua intuição não passou de um silogismo clássico que celeremente foi mediado pela sua mente. Pois vejamos para a primeira premissa: Todo lugar escuro é perigoso -- para a segunda premissa: Aqui é um lugar escuro, portanto aqui é um lugar perigoso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1854908331045064313?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1854908331045064313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1854908331045064313' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1854908331045064313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1854908331045064313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/intuio-e-sua-relao-com-o-silogismo.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-7438424509160615746</id><published>2009-01-08T05:17:00.001-08:00</published><updated>2009-01-08T05:17:56.692-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a name="2007_08-28_14_47_20-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;28/08/2007&lt;br /&gt;ESTUDOS PARTICULARES SOBRE A VONTADE DA CAUSA EFICIENTE&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não quero tomar aqui o sentido estrito de pragmatismo que via de regra é confundido com intencionalidades particulares de interesses, quando não de interesses de grupos também. Sendo verdade, portanto, aquilo que é útil, mas não no sentido geral – mas útil aos esotéricos pragmatistas com seus téloi políticos. Mas queria aqui raciocinar, e não saberia usar uma palavra para substituir a própria palavra pragmatismo, senão pragmatismo mesmo. Então vejamos: será que todo nosso escopo filosófico - e aqui estou falando tão somente da teoria do conhecimento - não teria de per si a vontade de conhecer com uma vontade prática?  Uma colher serve para quê? Muitos dirão, talvez, que serve para tomar algum líquido, algum remédio, raspar o tacho de um arroz etc...Ou seja: teria numa relação de respostas numa certa hierarquia culminando até na sua total inutilidade. Mas por que respondemos que a colher serve para essas coisas? Resposta: porque provavelmente tivemos uma relação prática ou de utilidade com ela, como seres cognoscentes do objeto colher. Todavia, se também perguntarmos ao fazedor da colher sobre os téloi da colher, obteremos provavelmente quase que a mesma hierarquia de respostas – obviamente não como arroladas aqui – mas quase numa perfeita conjunção e intersecção entre sujeito, objeto e causa eficiente. Posto que a verdade, nesse sentido, está estabelecida pela sua primeiridade ou ousía primeira. De modo que ter relação de conhecimento com objetos em que a sua causa eficiente está aí para ratificar não seria de todo um problema quanto à obtenção de sua verdade. É mais óbvio ainda que poderíamos nos dispor a elucubrar sobre a colher naquilo que ela tem de especificidade e de sutilezas, sobre a sua forma etc. Mas estaríamos, não obstante ou apesar disso, negando a sua intenção de ser colher. Posto que se trata de uma causa final ou vontade da causa eficiente. Já problemas conceituais e metafísicos como Deus, alma, etc tornar-se-iam um pouco mais difíceis de se resolver. Portanto, dentre desse escopo e dessa lógica, tudo que há, há pela razão da causa suficiente. Mas qual seria a causa eficiente então de Deus? Nesse sentido teríamos, então, que dizer que o problema não só passa pelo sujeito cognoscente nem somente pelo objeto em si, mas pela vontade da causa eficiente de Deus, que nesse caso poderia ser Deus-mesmo e a sua vontade de ser causa, forma, matéria e fim de si mesmo. Posto que quando perguntamos por Deus, como seres cognoscentes, sabemos - mesmo que intuitivamente e seriam nesse sentido vários saberes distintos – por qual Deus perguntamos, senão não perguntaríamos sobre Deus. Ainda, nesse sentido, queremos explanar que o problema deixa de ser um problema dicotômico entre sujeito e objeto, podendo sem dúvida também estar presente em ambos, mas o objeto só terá a verdade em si, e o mesmo ocorrendo com o sujeito, quando tivermos o devido conhecimento da vontade de sua causa eficiente. Ou seja, para resumir, a verdade está na vontade da causa eficiente, podendo estar no objeto e no sujeito também. Já no caso do primeiro motor de Aristóteles, eu diria que a vontade se encerra em si mesma. Mas a pergunta ainda é: se todos tivéssemos um dia o pleno e verdadeiro conhecimento de Deus, será que nesse mesmo dia não O utilizaríamos para as nossas não menos particulares verdades? A verdade que queremos conhecer para melhor usá-la e dela nos atribuirmos? Se, ainda, porém, não temos a verdade primordial, assim vivendo vamos com as nossas particularidades de verdades. Sendo o nosso propósito uma segunda causa eficiente de uma primeira vontade ainda desconhecida. Mas não é por isso que eu chamaria isso de pragmatismo, mas de solução particular e momentânea de um problema, não menos ainda que particular. E sabendo-nos sabedores da verdade-primeira da causa eficiente, quem nos garantiria, também, que não a usaríamos em nossas particulares e secundárias intenções, só para o mero pretexto de nos ajudar a nos justificar em nossos particulares intentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WILSON LUQUES COSTA&lt;br /&gt;Sem revisão final.&lt;br /&gt;SÃO PAULO, 31 DE JULHO DE 2007.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-7438424509160615746?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/7438424509160615746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=7438424509160615746' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7438424509160615746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7438424509160615746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/28082007-estudos-particulares-sobre.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-409336312952663235</id><published>2009-01-08T05:16:00.001-08:00</published><updated>2009-01-08T05:16:38.488-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>HOMO PLURALIS&lt;br /&gt;‘Logo... logo... estaremos ouvindo um jazz de Derrida ou um bolero de Ricoeur.´&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muita discussão acerca da técnica – sobre os seus benefícios e malefícios. A filosofia contemporânea é testemunha disso. Se escrever é uma técnica, antes de ser um registro, ou - como querem alguns, uma expansão da memória, o certo é que o Homo pluralis (coetâneo dessas tão variadas formas de técnicas) caracterizou-se pelo pleno domínio das mesmas, querendo se apoderar ou esvaziar também outras formas de possibilidade. O Homo pluralis, de forma sumária, é o epítome desse domínio da técnica, a técnica como destruição exemplar (de apoderamento.) É impossível para o Homo pluralis o não domínio de quaisquer técnicas que sejam. E sob o Homo pluralis, subjaz uma outra categoria, que seria denominada de Homo pluralis artium. O Homo pluralis artium aponta os seus cinco sentidos, e, por que não dizer, o seu sexto sentido - porque está sempre à espreita – para a música, para a poesia, para a pintura e para toda forma de literatura. Onde possa emergir um pensamento, o Homo pluralis artium tenta lançar a sua canga. Não que isso fosse pernicioso em sua tentativa. É de pleno direito do Homo pluralis exercer o seu livre arbítrio. Mas o Homo pluralis, às vezes, ultrapassa os limites de sua capacidade. Porque quanto mais toca, mais pinta; porque quanto mais pinta, mais escreve; porque quanto mais escreve, mais se perde em seu livre arbítrio, tangenciando por vezes um livre arbítrio mais meticuloso. O Homo pluralis parece-se, por vezes, com um rei tântalo afoito, que se livrou das duras algemas dos tártaros, impostas por júpiter, o pai e o soberano dos deuses. Esse rei tântalo liberto e libertino, perdido, agora precisa devorar tudo que se lhe apresenta e o que não se lhe apresenta também. Não lhe apraz o acoitamento reflexivo de um Epimênides cretense. Não, ele quer mostrar as suas artes, os seus manejos: ars artibus tão somente. O Homo pluralis artium assemelha-se mais a um autonarciso, que confunde e se confunde num lago poluído de escrituras e de suportes mal-acondicionados. O Homo pluralis contamina o jardim de adônis de Platão, plantando sementes em demasia. O Homo pluralis distorce o enunciado de amor fati de Nietzsche, ou não compreende deveras. Mas se é na minudência que encontraremos o nosso centro, forçoso será, pois, engendrar um Homo minimus? Será que na minudência que encontraremos o nosso centro, o nosso ponto arquimédico? Será mister, de vez, restabelecer esse velho embate: Homo pluralis versus Homo minimus? Antes de ser um neo-renascentista o Homo pluralis faz morrer toda tentativa de renascimento. Mais uma vez: o Homo pluralis antes confunde do que ilumina. Vivemos na verdade numa era trevas. São Paulo, 01/06/2005.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-409336312952663235?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/409336312952663235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=409336312952663235' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/409336312952663235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/409336312952663235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/homo-pluralis-logo.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-6239518047371719426</id><published>2009-01-08T05:15:00.001-08:00</published><updated>2009-01-08T05:15:42.433-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Eu defendo a idéia de que, ao contrário de Einstein, o tempo cede quanto mais o ´objeto´, e para o caso pode ser o homem ou qualquer outro objeto, se movimenta. E movimento pode ser interpretado como parado também. Porque no mundo pós-moderno é o tempo pós-moderno que cede, podendo haver a concomitância de ambos. Eu já escrevi isso nos blogs, já encaminhei e-mails para algumas pessoas, no fito de guardar essas minhas idéias. Não sei o que pode ocorrer no ´mundo subatômico´, mas no mundo que denominei de mundo pós-moderno, diferencio tempo universal (u), de tempo pós-moderno (h). Ou seja, o tempo universal seria uma paralela constante ao espaço (s), o tempo em função do objeto seria o cateto oposto, e o cateto adjacente seria o espaço (s), no qual o objeto se deslocaria ou não (necessariamente). E formando esse gráfico - tendo a hipotenusa como demarcadora do tempo - demonstro como o tempo cede na medida que se avança no espaço (s) -- e que se fosse possível o contrário, o tempo também deixaria de ceder.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-6239518047371719426?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/6239518047371719426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=6239518047371719426' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6239518047371719426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6239518047371719426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/eu-defendo-idia-de-que-ao-contrrio-de.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-7020023069790694373</id><published>2009-01-08T05:13:00.001-08:00</published><updated>2009-01-08T05:13:19.667-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>PÉROLAS AOS PORCOS&lt;br /&gt;A TEORIA DO SOL (X) - Se se considerar a elipse como um tipo de movimento dos planetas solares; e se entendermos os conceitos matemáticos para elipse, nos quais está contemplada a idéia de dois pontos focais; então precisaríamos admitir a idéia conceitual de sol (x). Esse sol (x) pode ser simplesmente uma demarcação conceitual, ou pode também pela experiência ser localizado em algum momento futuro ou não. A idéia, por ora, de sol (x) apenas vem com o intuito de blindar o conceito matemático, e - por conseguinte - teórico de elipse.  Escrito por wilson luques costa às 11h09[&lt;a id="g" href="javascript:abre(" postfilename="2008_12-07_11_09_12-100589291-0&amp;amp;idBlog=966707','356','478','1');&amp;quot;"&gt;(0) Comente&lt;/a&gt;] [&lt;a id="g" href="javascript:abre(" idblog="966707&amp;amp;postFileName=2008_12-07_11_09_12-100589291-0','340','400','1');&amp;quot;"&gt;envie esta mensagem&lt;/a&gt;] [&lt;a class="permalink" id="g" href="http://simulacrodofuturo.zip.net/arch2008-12-01_2008-12-31.html#2008_12-07_11_09_12-100589291-0"&gt;link&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;dataPost = "06/12/2008";&lt;br /&gt;if (dataPost != "") {document.write(" &lt;a name="2008_12-06_16_49_39-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;06/12/2008");}&lt;br /&gt;else {document.write("&lt;a name="2008_12-06_16_49_39-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;06/12/2008");&lt;br /&gt;}&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a name="2008_12-06_16_49_39-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;06/12/2008&lt;br /&gt;PÉROLAS AOS PORCOS&lt;br /&gt;Eu tenho algumas teorias que pela minha não especialização não darão em nada, até que ´algum aventureiro lance mão´como dizia o nosso Chico Buarque de Holanda. E como eu não pretendo escrever nenhum livro sobre isso, e como também é final de ano, eu faço aqui algumas reconsiderações acerca de -- para ficarmos mais próximos do linguajar acadêmico. O outro motivo, é fazer um epítome, o qual possam todos compreender:&lt;br /&gt;PARADOXO DO ZERO: aponto os problemas que se apresentam, quando trabalhamos com o zero, pois o zero é considerado também um número natural. O que fiz é uma platitude: a x b = c sse c : b = a. Percebam que se alocarem o zero dará problema. Problema para a aritmética, portanto problema para a chamada matemática, portanto, problema para o chamado Princípio da Identidade, pois perde o seu status de universalidade.&lt;br /&gt;PRINCÍPIO DA IDENTIDADE NEGATIVA: advogo que se há um princípio da identidade, haverá também um princípio da identidade negativa, conceito esse primeiramente cunhado por mim. Como o princípio da identidade coloca-se simplesmente, podemos, também, portanto colocarmos o princípio da identidade negativa; ou derivarmos assim: se a = a então a - a = 0 portanto -a = -a.&lt;br /&gt;TEMPO PÓS-MODERNO OU CLINÂMEN DO TEMPO UNIVERSAL: defendo a teoria e demonstro através de um triângulo retângulo que o tempo cede, à medida que ocorre um deslocamento real ou imaginário no espaço, tendendo ao ponto-limite no tempo. Portanto, a hipotenusa seria a representação desse tempo pós-moderno em relação ao tempo universal.&lt;br /&gt;# Tenho as críticas que faço ao conceito de razão em Descartes, demonstrando logicamente o seu embaraço; tenho também a teoria sobre o nêutron. Aliás, tudo registrado aqui nesse blog, bem como nos seus devidos órgão competentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-7020023069790694373?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/7020023069790694373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=7020023069790694373' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7020023069790694373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7020023069790694373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/prolas-aos-porcos-teoria-do-sol-x-se-se.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-3328635169046599944</id><published>2009-01-08T05:12:00.001-08:00</published><updated>2009-01-08T05:12:44.091-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a name="2008_12-07_11_52_20-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;07/12/2008&lt;br /&gt;Wednesday, September 06, 2006&lt;br /&gt;&lt;a name="115756394587856247"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Hoje, de manhã, no mosteiro de São Bento, assisti a uma palestra do professor emérito da USP Arthur Giannotti. Falou sobre o segundo Wittgenstein. Num primeiro momento, pensei que estaria o auditório superlotado. Ledo engano e bom engano. Mais os alunos e os professores, bem como alguns beneditinos. Fui um dos primeiros a chegar. Sentei lá e fiquei esperando a fala. Aliás a primeira a que assisto do professor. E gostei. É óbvio que numa palestra, você não pode estar interferindo. Então você vai ouvindo toda a amarração. Passa pela lógica, mas com o pouco cabedal que me resta deu para acompanhar. Algumas coisas achei meio atiradas ao léu. Mas achei que é mais para puxar o fio da meada. Se eu tivesse uma intmidade de boteco com o senhor e professor Giannotti, eu iria lhe colocar alguns parênteses. Sobretudo quando fez aquilo que ele chama e o Witt também de Bildung ou representação. Faz um paralelo com uma coisa nossa cotidiana do metrô, com as suas estações. Mas como foi oral, perdi-me e perdeu-se também. Mas julguei mais uma ponte desconexa. Mas no fim abriu para alguns questionamentos. Mas antes, havia falado da linguagem como jogo. Das regras. E foi aí que saquei uma simples pergunta, que no final lhe coloquei. Se todo jogo tem regras. E se bem entendi as regras de seu jogo ali, eu colocava a seguinte questão: Senhor Giannotti, se o universo é um jogo, e se jogamos com o universo, não seria possível nesse caso estabelecermos as regras do jogo, posto que não fomos nós que criamos esse jogo. Mais: se existe um jogo, e se jogo só é jogo se tem regras, quem nos daria as diretrizes e as mesmas regras desse jogo? Se existe um Deus dono desse jogo, então haveria que haver uma epifania desse Deus. Foi mais ou menos assim... Aliás, é muito muito mais complexa...Não foi bem assim também, foi mais sumarizada... Depois vim elucubrando mais no metrô e um garoto bisbilhotando as minhas anotações... Outra coisa: será que Deus quer que conheçamos as regras desse jogo? Mais: isso não colocaria a ciência numa impossiblidade como ciência ou numa outra impossiblidade ou contradição de métodos? Por quê? Porque se a ciência não conhecer as regras do jogo, o jogo não poderá ser jogado pela ciência. Porque, salta no escuro, esquece o seu método, para ir para o aleatório encontrar as regras arcanas do cosmos, como um saltimbanco perdido. E mais e mais... Giannotti respondeu-me muito educadamente sobre as várias linguagens do cosmos. Agradeci. Mas vim com muitos questionamentos acerca... Alías, quando iniciei a minha pergunta, falei-lhe que tinha uma dúvida comigo. E ele perguntou-me: só uma? E não é que ele estava correto? Claro que com as minhas quantidades de dúvidas... Será que Deus joga mesmo dados com o universo, e nós não fomos convidados? E sobre as várias linguagens... Poderiam ser um dia unificadas? Evidentemente que não falo de esperanto; melhor, falo de um esperanto cósmico, divino... E tenho dito...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-3328635169046599944?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/3328635169046599944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=3328635169046599944' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3328635169046599944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3328635169046599944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/07122008-wednesday-september-06-2006.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1232354071277085898</id><published>2009-01-08T05:11:00.001-08:00</published><updated>2009-01-08T05:11:31.347-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>COM A PERMISSÃO DE PALINHO VIDEIRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;´Todo o começo literário é sempre difícil e trabalhoso, por isso talvez, eu não tenha vastos conhecimentos sobre a literatura, meus livros preferidos, sempre foram os de história e os de filosofia e para relaxar, livros de teologia e de esoterismo ocultista, como por exemplo os manuscritos do mar morto e os apócrifos, os manuscritos de NaggiHammad, o evangelho de Judas e outros tantos textos do gnosticismo copta, como a Pistis Sofia, o livro da fiel sabedoria divina, os propósitos de minhas leituras são meras tentativas de se alcançar algo transcendente as normas acadêmicas vigentes, nunca fui um bom "problematizador" filosófico, sempre me fiz prisioneiro dos meus achismos e crenças pessoais, mas que não refletem qualquer ligação com as instituições de plantão, sejam milenares e ou, centenárias, sempre tive problemas com grandes romances, confesso, que me tornei leitor apenas de Machado, Augusto dos Anjos, e outros renegados, leio textos de jornalistas polêmicos, como o sr Olavo de Carvalho e Arnaldo Jabour, mas tenho grande apreço pelos trabalhos literários e filosóficos deste cara, o Wilson Luques Costa com os seus contos em dois livros legais; Contos de Arrabalde e Os granizos dos Deuses simplesmente paradoxais e surpreendentes, fora, suas teorias filosóficas arrebatadoras em direção contrária as da Academia, tão afirmadora dos Eurocentrismos e Americanismos, uma vivacidade muito expressiva e isto causa medo dele( o Wilson é Filósofo)...&lt;br /&gt;Postado por Paulo Evaristo Videira de Lima às &lt;a title="permanent link" href="http://naohamelhores.blogspot.com/2008/02/os-livros-legais-dos-insubordinveis.html" rel="bookmark"&gt;15:39&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1232354071277085898?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1232354071277085898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1232354071277085898' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1232354071277085898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1232354071277085898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/com-permisso-de-palinho-videira-todo-o.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1510967173477842825</id><published>2009-01-08T05:10:00.001-08:00</published><updated>2009-01-08T05:10:17.859-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ontem, andei lendo trechos de Verdade Tropical de Caetano Veloso. É um livro muito gostoso de se ler. Através de suas memórias, Caetano passa praticamente pela cultura hodierna num arrazoado bastante peculiar. Não sei como Caetano compôs o livro, não sei se utilizou de pesquisa ou não; mas nos passa um pouco do ar de sua cultura. No livro, há um ídice onomástico bastante interessante. Ou Caetano é essa pluralidade de cultura, ou possui um fichamento bastante razoável em sua memória, o que não deixa de sofrer também panegíricos. Ele passa pela música, poesia, filosofia, Gil, Gal, Capinam, Zé Celso, Antonio Cicero -- fazendo um comentário auspicioso sobre o seu livro O mundo desde o fim -- que ontem retirei pela undécima vez da minha parca biblioteca para poder comprrendê-lo. Aliás, o livro está no meu twinguinho, e logo mais irei lê-lo de novo. Agora de manhã já li um pequeno trecho. Ontem li sobre a apócrise e tentei fazer algumas anotações. Como eu já havia dito antes aqui nesse blog: o livro faz uso de citações em grego, latim, alemão etc. Eu tenho muita dificuldade em entender aquele jogo apocrítico do AC  -- eu tento sempre resumir, deixar a coisa intrincada no osso -- e penso que há um certo gioco sofismático. Não quero ter a pretensão de lhe fazer uma crítica gratuita, mas vou tentar demonstrar aqui nesse blog certas inconsistências -- sobretudo no que concerne à necessidade e universalidade explicitadas. Eu tenho cá para mim, que filosofia pode ser bem simples. Vou novamente postar aqui o que digo sobre O PARADOXO DO ZERO (TEXTO JÁ PUBLICADO ALGUMAS VEZES NESSE BLOG) -- e vocês irão compreender tal qual uma criança. Se puderem, leiam também O MUNDO DESDE O FIM e depois me digam. Aliás, eu quando encaminhei o texto ao Antonio Cicero, ele mui gentilmente respondeu-me que o achava intrigante e original -- todavia lhe pedi que fizesse uma crítica mais profunda, mas ele nem me respondeu. Mas eu não ligo não. Eu só estou citando por citar. No Brasil se presta um grande desserviço à filosofia, literatura em geral, quando se privilegia mais o agente do que a ação -- graças talvez ao narcisismo e/ou orgulho tosco das pessoas. Eu só sei que se você gosta de filosofia -- você não poderá olvidar o que digo sobre aquilo que denomino de O PARADOXO DO ZERO, porque poderá correr o risco de ser taxado de, digamos assim, não de  extemporãneo; mas sim de obsoleto. E tenho dito! &lt;br /&gt;De qualquer maneira, vão aí mais uma vez os meus agradecimentos aos que me responderam, incluisve o próprio Antonio Cicero que eu, mesmo assim, admiro. Joguemos, por favor, nossas máscaras fora!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PREZADO ANTONIO CICERO,  Espero que tenha recebido o meu e-mail. Mas como nunca sabemos se o e-mail chegou ou não, encaminho-lhe algumas referências que guardo com muito carinho. Não me importam os posicionamentos políticos de cada um, mas sim no que toca a discussão filosófica. Sei que você é extremamente ocupado. Mas espero que os guarde para uma possível consideração. QUE VOCÊ TENHA UM MARAVILHOSO 2009.WILSON LUQUES COSTA      &lt;br /&gt;... Wilson, lembro-me de você, do seu inegável talento para a poesia e de sua(sic) especulações acerca de algum paradoxo lógico-matemático -- o que era exatamente, não me lembro mais... Terminei o mestrado na PUC, onde fomos colegas, no ano passado. Considero o Olavo e o Cicero dois pensadores sérios e criativos. Se eles acham o seu trabalho interessante, é porque algum valor deve ter...&lt;br /&gt;Boa sorte! Abraço do Edson Gil     Prezado amigo,&lt;br /&gt;Tenho a maior apreciação pelos seus estudos, e gostaria de ajudá-lo no que fosse possível...&lt;br /&gt;Um abraço do&lt;br /&gt;Olavo de Carvalho&lt;br /&gt;Caro Wilson, Embora os meus parcos conhecimentos de matemática não me permitam acompanhar inteiramente os seus argumentos, achei muito intrigantes e originais as suas ponderações sobre o princípio de identidade e o paradoxo do zero. Torço para que você aprofunde e torne cada vez mais claras as suas intuições. Um grande abraço,Antonio Cicero&lt;br /&gt;Com a permissão do grande sábio Wilson Luques Costa. Nunca tive o menor respeito para com intelecuais. Na verdade sempre os desprezei. Minhas discussões com os USPianos que conheci, terminam sempre de maneira abrupta, onde volta e e meia eu os mando enfiar a arrogância deles no cu. Tudo o que eles tanto enaltecem em si próprios na verdade pertencem não a eles. Mas sim a Nietzsche, Kant, Karl... enfim, a pensadores do passado. Todos mortos.Não que eu não goste dos mortos. Pelo contrário.Por muito tempo, eu só conversei de verdade com eles...Os USPianos ainda não se deram conta de que o que eles tanto prezam, pode ser conseguido por um mané como eu pelo custo de 3,00$ de multa na biblioteca municipal de Sto. André. Ou na biblioteca Vegueiro. Cada uma com seu charme.E qual a minha surpresa, quando encontro alguém, com o mesmo desprezo pela universidade quanto eu. E ainda por cima, um filósofo.A mim, ele apresentou o que ele mesmo batizou (!!!) de Paradoxo do Zero. Um sistema lógico que não faz nada além de derrubar toda a matemática de Peano. Só isso.Na verdade, eu incluiria aí também entre os derrubados, Gödel, Russel, Poincaré, Cantor, os Bourbakis... e mais um sem número de matemáticos e lógicos que constroem axiomas e proposições considerando o zero.A quem interessar o pensamento de um livre pensador por excelência, visite o Jardim de Adônis. Não vão se arrepender.ruminado por raffa vedder às 11:31 AM----- Original Message -----&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;From: Olavo de Carvalho To: wilsonluques@ig.com.br Sent: Saturday, April 05, 2003 7:58 PMSubject: Re: Texto&lt;br /&gt;Prezado amigo,&lt;br /&gt;Acho os seus estudos interessantes e valiosos, mas, no meio da confusão emque me encontro (v. artigo de hoje no Globo), não me aventuro a examiná-loscomo merecem. Aguarde mais um tempo, OK?&lt;br /&gt;Um abraço do Olavo de Carvalho&lt;br /&gt;From: "Olavo de Carvalho" To: "Wilson Luques Costa" Subject: Re: ensaioDate: Sun, 21 Sep 2003 04:48:26 -0300Prezado Wilson,...Você tem mesmo interesse em divulgar mais o seu trabalho? Posso transcrevê-lo na minha homepage, se você quiser....Não tive tempo de redigir os comentários que gostaria de fazer, mas acho que um bom resumo é o seguinte: Os princípios da dedução lógica, em si mesmos, só se aplicam ao domínio das essências puras, no sentido husserliano. Sua aplicação a qualquer domínio em particular (a qualquer "matéria", diria Aristóteles) requer o acréscimo dos princípios específicos desse domínio, com todas as precauções categoriais correspondentes. Ora, a quantidade é um domínio em particular, e portanto as regras da aritmética só equivalem indiretamente e imperfeitamente às da lógica geral. Daí os paradoxos que você tão certeiramente assinala.Um abraço do Olavo de Carvalho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1510967173477842825?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1510967173477842825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1510967173477842825' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1510967173477842825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1510967173477842825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/ontem-andei-lendo-trechos-de-verdade.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1367127090150332192</id><published>2009-01-08T05:09:00.001-08:00</published><updated>2009-01-08T05:09:13.151-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>ESSA SERIA UMA MINUTA DE APOIO PARA A PALESTRA PROFERIDA EM 17.04.2004, NO UNICENTRO BELAS ARTES. MAS CREIO QUE O QUE EU DISSE PASSOU MAIS UMA VEZ DESPERCEBIDO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para iniciarmos, cabe uma pergunta, sem a qual e sem uma resposta, nada será possível: O que é o Paradoxo do Zero? Começo afirmando que o Paradoxo do Zero é um conceito (Begriff) filosófico, que demonstra a possível contradição que se estabelece, quando da aplicação da seguinte fórmula, tendo o número zero como agente e paciente na operação: A X B = C se e somente se C : B = A Antes de tudo, é preciso explicar que tal fórmula foi devidamente derivada. Entretanto, gostaria de estar apresentando essas derivações, num outro possível registro. Aí sim, poderei demonstrar passo a passo. É forçoso afirmar ainda que a palavra na sua acepção grega (paradoxo) significa inesperado. Isso nos possibilita, de uma certa maneira, evitar os tropeços nos áridos e íngremes campos dos conceitos. Então temos em mente que paradoxo é o inesperado. Então poderemos, a partir de agora, dizer: Paradoxo do Zero e/ou Inesperado do Zero. Claro está que se tomarmos o significado de Paradoxo como Inesperado, nada disso evitará que encontremos contradições no caminho. Depois da conclusão deste pequeno registro, cada qual poderá aceitar o que melhor lhe aprouver:&lt;br /&gt;1 - Inesperado; 2 - Raro; 3 - Chamativo; 4- Incrível; 5 - Etc O que não deixará de ser também cabível. Como não tenho aspiração a colocar verdades inamovíveis, preferi paradoxo à aporia, outra palavra oriunda do grego aporia, que pode significar: Dificuldade; Problema; Situação sem saída; Apuro; Dificuldade insolúvel; Problema de onde não se pode sair; Confrontação sem solução de duas opiniões contrárias. De modo que o tempo, e só o tempo, poderá determinar se se trata de um paradoxo ou de uma aporia ou outra coisa. Então poderíamos também chamar assim: O Embaraço do Zero e/ou O Inesperado do Zero. Como me apraz a sonoridade poética, fico, momentaneamente, com O Paradoxo do Zero. O Paradoxo do Zero insere-se no campo da Filosofia, chamado de Teoria do Conhecimento. A Teoria do Conhecimento é, na maioria das vezes, definida como a investigação acerca das condições do conhecimento verdadeiro. Eis aqui uma das inúmeras definições: 'Teoria do Conhecimento é a reflexão filosófica com o objetivo de investigar as origens, as possibilidades, os fundamentos, a extensão e o valor do conhecimento". Pode ser chamada de Gnosiologia, Epistemologia e Crítica do Conhecimento. Sendo as duas primeiras de origem grega também. Agora vamos ao objeto de nossos estudos: O que, na realidade, quer demonstrar o Paradoxo do Zero? Resposta: São muitos os campos e as implicações; e um dos mais fundamentais é o que se chama de Juízos Sintéticos a priori de Kant. Tudo isso, por afirmar que se tratam de juízos universais e necessários. Ora, se aplicarmos diretamente a fórmula para a operação com o zero, notaremos que a necessidade cede; percebam que necessidade vem do latim: necessarius - que não pode ser cedido; ou num dos conceitos lógicos: não-contradição. No Paradoxo do Zero, fazemos uma leitura de necessário, mais como não-contradição em Kant. Do exposto até aqui, poderemos concluir que a fórmula do Paradoxo do Zero, na certa, estabelece uma das várias contradições na aritmética. A não ser que uma fórmula matemática não seja considerada uma fórmula matemática; mas como, se quando aplicada a alguns números naturais a necessidade não cede? Estaríamos, então nesse caso, numa outra aporia? Então nesse caso seria mais necessário recorrermos à filosofia da linguagem. Que os especialistas me desculpem, mas não digam que eu não pensei uma saída! Como diz um velho brocardo latino: Intelligenti pauca et Gloria victis. Ninguém mandou eu entrar nessa! Mas não se trata, de minha parte, de mais um Casus belli!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1367127090150332192?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1367127090150332192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1367127090150332192' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1367127090150332192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1367127090150332192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/essa-seria-uma-minuta-de-apoio-para.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1839857250084571426</id><published>2009-01-08T05:07:00.000-08:00</published><updated>2009-01-08T05:08:22.502-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Poema lido numa sala de aula de mestrado em língua portuguesa na puc-sp em 2001 - a pedido do professor e do colega Ponte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;gosto da palavra&lt;br /&gt;sopesada.&lt;br /&gt;gosto da palavra&lt;br /&gt;magra, desnatada.&lt;br /&gt;gosto da palavra&lt;br /&gt;dândi, emasculada.&lt;br /&gt;gosto da palavra&lt;br /&gt;doida, estabanada.&lt;br /&gt;gosto da palavra&lt;br /&gt;livre, avoada.&lt;br /&gt;gosto da palavra&lt;br /&gt;nua, desnudada.&lt;br /&gt;gosto da palavra&lt;br /&gt;ausente, não encontrada.&lt;br /&gt;mas o que eu mais gosto&lt;br /&gt;é da palavra que se diz:&lt;br /&gt;palavra-frase;&lt;br /&gt;palavra-poema;&lt;br /&gt;palavra-estampada;&lt;br /&gt;palavra que se apresenta,&lt;br /&gt;que solta seus grilhões,&lt;br /&gt;suas peias,&lt;br /&gt;suas algemas...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1839857250084571426?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1839857250084571426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1839857250084571426' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1839857250084571426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1839857250084571426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/poema-lido-numa-sala-de-aula-de.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-4222736382595102464</id><published>2009-01-03T14:22:00.001-08:00</published><updated>2009-01-03T14:22:38.860-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Yundurá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yundurá acordou.Não lavou o rosto. Não fez a barba. Não escovou os dentes. Não usou papel higiênico. Não usou sabonete. Não comeu torradas. Não tomou café com leite. Não se despediu da mulher. Não pegou o primeiro ônibus. Não desceu no terceiro ponto. Não chegou atrasado. Não brigou com o patrão. Não bateu o cartão. Não almoçou pão com queijo. Não telefonou. Não bipou. Não deletou. Não entrou numa loja. Não ouviu música. Não comprou mortadela. Não pediu pra fatiar. Não comprou um livro. Não folheou uma revista. Não mexeu com a secretária. Não enviou um fax nem mesmo um e-mail. Não brigou com a mulher. Não repreendeu os filhos. Não bateu o carro. Não escreveu um livro. Não subornou o companheiro. Não jogou lixo na rua. Não brigou no trânsito. Não fez conchavos. Não abraçou o inimigo. Não entrou pra qualquer partido. Não entende de música clássica nem popular ou mesmo sacra. Não votou pra presidente. Não votou pra senador. Desconhece obra-prima. Não tem uma prima chamada Regina, muito menos Madalena, Sílvia ou Isaurinha. Yundurá vive tranquilo em Trobriand - o paraíso perdido - e não quer ser encontrado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-4222736382595102464?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/4222736382595102464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=4222736382595102464' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4222736382595102464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4222736382595102464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/yunduryundur-acordou.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1266775092810315737</id><published>2009-01-03T14:18:00.001-08:00</published><updated>2009-01-03T14:18:55.263-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Luz vermelha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Calma, Felipão! Só vinte minutos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Eu amo o Corinthians!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Por aqui! E não faça barulho!&lt;br /&gt;Décimo andar, por favor! - Ao ascensorista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Que golaço do Mirandinha! Corinthians grande sempre altaneiro és no Brasil...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Silêncio, Felipão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Poxa! Eu sou casado com a Maricota há trinta anos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Eu quero que se foda! É agora ou nunca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Timão! Timão! Timão!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-E só sessenta e nove?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Trinco e cinco dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Dá pra fazer uma couple?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Não! Só single! Couple, eu cobro sessenta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Mas não tá caro, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Então vai com a Luzinete que operou da apendicite!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Não! Mas eu quero você, meu xuxuzinho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Magrão, vamo embora... a minha mulher me mata e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Felipão, vê se desliga a porra desse radinho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Vai fudê logo ou veio aqui só ensebá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Ela é sua amiga?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-É colega de trabalho... tá aqui há uns dois meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Vamo embora, Magrão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Felipão, espera aí que eu já volto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Eu vou mudar de estação... aqui só dá interferência... já faz quinze minutos e o ...Magrão, aonde cê vai... espera eu também...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Corre, filho da puta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Espera, Magrão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Vem, Felipão, Filho da puta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Eu amo o Corinthians! Espera que eu não te alcanço!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Vem logo... é vinte paus, mas dá pra tomá umas ceva lá no China ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Não vai dizer que...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Porra, Felipão! Pára de fazer perguntas idiotas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Ela gemeu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Gemeu pra caralho, Felipão! Gemeu pra caralho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-E a navalha você vai jogar aonde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Pára de fazer perguntas, seu idiota!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Ela morreu, Magrão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Eu nem vi... só sei que eu bebi todo o sangue dela!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1266775092810315737?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1266775092810315737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1266775092810315737' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1266775092810315737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1266775092810315737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/luz-vermelha-calma-felipo-s-vinte.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-7605257133602597081</id><published>2009-01-03T14:12:00.001-08:00</published><updated>2009-01-03T14:12:29.002-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O POLÍGRAFO&lt;br /&gt;ele escrevia&lt;br /&gt;sobre/tudo/mas não dizia&lt;br /&gt;nada&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-7605257133602597081?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/7605257133602597081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=7605257133602597081' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7605257133602597081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7605257133602597081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/o-polgrafo-ele-escrevia-sobretudomas-no.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1591098992005399148</id><published>2009-01-03T13:58:00.000-08:00</published><updated>2009-01-03T14:08:20.036-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a name="116378872319933871"&gt;&lt;/a&gt;Luta Sindical&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente que Arthur queria os 45% de aumento propostos pela categoria. Suava um suor torrencial. Carcomido pela faina diária, dormitava vez ou outra ao volante. Pensava também em Isaura - mulata faceira - que àquela hora dormia com Onofre - seu velho parceiro de snooker de Niterói&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1591098992005399148?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1591098992005399148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1591098992005399148' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1591098992005399148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1591098992005399148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/luta-sindical-obviamente-que-arthur.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2883261706107202161</id><published>2009-01-03T13:56:00.001-08:00</published><updated>2009-01-03T13:57:56.004-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Friday, November 17, 2006&lt;br /&gt;&lt;a name="116379020115116504"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Amor à primeira vista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É a primeira vez que você vem aqui?- Não! Eu já vim outras vezes!- Quantos anos você tem?- Vinte e um!- Você dança bem! Você toma uísque?- Não! Prefiro caipirinha!- Até que eu gosto de gafieira....- Vamos parar um pouco...- ................- ................- Sabe que eu nunca tinha saído com uma virgem?- Verdade?- Foi muito bom!- Eu também achei!- São cinco horas da manhã! Nossa! Como o tempo voa!- É!- Você não está com frio?- Não- Então me abraça!- ..............- Olá, Verinha! Continua lá no Gaúcho?- Não! Faz tempo que eu saí de lá!- Por quê?- Por causa da Dorinha.....- Então aquela maldita continua dando as cartas por lá?- É! Sabe como é o Jucão Metranca......- E o camaradinha aí, não segura as suas pontas, não?- Eu!?!!?!?- Não! Ele....- Eu!???.... Você não falou que era virgem?- Vai! me leva pra casa.....- Mas onde você mora,Verinha?- Não precisa ir até a porta, você me deixa na esquina...- É lá que você mora?- .........- Verinha, dá um abração no Gaúcho e nas meninas....- .........- Verinha, esse cara é tira não é?- ............- Verinha, por que você mentiu pra mim? Poxa! eu estava te amando tanto! Eu ia até te apresentar pros meus pais.......- ...........- Verinha, você jura que vai mudar de vida?- ..............!?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2883261706107202161?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2883261706107202161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2883261706107202161' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2883261706107202161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2883261706107202161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/friday-november-17-2006-amor-primeira.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1460910749837938886</id><published>2009-01-03T13:49:00.000-08:00</published><updated>2009-01-03T13:51:01.250-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Escanhoava o sotolábio e concomitantemente admirava-se no pequeno espelho quebrado.  Queria estar bem arrumado. Ignorando os veículos que passavam a duzentos por hora, estava absorto em si mesmo, como se fosse um narciso. Fixava os olhos no espelho alternadamente. Ora o esquerdo ora o direito. As remelas ainda habitavam as suas pálpebras, denunciando que o sono ainda não se ausentara de todo. Estava ainda um pouco sonolento. Mirando-se no espelho, tentava recordar o sonho que tivera há pouco. Sentia os reflexos daquela imagem onírica que lhe fizera tão bem. Ajeitava o cabelo com as mãos, mas o carapinha não lhe obedecia. Mas não ligou... Continuou escanhoando o sotolábio. Divertia-se com a alternância de seu olhar no espelho. Os motoristas que passavam achavam-no exótico... Muitos tiravam as suas conclusões... De costas para o mundo, ele tentava recordar o nome da rainha, que era a sua esposa no sonho. O mundo tirava as suas conclusões, enquanto ele ainda escanhoava o sotolábio e aguardava a primeira esmola do dia.&lt;br /&gt;# com pequenas alterações&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1460910749837938886?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1460910749837938886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1460910749837938886' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1460910749837938886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1460910749837938886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/escanhoava-o-sotolbio-e.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1025784974267310870</id><published>2009-01-03T13:48:00.000-08:00</published><updated>2009-01-03T13:49:06.198-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O meu amigo indiscreto é um cara chato, falso, arrogante, só pensa em si, não quer dividir as coisas, pensa que sabe tudo, não dá a mínima para os outros, vive fechado no seu quarto, no seu mundinho, não tem sensibilidade com as pessoas, é mandão, orgulhoso, pensa que é a bola da vez, não caiu a sua ficha ainda, não tem humildade, às vezes é humilde demais, pensa que sabe tudo, mas não sabe porra nenhuma, é um chefete de merda esse meu amigo indiscreto... Esse meu amigo indiscreto não sou eu; és tu -- por isso te dou esse espelho de narciso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1025784974267310870?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1025784974267310870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1025784974267310870' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1025784974267310870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1025784974267310870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/o-meu-amigo-indiscreto-um-cara-chato.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-8003783741639671121</id><published>2009-01-02T07:01:00.000-08:00</published><updated>2009-01-02T07:06:52.439-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>OS LUNFARDOS&lt;br /&gt;no princípio foi Noé com a sua navilouca&lt;br /&gt;tivemos também Jones que quis salvar as Guianas&lt;br /&gt;e mais: Danton, Napoleão, Hitler e Miss Braun - que também intentaram&lt;br /&gt;mas não conseguiram...&lt;br /&gt;fomos salvos e espoliados...&lt;br /&gt;mas não...&lt;br /&gt;não queremos ser mais salvos&lt;br /&gt;pelos lunfardos...&lt;br /&gt;desnudados&lt;br /&gt;doravante&lt;br /&gt;pelas ruas&lt;br /&gt;gritaremos agora: fomos vencidos, mortos e espoliados...&lt;br /&gt;mostraremos sim os nossos bolsos rasgados&lt;br /&gt;vazios&lt;br /&gt;e saqueados...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-8003783741639671121?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/8003783741639671121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=8003783741639671121' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/8003783741639671121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/8003783741639671121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/os-lunfardos-no-princpio-foi-no-com-sua.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-1308082003775360684</id><published>2009-01-02T06:59:00.000-08:00</published><updated>2009-01-02T07:01:39.328-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>HERÁCLITO - O ESCRIVÃO&lt;br /&gt;E lá se vão os gladiadores&lt;br /&gt;com as suas valises na mão direita&lt;br /&gt;vão levando muitas ações&lt;br /&gt;muitas ações perniciosas&lt;br /&gt;Há assaltos inimputáveis em Roma - digo -&lt;br /&gt;São Paulo - digo - Rio de Janeiros - digo -&lt;br /&gt;Brasília - digo - Salvador - digo -&lt;br /&gt;DIGO: Não nos banhamos no mesmo rio,&lt;br /&gt;não obstante chafudarmo-nos&lt;br /&gt;na mesma pocilga...&lt;br /&gt;DIGO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-1308082003775360684?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/1308082003775360684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=1308082003775360684' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1308082003775360684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/1308082003775360684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/herclito-o-escrivo-e-l-se-vo-os.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-9209728347830532790</id><published>2009-01-02T06:57:00.001-08:00</published><updated>2009-01-02T06:57:56.483-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O PAI&lt;br /&gt;cortou o sertão  o arenoso sertão  um saara&lt;br /&gt;             esquecido&lt;br /&gt;             mas fornido de pedras e lapidares nomes&lt;br /&gt;             onde ouviu um tímido baião ou um furtivo jazz&lt;br /&gt;             no largo da matriz&lt;br /&gt;             veio baldeando por minas  espírito santo&lt;br /&gt;                              rio ...&lt;br /&gt;             pensou em retornar à bahia ou seguir para cuiabá...&lt;br /&gt;             aqui falou óxente, vigi e também fincou raízes...&lt;br /&gt;                              quando bebe um conhaque&lt;br /&gt;                              pensa logo em voltar para a chapada diamantina&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-9209728347830532790?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/9209728347830532790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=9209728347830532790' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/9209728347830532790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/9209728347830532790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2009/01/o-pai-cortou-o-serto-o-arenoso-serto-um.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-5178437723132930013</id><published>2008-12-31T11:15:00.001-08:00</published><updated>2008-12-31T11:18:33.046-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a name="2008_12-31_16_50_31-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;31/12/2008&lt;br /&gt;A CIRCUNCISSUSPEIÇÃO&lt;br /&gt;Ela me perguntou o que era circuncisfláutico; eu fui ao latim e tentei convencê-la de que ´cis´ era aquém, mas logo tive que explicar que ´aquém´ é quando estamos atrás de algo e que circum poderia ser e ainda no latim o que está à volta de ou em volta de algo e entrei num circunlóquio com ela: circundei, circunfluí, circungirei, circunscrevi os meus limites -- julguei-me circunscrito à minha ignorância; fiz uma pequena circunspeção, tomei um ar circunspeto e já naquelas circunstâncias -- depois de tanto circunvolar -- olhei para toda a circunvizinhança e tentei ainda uma circunvolução... e ela, triste, pretensiosa, presumida -- sorumbaticamente amaneirou-se e comigo circuncistristeceu...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-5178437723132930013?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/5178437723132930013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=5178437723132930013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/5178437723132930013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/5178437723132930013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2008/12/31122008-circuncissuspeio-ela-me.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-5080138554308843468</id><published>2008-12-31T05:30:00.001-08:00</published><updated>2008-12-31T05:30:34.465-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>DO LIVRO CONTOS DE ARRABALDE / BATENDO LATA / 2001&lt;br /&gt;Há horas aguardava por aquele táxi.&lt;br /&gt;O chofer de quepe vermelho, gravata Hermés e paletó puído seguia circunspecto...&lt;br /&gt;No trajeto nada conversaram...&lt;br /&gt;As portas do comércio estavam todas fechadas...&lt;br /&gt;O trânsito estava livre...&lt;br /&gt;Mas a velocidade mantinha-se a mesma: vinte quilômetros por hora...&lt;br /&gt;Havia o portão frontal...&lt;br /&gt;Mas Queiroz preferiu entrar pelos fundos...&lt;br /&gt;Já anoitecia...&lt;br /&gt;Ouvia-se ao longe o cantar dos pássaros...&lt;br /&gt;Lá chegando, o chofer desceu do táxi, ajeitou o quepe, aregaçou as mangas e chorou...&lt;br /&gt;Onofre fora um grande amigo...&lt;br /&gt;Lembrou-se das noites maldormidas...&lt;br /&gt;De Janete...&lt;br /&gt;Aquela prostituta...&lt;br /&gt;Das intermináveis boêmias...&lt;br /&gt;Uma chuva fina respingava em seu paletó...&lt;br /&gt;A meteorologia anunciava pelo rádio do táxi tempo bom para as próximas horas...&lt;br /&gt;Queiroz pensou: 'TEMPOS BONS...!'&lt;br /&gt;Pigarreou e fechou o ataúde...&lt;br /&gt;Minutos depois as gramíneas sepulcrais vicejavam sobre os ombros de Onofre...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-5080138554308843468?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/5080138554308843468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=5080138554308843468' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/5080138554308843468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/5080138554308843468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2008/12/do-livro-contos-de-arrabalde-batendo.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-3165698577287170422</id><published>2008-12-31T05:27:00.000-08:00</published><updated>2008-12-31T05:29:59.427-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a name="2005_09-20_18_24_29-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;20/09/2005&lt;br /&gt;DO LIVRO CONTOS DE ARRABALDE / MINHOCÃO - VILA PALESTINA / 2001&lt;br /&gt;Há dias não tomavam banho nem faziam a barba...&lt;br /&gt;As suíças encaracolavam-se e ensebavam-se...&lt;br /&gt;A última refeição tinha sido há dois meses...&lt;br /&gt;As moedas...&lt;br /&gt;Eram as guimbas malfumadas por mais de vinte...&lt;br /&gt;As maçãs do rosto sulcadas pela dor e desespero...&lt;br /&gt;Alguns com o rosto glabro e com as órbitas espantadas...&lt;br /&gt;Cavoucavam bastante...&lt;br /&gt;Varavam a madrugada cavoucando aquela terra árida e farpada...&lt;br /&gt;A sede era incontrolável...&lt;br /&gt;Não havia espelhos...&lt;br /&gt;Os espelhos eram os próprios companheiros que cavoucavam também...&lt;br /&gt;Pensavam que contruiriam uma obra monumental...&lt;br /&gt;Uma grande obra...&lt;br /&gt;Por isso cavoucavam desesperadamente...&lt;br /&gt;A fila era enorme para o banho...&lt;br /&gt;Havia mais de quatro quilômetros de fila...&lt;br /&gt;Todos na fila esperando numa azáfama com os sabonetes nas mãos...&lt;br /&gt;O provérbio diz que o tempo cura todos os males...&lt;br /&gt;Mas está difícil para Isac esquecer daquele banho...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-3165698577287170422?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/3165698577287170422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=3165698577287170422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3165698577287170422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/3165698577287170422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2008/12/20092005-do-livro-contos-de-arrabalde.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-587768832372094187</id><published>2008-12-31T05:25:00.000-08:00</published><updated>2008-12-31T05:26:06.565-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>SÍSIFO - 0 CENTROAVANTE&lt;br /&gt;A bola ali pingando na sua frente...&lt;br /&gt;A linha tênue que separa o gol e o não-gol...&lt;br /&gt;A bola ali pingando...&lt;br /&gt;Os locutores esbaforidos...&lt;br /&gt;A torcida atônita com o grito engasgado na garganta...&lt;br /&gt;Era só resvalar...&lt;br /&gt;Um simples toque com o bico da chuteira...&lt;br /&gt;Não havia mais beques nem center-half...&lt;br /&gt;A bola ali nua...&lt;br /&gt;Uma esfera lúdica, pudica e derrotada...&lt;br /&gt;Uma esfera à merce das redes...&lt;br /&gt;Era só um resvalar com a chuteira...&lt;br /&gt;Não precisava ser Garrincha nem Vavá...&lt;br /&gt;Um simples Dadá, talvez...&lt;br /&gt;Até mesmo um varzeano do Onze Tibiriçá...&lt;br /&gt;Ou mesmo Dindinho...&lt;br /&gt;Lá estava ela sucumbida, tímida, com a sua tez branca...&lt;br /&gt;Os holofotes nela...&lt;br /&gt;As câmeras todas voltadas para ela...&lt;br /&gt;A rede a sua mais nova nubente...&lt;br /&gt;Uma rede libidinosa...&lt;br /&gt;Uma rede no cio...&lt;br /&gt;Uma rede grávida...&lt;br /&gt;Um simples toque...&lt;br /&gt;A camisa nove pesava-lhe nas costas...&lt;br /&gt;Naquela fração de segundos entre a rede e a bola, Sísifo resolveu caminhar sem as chuteiras que sempre calçara...&lt;br /&gt;Sísifo desamarrou os cadarços, dependurou as chuteiras sobre os ombros e caminhou...&lt;br /&gt;Não era mais a esfera que carregava consigo...&lt;br /&gt;Cansava de ser Atlas...&lt;br /&gt;A bola ali pingando...&lt;br /&gt;Os locutores esbaforidos...&lt;br /&gt;A torcida atônita...&lt;br /&gt;Finalmente, Sísifo pendurara as chuteiras...&lt;br /&gt;DO LIVRO CONTOS DE ARRABALDE / 2001 - COM PEQUENAS ALTERAÇÕES.&lt;br /&gt;TODOS OS DIREITOS DESSE BLOG E DO LIVRO PARA O AUTOR.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-587768832372094187?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/587768832372094187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=587768832372094187' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/587768832372094187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/587768832372094187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2008/12/ssifo-0-centroavante-bola-ali-pingando.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-7961393420588314773</id><published>2008-12-31T05:24:00.001-08:00</published><updated>2008-12-31T05:24:55.302-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ouviu um barulho...&lt;br /&gt;Apurou a audição para distinguir o ruído...&lt;br /&gt;O barulho que se tinha reverberado pelo seu sótão, dissipara-se...&lt;br /&gt;Ficou aguardando por mais alguns minutos outros ruídos...&lt;br /&gt;O silêncio habitara de tal forma aquele lugar, que já não tinha mais esperança...&lt;br /&gt;O silêncio era ensurdecedor...&lt;br /&gt;Tal mutismo a incomodava...&lt;br /&gt;O sótão estava emudecido há quatrocentos e trinta e sete anos...&lt;br /&gt;Era insuportável para ela não ouvir nem sequer uma nota musical...&lt;br /&gt;Nem um gorjeio dos pássaros...&lt;br /&gt;E ela que um dia queria tanto o silêncio...&lt;br /&gt;Agora queria ouvir os ruídos dos automóveis, das motos, do concorde, dos motores, dos caminhões, do vizinho que almadiçoara...&lt;br /&gt;No cativeiro, estava condenada a ouvir o próprio grito, que desafinava em ruídos de lamento...&lt;br /&gt;# Publicado em 2001.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-7961393420588314773?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/7961393420588314773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=7961393420588314773' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7961393420588314773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7961393420588314773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2008/12/ouviu-um-barulho.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-220050343956410421</id><published>2008-12-31T05:23:00.001-08:00</published><updated>2008-12-31T05:23:31.543-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>a resposta / 2001&lt;br /&gt;Três toques na porta...&lt;br /&gt;Ele não atendeu...&lt;br /&gt;Ficou lívido e calado...&lt;br /&gt;Mais três toques na porta...&lt;br /&gt;Hesitou diante da maçaneta e procurou perscrutar o além da porta...&lt;br /&gt;Tremia dos pés à cabeça...&lt;br /&gt;Por duas horas e quarenta e cinco minutos ficou sob alerta...&lt;br /&gt;Em pé...estático...não desviava um segundo a sua atenção...&lt;br /&gt;Num átimo... tentou revidar os três toques...&lt;br /&gt;Fechou os punhos e bateu três vezes...&lt;br /&gt;Do outro lado...&lt;br /&gt;Não obteve resposta...&lt;br /&gt;Ficou aguardando por mais duas horas...&lt;br /&gt;Imóvel e temeroso, aguardava uma resposta...&lt;br /&gt;Resolveu bater novamente na porta...&lt;br /&gt;Agora não eram os três toques...&lt;br /&gt;Começou a esmurrar a porta...&lt;br /&gt;Bateu dez...&lt;br /&gt;Vinte...&lt;br /&gt;Trinta vezes...&lt;br /&gt;Suas mãos sangravam caudalosamente...&lt;br /&gt;Começou a gritar também...&lt;br /&gt;Dentro do quarto, movia-se de  lá para cá como um desesperado...&lt;br /&gt;Procurou ligar para um alienista, mas o telefone não estava no quarto...&lt;br /&gt;Batia desesperadamente na porta...&lt;br /&gt;Mas do outro lado não havia respostas...&lt;br /&gt;Ele que sempre teve respostas para tudo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-220050343956410421?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/220050343956410421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=220050343956410421' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/220050343956410421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/220050343956410421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2008/12/resposta-2001-trs-toques-na-porta.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-6367013875432768774</id><published>2008-12-31T05:15:00.001-08:00</published><updated>2008-12-31T05:15:32.435-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>FACTÓIDE / 2001&lt;br /&gt;chegando em casa tratou logo&lt;br /&gt;de tirar a prótese dentária...&lt;br /&gt;a lente de contato&lt;br /&gt;deixou imersa num copo azul com água boricada...&lt;br /&gt;a peruca castanha&lt;br /&gt;ajeitou-a no cabide do guarda-roupa...&lt;br /&gt;o aparelho telex colocou&lt;br /&gt;na gaveta da escrivaninha...&lt;br /&gt;o braço direito desenroscou&lt;br /&gt;com o esquerdo...&lt;br /&gt;a perna direita&lt;br /&gt;desenroscou da mesma forma...&lt;br /&gt;a prótese peniana&lt;br /&gt;mergulhou num gel especial...&lt;br /&gt;sua cabeça continuava ali com pensamentos nefastos...&lt;br /&gt;tentava dissuadir-se...&lt;br /&gt;olhava-se no espelho...&lt;br /&gt;no outro dia estaria com elisandra&lt;br /&gt;para no parque correr com ela...&lt;br /&gt;seria o segundo dia do encontro...&lt;br /&gt;amava elisandra...&lt;br /&gt;no quarto apoiando-se no espaldar da cadeira...&lt;br /&gt;as lágrimas que lhe caíam&lt;br /&gt;ainda eram&lt;br /&gt;verdadeiramente suas...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-6367013875432768774?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/6367013875432768774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=6367013875432768774' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6367013875432768774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/6367013875432768774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2008/12/factide-2001-chegando-em-casa-tratou.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-2689400323233270724</id><published>2008-12-31T05:09:00.000-08:00</published><updated>2008-12-31T05:10:16.566-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a name="2005_12-07_09_52_25-100589291-0"&gt;&lt;/a&gt;07/12/2005&lt;br /&gt; diálogos impertinentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Amorzinho, veja o meu corpo...&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;- Estou freqüentando a academia desde janeiro...&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;- Amorzinho, você acha que eu tenho celulite?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, meu amorzinho... meu xuxuzinho...&lt;br /&gt;  Você tem celulite na alma...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-2689400323233270724?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/2689400323233270724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=2689400323233270724' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2689400323233270724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/2689400323233270724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2008/12/07122005-dilogos-impertinentes.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-7355298671309405779</id><published>2008-12-31T05:08:00.001-08:00</published><updated>2008-12-31T05:08:47.710-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>09/12/2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o anarquista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentou-se na cadeira e começou a observar:&lt;br /&gt;- ah, olha os músculos dele...&lt;br /&gt;- uih, que pernas musculosas...&lt;br /&gt;- nossa, com esse eu passaria&lt;br /&gt;um mês em itaparica...&lt;br /&gt;- menina, olha que tesão de homem...&lt;br /&gt;- aquele é must...&lt;br /&gt;Solicitou um estanhegue ao garçom&lt;br /&gt;e logo saiu de fininho...&lt;br /&gt;Na mochila carregava poemas de dylan thomas,&lt;br /&gt;versos de sylvia plath e a esperança de encontrar&lt;br /&gt;uma luxemburgo no meio do seu caminho...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-7355298671309405779?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/7355298671309405779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=7355298671309405779' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7355298671309405779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/7355298671309405779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2008/12/datapost-09122005-if-datapost-document.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6842984745631544226.post-4227467884454610208</id><published>2008-12-31T05:06:00.001-08:00</published><updated>2008-12-31T05:06:19.571-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>a migrante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa tarde,&lt;br /&gt;Eu vim de Curumaiama e tenho seis filhos para criar...&lt;br /&gt;Se vocês puderem me dar uma juda...uma  simples ajuda...&lt;br /&gt;uma moeda...um passe...um litro de leite...um trocado...&lt;br /&gt;uma fralda...um sapato...um xale...um carrinho de bebê...&lt;br /&gt;um lanche...um almoço...um café...uma saia...uma calça...&lt;br /&gt;uma mamadeira...uma casa... um quartinho......um marido...&lt;br /&gt;um pouco de carinho...uma fraternidade...um beijo...um abraço...&lt;br /&gt;um aperto de mão...um bom dia...um passe bem...um afago...um xamego...&lt;br /&gt;um livro...uma solidariedade...uma compreensão...uma escola...um emprego...&lt;br /&gt;uma lata de leite...um suicídio...uma bala na minha cabeça...&lt;br /&gt;Muito obrigado...&lt;br /&gt;Deus lhes ajude e fiquem com Deus...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6842984745631544226-4227467884454610208?l=diariodeumrapsodo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/feeds/4227467884454610208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6842984745631544226&amp;postID=4227467884454610208' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4227467884454610208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6842984745631544226/posts/default/4227467884454610208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodeumrapsodo.blogspot.com/2008/12/migrante-boa-tarde-eu-vim-de-curumaiama.html' title=''/><author><name>Wilson Luques Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02544614291273156030</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
